Bíblia
2 Reis 5
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Naamã, general do exército do rei da Síria, era grande homem diante de seu senhor, e em alta estima, porque por meio dele o SENHOR havia dado salvamento à Síria. Era este homem valente em extremo, mas leproso. | Naamã, general do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor e mui acatado, porque por ele Jeová tinha dado vitória à Síria; era também ilustre em valor, porém leproso. | E Naaman, chefe do exercito do rei da Syria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito; porque por elle o Senhor déra livremente aos syros: e era este varão homem valoroso, porém leproso. |
| 2 | E da Síria haviam saído tropas, e haviam levado cativa da terra de Israel uma menina; a qual servindo à mulher de Naamã, | Os siros tinham feito uma arrancada e da terra de Israel tinham levado cativa uma rapariga pequena, que estava ao serviço da mulher de Naamã. | E sairam tropas da Syria, da terra d'Israel e, levaram presa uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naaman. |
| 3 | disse à sua senhora: Se meu senhor rogasse ao profeta que está em Samaria, ele o sararia de sua lepra. | Ela disse à sua senhora: Oxalá que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria! Pois este o curaria da lepra de que padece. | E disse esta á sua senhora: Oxalá que o meu senhor estivesse diante do propheta que está em Samaria: elle o restauraria da sua lepra. |
| 4 | E Naamã, vindo a seu senhor, declarou-o a ele, dizendo: Assim e assim disse uma menina que é da terra de Israel. | Então, entrou Naamã e notificou ao seu senhor, dizendo: Assim e assim disse a rapariga que é da terra de Israel. | Então entrou Naaman e o notificou a seu senhor, dizendo: Assim e assim fallou a menina que é da terra de Israel. |
| 5 | E disse-lhe o rei da Síria: Anda, vai, e eu enviarei cartas ao rei de Israel. Partiu, pois, ele, levando consigo dez talentos de prata, e seis mil peças de ouro, e dez mudas de roupas. | Respondeu o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel. Partiu Naamã e levou consigo dez talentos de prata, e seis mil siclos de ouro, e dez mudas de vestidos. | Então disse o rei da Syria: Vae, anda, e enviarei a carta ao rei de Israel. E foi, e tomou na sua mão dez talentos de prata, e seis mil siclos de oiro e dez mudas de vestidos. |
| 6 | Tomou também cartas para o rei de Israel, que diziam assim: Logo em chegando a ti estas cartas, sabe por elas que eu envio a ti meu servo Naamã, para que o sares de sua lepra. | Levou a carta ao rei de Israel, a qual dizia: Agora, quando chegar esta carta às tuas mãos, saberás que te enviei o meu servo Naamã, para que o cures da sua lepra. | E levou a carta ao rei de Israel, dizendo: Logo, em chegando a ti esta carta, saibas que eu te enviei Naaman, meu servo, para que o restaures da sua lepra. |
| 7 | E logo que o rei de Israel leu as cartas, rasgou suas roupas, e disse: Sou eu Deus, que mate e dê vida, para que este envie a mim a que sare um homem de sua lepra? Considerai agora, e vede como busca ocasião contra mim. | Tendo o rei de Israel lido a carta, rasgou os seus vestidos e disse: Acaso, sou eu Deus, com poder de tirar e dar vida, para que este me envie um homem, a fim de eu o curar da sua lepra? Mas adverti e vede como anda buscando ocasião para romper comigo. | E succedeu que, lendo o rei de Israel a carta, rasgou os seus vestidos, e disse: Sou eu Deus, para matar e para vivificar, para que este envie a mim, para eu restaurar a um homem da sua lepra? Pelo que devéras notae, peço-vos, e vede que busca occasião contra mim. |
| 8 | E quando Eliseu, homem de Deus ouviu que o rei de Israel havia rasgado suas roupas, enviou a dizer ao rei: Por que rasgaste tuas vestes? Venha agora a mim, e saberá que há profeta em Israel. | Quando Eliseu, homem de Deus, ouviu que o rei de Israel rasgara os seus vestidos, mandou dizer ao rei: Por que rasgaste os teus vestidos? Que venha ele ter comigo e saberá que há um profeta em Israel. | Succedeu porém que, ouvindo Eliseo, homem de Deus, que o rei de Israel rasgara os seus vestidos, mandou dizer ao rei: Porque rasgaste os teus vestidos? deixa-o vir a mim, e saberá que ha propheta em Israel. |
| 9 | E veio Naamã com seus cavalos e com seu carro, e parou-se às portas da casa de Eliseu. | Veio Naamã com os seus cavalos e com os seus carros e parou à porta da casa de Eliseu. | Veiu pois Naaman com os seus cavallos, e com o seu carro, e parou á porta da casa de Eliseo. |
