Bíblia
2 Crônicas 3
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | E começou Salomão a edificar a casa em Jerusalém, no monte Moriá que havia sido mostrado a Davi seu pai, no lugar que Davi havia preparado na eira de Ornã jebuseu. | Salomão começou a edificar a Casa de Jeová em Jerusalém, no monte Moriá, onde Jeová apareceu a Davi, seu pai, no lugar que tinha preparado Davi na eira de Ornã, jebuseu. | E começou Salomão a edificar a casa do Senhor em Jerusalem, no monte de Moria, onde o Senhor se tinha mostrado a David seu pae, no logar que David tinha preparado na eira d'Ornan, jebuseo. |
| 2 | E começou a edificar no mês segundo, a dois do mês, no quarto ano de seu reinado. | Começou a edificar no segundo dia do segundo mês, no quarto ano do seu reinado. | E começou a edificar no segundo mez, no dia segundo, no anno quarto do seu reinado. |
| 3 | Estas são as medidas de que Salomão fundou o edifício da casa de Deus. A primeira medida foi do comprimento de sessenta côvados; e a largura de vinte côvados. | Estes são os alicerces que Salomão lançou para a edificação da Casa de Deus. O comprimento em cúbitos, segundo a primitiva medida, era de sessenta cúbitos, e a largura, de vinte cúbitos. | E estes foram os fundamentos que Salomão poz para edificar a casa de Deus: o comprimento em covados, segundo a medida primeira, de sessenta covados, e a largura de vinte covados. |
| 4 | O pórtico que estava na dianteira do comprimento, era de vinte côvados à frente da largura da casa, e sua altura de cento e vinte: e cobriu-o por dentro de ouro puro. | O pórtico que estava defronte da casa tinha de comprimento vinte cúbitos, correspondendo à largura da casa, e de altura cento e vinte cúbitos; e, por dentro, o cobriu com ouro puro. | E o alpendre, que estava na frente, de comprimento segundo a largura da casa, era de vinte covados, e a altura de cento e vinte: o que dentro cobriu com oiro puro. |
| 5 | E forrou a casa maior com madeira de faia, a qual cobriu de bom ouro, e fez ressaltar sobre ela palmas e correntes. | Também fez forrar de madeira de cipreste a casa maior, e a cobriu de ouro puro, e gravou nela palmas e cadeiazinhas. | E a casa grande cobriu com madeira de faia; e então a cobriu com oiro fino: e fez sobre ella palmas e cadeias. |
| 6 | Cobriu também a casa de pedras preciosas por excelência: e o ouro era ouro de Parvaim. | Para beleza, guarneceu a casa de pedras preciosas; e o ouro era de Parvaim. | Tambem a casa adornou de pedras preciosas para ornamento: e o oiro era oiro de Parvaim. |
| 7 | Assim cobriu a casa, suas vigas, seus umbrais, suas paredes, e suas portas, com ouro; e esculpiu querubins pelas paredes. | Com ouro cobriu também a casa, as suas traves, os seus umbrais, as suas paredes e as suas portas; e fez esculpir querubins nas paredes. | Tambem na casa cobriu as traves, os umbraes, e as suas paredes, e as suas portas, com oiro: e lavrou cherubins nas paredes. |
| 8 | Fez assim a casa do lugar santíssimo, cujo comprimento era de vinte côvados segundo a largura da frente da casa, e sua largura de vinte côvados: e cobriu-a de bom ouro que pesava seiscentos talentos. | Fez a casa do Santo dos Santos, cujo comprimento era de vinte cúbitos, correspondendo à largura da casa, e a largura, de vinte cúbitos; e cobriu-a de ouro fino, do peso de seiscentos talentos. | Fez mais a casa da sanctidade das sanctidades, cujo comprimento, segundo a largura da casa, era de vinte covados, e a sua largura de vinte covados: e cobriu-a de oiro fino, do peso de seiscentos talentos. |
