Bíblia
Atos 16
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | E ele veio a Derbe e Listra; e eis que estava ali um certo discípulo, de nome Timóteo, filho de uma certa mulher judia crente, mas de pai grego. | Chegou também a Derbe e a Listra. Achava-se ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; | E chegou a Derbe e Lystra. E eis que estava ali um certo discipulo por nome Timotheo, filho de uma mulher judia fiel, mas de pae grego: |
| 2 | Do qual era bem testemunhado pelos irmãos que estavam em Listra e Icônio. | dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio. | Do qual davam bom testemunho os irmãos que estavam em Lystra e em Iconio. |
| 3 | A este Paulo quis que fosse com ele; e tomando-o, circuncidou-o, por causa dos judeus, que estavam naqueles lugares; porque todos conheciam o pai dele, que era grego. | Paulo quis que ele fosse em sua companhia e, tomando-o, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares; pois todos sabiam que seu pai era grego. | Paulo quiz que este fosse com elle: e tomando-o, o circumcidou, por causa dos judeos que estavam n'aquelles logares; porque todos sabiam que seu pae era grego. |
| 4 | E eles, passando pelas cidades, entregavam-lhes as ordenanças que foram determinadas pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém, para que as guardassem. | Quando iam passando pelas cidades, entregavam-lhes para serem observadas as decisões que haviam sido tomadas pelos apóstolos e presbíteros em Jerusalém. | E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidos pelos apostolos e anciãos em Jerusalem. |
| 5 | E assim as Igrejas eram firmadas na fé, e cada dia aumentavam em número. | Assim as igrejas eram fortalecidas na fé e aumentavam em número cada dia. | De sorte que as egrejas eram confirmadas na fé, e cada dia se augmentavam em numero. |
| 6 | E passando pela Frígia, e pela região da Galácia, foi-lhes impedido pelo Espírito Santo de falarem a palavra na Ásia. | Atravessaram a região frígio- gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. | E, passando pela Phrygia e pela provincia da Galacia, foram impedidos pelo Espirito Sancto de annunciar a palavra na Asia. |
| 7 | E quando eles vieram a Mísia, tentaram ir à Bitínia; mas o Espírito não lhes permitiu. | Tendo viajado na direção de Mísia, tentavam seguir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu; | E, quando chegaram a Mysia, intentavam ir para Bithynia, porém o Espirito não lh'o permittiu. |
| 8 | E tendo passado por Mísia, desceram a Trôade. | e, tendo passado ao lado de Mísia, desceram a Trôade. | E, passando por Mysia, desceram a Troas. |
| 9 | E uma visão foi vista por Paulo durante a noite: um homem Macedônio se pôs diante dele ,rogando-lhe, e dizendo: Passa à Macedônia, e ajuda-nos! | De noite, apareceu a Paulo esta visão: um homem da Macedônia achava-se em pé, rogando-lhe: Passa à Macedônia e ajuda-nos. | E Paulo viu de noite uma visão, em que se apresentou um varão da Macedonia, e lhe rogou, dizendo: Passa á Macedonia, e ajuda-nos. |
| 10 | E quando ele viu a visão, logo procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor estava nos chamando para anunciarmos o Evangelho a eles. | Depois dessa visão, procuramos logo partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos havia chamado para aí pregarmos o evangelho. | E, logo que viu a visão, procurámos partir para a Macedonia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes annunciarmos o evangelho. |
| 11 | Então, tendo navegado desde Trôade, viemos correndo caminho direto a Samotrácia, e no dia seguinte a Neápolis. | Tendo, pois, navegado de Trôade, fomos em direitura a Samotrácia, no dia seguinte, a Neápolis | E, navegando de Troas, fomos correndo caminho direito para Samothracia, e no dia seguinte para Napoles; |
| 12 | E dali a Filipos, que é a primeira cidade desta parte da Macedônia, e é uma colônia; e estivemos naquela cidade por alguns dias. | e dali, a Filipos, cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia. Nessa cidade, ficamos alguns dias. | E d'ali para Philippos, que é a primeira cidade d'esta parte da Macedonia, e é uma colonia; e estivemos alguns dias n'aquella cidade. |
| 13 | E no dia de sábado saímos para fora da cidade, onde costumava ser feita oração; e tendo nos sentado, falamos às mulheres que tinham se ajuntado ali . | No sábado, saímos fora da porta para junto de um rio, onde julgávamos haver um lugar de oração, e, sentados, falávamos às mulheres que ali haviam concorrido. | E no dia de sabbado saimos fóra da cidade para o rio, onde se costumava fazer oração; e, assentando-nos, fallámos ás mulheres que ali se ajuntaram. |