| 10 | Então Eliseu lhe enviou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e tua carne se te restaurará, e serás limpo. | Eliseu enviou-lhe um mensageiro que lhe dissesse: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne tornará a ti, e ficarás limpo. | Então Eliseo lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vae, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne te tornará, e ficarás purificado. |
| 11 | E Naamã se foi irritado, dizendo: Eis que eu dizia para mim: Sairá ele logo, e estando em pé invocará o nome do SENHOR seu Deus, e levantará sua mão, e tocará o lugar, e sarará a lepra. | Mas Naamã indignou-se e, retirando-se, disse: Eis que pensava eu: ele, com certeza, sairá a ter comigo, pôr-se-á em pé, invocará o nome de Jeová, seu Deus, passará a mão sobre o lugar da lepra e restaurará o leproso. | Porém Naaman muito se indignou, e se foi dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente elle sairá, pôr-se-ha em pé, e invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o logar, e restaurará o leproso |
| 12 | Abana e Farpar, rios de Damasco, não são melhores que todas as águas de Israel? Se me lavar neles, não serei também limpo? E voltou-se, e foi-se irritado. | Não são, porventura, Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles e ficar limpo? Assim, voltou e se foi enfurecido. | Não são porventura Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as aguas de Israel? Não me poderia eu lavar n'elles, e ficar purificado? E voltou-se, e se foi com indignação. |
| 13 | Mas seus criados se chegaram a ele, e falaram-lhe, dizendo: Pai meu, se o profeta te mandasse alguma grande coisa, não a farias? Quanto mais, dizendo-te: Lava-te, e serás limpo? | Então, chegaram os seus servos e lhe disseram: Meu pai, se o profeta te houvesse ordenado uma coisa muito difícil, porventura, não haverias feito? Quanto mais, pois, quando ele te diz: Lava-te e fica limpo? | Então chegaram-se a elle os seus servos, e lhe fallaram, e disseram: Meu pae, se o propheta te dissera alguma grande coisa, porventura não a farias? Quanto mais, dizendo-te elle: Lava-te, e ficarás purificado. |
| 14 | Ele então desceu, e mergulhou sete vezes no Jordão, conforme a palavra do homem de Deus; e sua carne se restaurou como a carne de um menino, e foi limpo. | Desceu ele e mergulhou-se sete vezes no Jordão, conforme a palavra do homem de Deus; a sua carne tornou-se como a carne dum menino pequenino, e ficou limpo. | Então desceu, e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus: e a sua carne tornou, como a carne d'um menino, e ficou purificado. |
| 15 | E voltou ao homem de Deus, ele e toda sua companhia, e pôs-se diante dele, e disse: Eis que agora conheço que não há Deus em toda a terra, a não ser em Israel. Rogo-te que recebas algum presente de teu servo. | Voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva, e veio, e se apresentou diante de Eliseu, e disse: Eis, agora, sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, recebe do teu servo um presente. | Então voltou ao homem de Deus, elle e toda a sua comitiva, e veiu, e poz-se diante d'elle, e disse: Eis que tenho conhecido que em toda a terra não ha Deus senão em Israel: agora pois te peço que tomes uma benção do teu servo |
| 16 | Mas ele disse: Vive o SENHOR, diante do qual estou, que não o tomarei. E insistindo-lhe que tomasse, ele não quis. | Mas ele respondeu: Pela vida de Jeová, em cuja presença estou, não o receberei. Instou com ele para que o tomasse, mas ele recusou. | Porém elle disse: Vive o Senhor, em cuja presença estou, que a não tomarei. E instou com elle para que a tomasse, mas elle recusou. |
| 17 | Então Naamã disse: Rogo-te, pois, não se dará a teu servo uma carga de um par de mulas desta terra? Porque de agora em diante teu servo não sacrificará holocausto nem sacrifício a outros deuses, a não ser ao SENHOR. | Disse Naamã: Se não, rogo-te que se me dê da terra do país quanta baste para carregar duas mulas; pois daqui avante o teu servo não oferecerá holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão a Jeová. | E disse Naaman: Quando não, comtudo dê-se a este teu servo uma carga de terra d'um jugo de mulas; porque nunca mais offerecerá este teu servo holocausto nem sacrificio a outros deuses, senão ao Senhor. |
| 18 | Em isto perdoe o SENHOR a teu servo: que quando meu senhor entrar no templo de Rimom, e para adorar nele se apoiar sobre minha mão, se eu também me inclinar no templo de Rimom, se no templo de Rimom me inclino, o SENHOR perdoe nisto a teu servo. | Nisto perdoe Jeová ao teu servo: quando meu amo entrar na casa de Rimom para ali adorar e se encostar na minha mão, e eu me prostrar na casa de Rimom, perdoe Jeová ao teu servo, quando ali me prostrar. | N'isto perdoe o Senhor a teu servo: quando meu senhor entra na casa de Rimmon para ali se encurvar, e elle se encosta na minha mão, e eu tambem me hei de encurvar na casa de Rimmon; quando assim me encurvar na casa de Rimmon, n'isto perdoe o Senhor a teu servo. |