| 9 | E o peso dos pregos teve cinquenta siclos de ouro. Cobriu também de ouro as salas. | O peso dos pregos era de cinquenta siclos de ouro. Cobriu com ouro as câmaras superiores. | O peso dos pregos era de cincoenta siclos d'oiro: e os cenaculos cobriu d'oiro. |
| 10 | E dentro do lugar santíssimo fez dois querubins esculpidos, os quais cobriram de ouro. | Na casa do Santo dos Santos, fez dois querubins, de obra de madeira, e cobriram-nos de ouro. | Tambem fez na casa da sanctidade das sanctidades dois cherubins de feição d'andantes, e cobriu-os d'oiro. |
| 11 | O comprimento das asas dos querubins era de vinte côvados: porque a uma asa era de cinco côvados: a qual chegava até a parede da casa; e a outra asa de cinco côvados, a qual chegava à asa do outro querubim. | As asas dos querubins tinham de comprimento vinte cúbitos. A asa dum querubim tinha cinco cúbitos e tocava na parede da casa; e a outra asa, que igualmente tinha cinco cúbitos, tocava na asa do outro querubim. | E, quanto ás azas dos cherubins, o seu comprimento era de vinte covados; a aza d'um d'elles de cinco covados, e tocava na parede da casa; e a outra aza de cinco covados, e tocava na aza do outro cherubim. |
| 12 | Da mesma maneira a uma asa do outro querubim era de cinco côvados: a qual chegava até a parede da casa; e a outra asa era de cinco côvados, que tocava a asa do outro querubim. | A asa do outro querubim tinha cinco cúbitos e tocava na parede da casa; e a outra asa tinha igualmente cinco cúbitos e estava unida à asa do outro querubim. | Tambem a aza do outro cherubim era de cinco covados, e tocava na parede da casa: era tambem a outra aza de cinco covados, e estava pegada á aza do outro cherubim. |
| 13 | Assim as asas destes querubins estavam estendidas por vinte côvados: e eles estavam em pé com os rostos até a casa. | As asas desses querubins estendiam-se por vinte cúbitos; eles estavam postos em pé, e os seus rostos virados para a casa. | E as azas d'estes cherubins se estendiam vinte covados: e estavam postos em pé, e os seus rostos virados para a casa. |
| 14 | Fez também o véu de azul, púrpura, carmesim e linho, e fez ressaltar em ele querubins. | Fez o véu de azul, púrpura, carmesim e de linho fino e fez bordar nele querubins. | Tambem fez o véu de azul, e purpura, e carmezim, e linho fino: e poz sobre elle cherubins. |
| 15 | Diante da casa fez duas colunas de trinta e cinco côvados de comprimento, com seus capitéis encima, de cinco côvados. | Também fez diante da casa duas colunas que tinham trinta e cinco cúbitos de altura; e o capitel que estava em cima de cada uma delas tinha cinco cúbitos. | Fez tambem diante da casa duas columnas de trinta e cinco covados d'altura: e o capitel, que estava sobre cada uma, era de cinco covados. |
| 16 | Fez também correntes, como no compartimento interno, e as pôs sobre os capitéis das colunas: e fez cem romãs, as quais pôs nas correntes. | Fez cadeiazinhas na forma de colar, pondo-as sobre as sumidades das colunas; também fez cem romãs, que pôs nas cadeiazinhas. | Tambem fez as cadeias, como no oraculo, e as poz sobre as cabeças das columnas: fez tambem cem romãs, as quaes poz entre as cadeias. |
| 17 | E assentou as colunas diante do templo, a uma à mão direita, e a outra à esquerda; e à da mão direita chamou Jaquim, e à da esquerda, Boaz. | Erigiu as colunas diante do templo, uma à direita e a outra à esquerda; a que estava à direita, chamou-lhe Jaquim, e a que estava à esquerda, chamou-lhe Boaz. | E levantou as columnas diante do templo, uma á direita, e outra á esquerda; e chamou o nome da que estava á direita Jachin, e o nome da que estava á esquerda Boaz. |