| 14 | E uma certa mulher, por nome Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, que servia a Deus; ela nos ouviu; o coração da qual o Senhor abriu, para que prestasse atenção ao que Paulo dizia. | Uma mulher chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira e que temia a Deus, nos escutava; e o Senhor abriu-lhe o coração para atender às coisas que Paulo dizia. | E uma certa mulher, chamada Lydia, vendedora de purpura, da cidade de Thyatira, e que servia a Deus, nos ouvia, e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse attenta ao que Paulo dizia. |
| 15 | E quando ela foi batizada, e também sua casa, ela nos rogou, dizendo: Se vós tendes julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa e ficai ali.E ela insistiu para conosco. | Depois de serem batizadas, ela e sua casa, fez-nos este pedido: Se julgais que sou crente no Senhor, entrai em minha casa e ficai nela; e constrangeu-nos a isso. | E, depois que foi baptizada, ella e a sua casa, nos rogou, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrae em minha casa, e ficae ali. E nos constrangeu a isso. |
| 16 | E aconteceu, que ao estarmos nós indo à oração, saiu ao nosso encontro uma moça que tinha espírito de pitonisa; a qual ao fazer adivinhações trazia grande lucro a seus senhores. | Enquanto íamos ao lugar de oração, veio-nos ao encontro uma moça que tinha um espírito adivinhador, a qual, com as suas adivinhações, dava muito lucro aos amos. | E aconteceu que, indo nós á oração, nos saiu ao encontro uma moça que tinha espirito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. |
| 17 | Esta, seguindo após Paulo e nós, clamava, dizendo: Estes homens são servos do Deus Altíssimo, que nos anunciam o caminho da salvação. | Ela, seguindo a Paulo e a nós, clamava: Estes homens que vos anunciam o caminho da salvação são servos do Deus Altíssimo. | Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos annunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altissimo. |
| 18 | E ela fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, estando descontente com isto, virou-se, e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo eu te mando que saias dela.E na mesma hora o espírito saiu. | E fazia isso por muitos dias. Mas Paulo, enfadado, virou-se para ela e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela; e, na mesma hora, saiu. | E ella fazia isto por muitos dias. Porém, descontentando isto a Paulo, voltou-se, e disse ao espirito: Em nome de Jesus Christo, te mando que saias d'ella. E na mesma hora saiu. |
| 19 | E os senhores dela, vendo que a esperança de lucro deles tinha ido embora, pegaram a Paulo e a Silas, e os levaram à praça, diante dos governantes. | Vendo os seus amos que se lhes havia acabado a esperança do lucro, pegaram em Paulo e Silas, e arrastaram-nos para a praça à presença das autoridades, | E, vendo seus senhores que a esperança do seu lucro estava perdida, pegaram de Paulo e Silas, e os levaram á praça, á presença dos magistrados. |
| 20 | E apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens perturbam nossa cidade, sendo judeus; | e, apresentando-os aos pretores, disseram: Estes judeus estão perturbando muito a nossa cidade | E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, sendo judeos, perturbaram a nossa cidade, |
| 21 | E eles anunciam costumes que não nos é lícito receber, nem fazer; pois somos romanos. | e anunciam costumes que não nos é lícito receber nem praticar, sendo nós romanos. | E prégam ritos que nos não é licito receber nem praticar, visto que somos romanos. |
| 22 | E a multidão se levantou juntamente contra eles; e os oficiais, rasgando suas roupas, mandaram que fossem açoitados. | A multidão levantou-se à uma contra eles, e os pretores, rasgando-lhes os vestidos, mandaram açoitá-los com varas, | E a multidão se levantou juntamente contra elles, e os magistrados, rasgando-lhes os vestidos, mandaram açoital-os com varas, |
| 23 | E tendo sido lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse em segurança. | e, depois de lhes darem muitos açoites, lançaram-nos numa prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. | E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. |
| 24 | O qual, tendo recebido tal ordem, lançou-os na cela mais interna, e prendeu-lhes os pés no tronco. | Ele, tendo recebido tal ordem, lançou-os na prisão interior e apertou-lhes os pés no tronco. | O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no carcere mais interior, e lhes segurou os pés no tronco. |