| 19 | E ele lhe disse: Vai em paz. Partiu-se, pois, dele, e caminhou como o espaço de uma milha. | Eliseu disse-lhe: Vai-te em paz. Retirou-se dele uma pequena distância. | E elle lhe disse: Vae em paz. E foi-se d'elle a uma pequena distancia. |
| 20 | Então Geazi, criado de Eliseu o homem de Deus, disse entre si: Eis que meu senhor poupou a este sírio Naamã, não tomando de sua mão as coisas que havia trazido. Vive o SENHOR, que correrei eu atrás dele, e tomarei dele alguma coisa. | Mas Geazi, criado do homem de Deus, disse: Eis que o meu amo poupou a este Naamã, siro, não recebendo das mãos dele o que trouxe; pela vida de Jeová, correrei atrás dele e receberei dele alguma coisa. | Então Geazi, moço d'Eliseo, homem de Deus, disse: Eis que meu senhor impediu a este syro Naaman que da sua mão se désse alguma coisa do que trazia; porém, vive o Senhor que hei de correr atraz d'elle, e tomar d'elle alguma coisa. |
| 21 | E Geazi seguiu Naamã; e quando Naamã lhe viu que vinha correndo atrás dele, desceu do carro para receber-lhe, e disse: Vai bem? | Então, foi Geazi em alcance de Naamã. Quando Naamã viu alguém correndo atrás dele, saltou do carro a recebê-lo e perguntou: Vai tudo bem? | E foi Geazi em alcance de Naaman; e Naaman, vendo que corria atraz d'elle, saltou do carro a encontral-o, e disse-lhe: Vae tudo bem? |
| 22 | E ele disse: Bem. Meu senhor me envia a dizer: Eis que vieram a mim nesta hora do monte de Efraim dois rapazes dos filhos dos profetas: rogo-te que lhes dês um talento de prata, e duas mudas de roupas. | Respondeu ele: Tudo vai bem. Meu amo enviou-me a dizer: Eis que agora mesmo são chegados a mim da região montanhosa de Efraim dois moços dos filhos dos profetas; dá-lhes um talento de prata e duas mudas de vestidos. | E elle disse: Tudo vae bem; meu senhor me mandou dizer: Eis que agora mesmo vieram a mim dois mancebos dos filhos dos prophetas da montanha d'Ephraim; dá-lhes pois um talento de prata e duas mudas de vestidos. |
| 23 | E Naamã disse: Rogo-te que tomes dois talentos. E ele lhe constrangeu, e atou dois talentos de prata em dois sacos, e duas mudas de roupas, e o pôs às costas a dois de seus criados, que o levassem diante dele. | Disse Naamã: Sê servido de tomar dois talentos. Instou com ele, e atou dois talentos de prata juntamente com duas mudas de vestidos em dois sacos, e pô-los sobre dois dos seus servos, que os levaram diante de Geazi. | E disse Naaman: Sê servido tomar dois talentos. E instou com elle, e amarrou dois talentos de prata em dois saccos, com duas mudas de vestidos; e pôl-os sobre dois dos seus moços, os quaes os levaram diante d'elle. |
| 24 | E chegado que houve a um lugar secreto, ele o tomou da mão deles, e guardou-o em casa: logo mandou aos homens que se fossem. | Tendo ele chegado ao outeiro, tomou-os das mãos deles e depositou-os na casa; e despediu os homens, que se foram. | E, chegando elle á altura, tomou-os das suas mãos, e os depositou na casa: e despediu aquelles homens, e foram-se. |
| 25 | E ele entrou, e pôs-se diante de seu senhor. E Eliseu lhe disse: De onde vens, Geazi? E ele disse: Teu servo não foi a nenhuma parte. | Ele, porém, entrou e pôs-se diante do seu amo. Perguntou-lhe Eliseu: Donde vens, Geazi? Respondeu ele: Teu servo não foi a parte alguma. | Então elle entrou, e poz-se diante de seu senhor. E disse-lhe Eliseo: D'onde vens, Geazi? E disse: Teu servo não foi nem a uma nem a outra parte. |
| 26 | O então lhe disse: Não foi também meu coração, quando o homem voltou de seu carro a receber-te? É tempo de tomar prata, e de tomar roupas, olivais, vinhas, ovelhas, bois, servos e servas? | Replicou-lhe Eliseu: Porventura, não foi contigo o meu coração, quando o homem voltou do seu carro ao teu encontro? Era a ocasião para receberes dinheiro e para receberes vestidos, e olivais, e vinhas, e ovelhas, e bois, e servos, e servas? | Porém elle lhe disse: Porventura não foi comtigo o meu coração, quando aquelle homem voltou de sobre o seu carro, a encontrar-te? Era isto tempo para tomares prata, e para tomares vestidos, e olivaes, e vinhas, e ovelhas, e bois e servos e servas? |
| 27 | A lepra de Naamã se apegará a ti e à tua semente para sempre. E saiu de diante dele leproso, branco como a neve. | Portanto, a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua semente para sempre. Geazi saiu da presença de Eliseu branco de lepra como a neve. | Portanto a lepra de Naaman se pegará a ti e á tua semente para sempre. Então saiu de diante d'elle leproso, branco como a neve. |