| 25 | E perto da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando, e cantando hinos a Deus; e os outros presos os escutavam. | Mas, pela meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os presos escutavam-nos. | E, perto da meia noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hymnos a Deus, e os outros presos os escutavam. |
| 26 | E de repente houve um terremoto tão grande que os alicerces da prisão se moviam; e logo todas as portas se abriram, e todas as correntes que prendiam a todos se soltaram. | Subitamente, houve um grande terremoto, de modo que foram abalados os alicerces do cárcere; logo, se abriram todas as portas, e foram soltas as correntes de todos. | E de repente sobreveiu um tão grande terremoto, que os alicerces do carcere se moveram, e logo se abriram todas as portas e se soltaram as prisões de todos. |
| 27 | E o carcereiro, tendo acordado e visto abertas todas as portas da prisão; puxou a espada, e estava a ponto de se matar, pensando que os presos tinham fugido. | Tendo acordado o carcereiro e vendo abertas as portas da prisão, tirou da espada e ia suicidar-se, supondo que os presos haviam fugido. | E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirando da espada, quiz matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido. |
| 28 | Mas Paulo clamou em alta voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, porque todos nós estamos aqui. | Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, porque todos estamos aqui. | Porém Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. |
| 29 | E tendo pedido luzes, saltou para dentro, e termendo muito, ele se prostrou diante de Paulo e Silas. | O carcereiro, tendo pedido uma luz, saltou dentro da prisão, e, tremendo, lançou-se aos pés de Paulo e de Silas, | E, pedindo luz, saltou dentro, e, todo tremendo, se prostrou aos pés de Paulo e Silas. |
| 30 | E levando-os para fora, disse: Senhores, o que me é necessário fazer para eu me salvar? | e, tirando-os para fora, perguntou-lhes: Senhores, que me é necessário fazer para me salvar? | E, tirando-os para fóra, disse: Senhores, que me é necessario fazer para me salvar? |
| 31 | E eles lhe disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa. | Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa. | E elles disseram: Crê no Senhor Jesus Christo, e serás salvo, tu e a tua casa. |
| 32 | E lhe falaram da palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa. | Anunciaram-lhe a palavra de Deus e a todos os que estavam em sua casa. | E lhe fallavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa. |
| 33 | E ele, tomando-os consigo, naquela mesma hora da noite, lavou -lhes as feridas dos açoites, e logo foi batizado, ele e todos os seus. | Ele, naquela mesma hora da noite, tomando-os consigo, lavou-lhes as feridas e foi logo batizado, ele e todos os seus. | E, tomando-os elle comsigo n'aquella mesma hora da noite, lavou-lhes os açoites; e logo foi baptizado, elle e todos os seus. |
| 34 | E tendo os levado a sua casa, pôs comida diante deles à mesa; e alegrou-se muito, tendo crido em Deus com toda a sua casa. | Fazendo-os subir para sua casa, deu-lhes de comer e alegrou-se muito com toda a sua casa, por haver crido em Deus. | E, levando-os a sua casa, lhes poz a mesa; e, crendo em Deus, alegrou-se com toda a sua casa. |
| 35 | E sendo já de dia, os magistrados mandaram aos guardas, dizendo: Solta aqueles homens. | Quando amanheceu, os pretores enviaram lictores a dizer-lhe: Solta esses homens. | E, sendo já dia, os magistrados mandaram quadrilheiros, dizendo: Soltae aquelles homens. |
| 36 | E o carcereiro anunciou estas palavras a Paulo, dizendo : Os magistrados têm mandado vos soltar; portanto agora saí, e ide em paz. | O carcereiro referiu essas palavras a Paulo, dizendo: Os pretores mandaram soltar-vos. Agora, pois, saí e ide em paz. | E o carcereiro annunciou a Paulo estas palavras, dizendo: Os magistrados mandaram que vos soltasse; agora pois sahi, e ide em paz. |
| 37 | Mas Paulo lhes disse: Eles nos açoitaram publicamente, e sem sermos sentenciados, sendo nós homens romanos, lançaram-nos na prisão, e agora nos lançam fora às escondidas? Assim não! Mas que eles mesmos venham e nos tirem. | Mas Paulo disse aos lictores: Açoitaram-nos publicamente sem sermos condenados, sendo romanos, e lançaram-nos na prisão; e, agora, nos lançam fora secretamente? Pois não há de ser assim, mas venham eles mesmos e tirem-nos. | Porém Paulo disse-lhes: Açoitaram-nos publicamente e, sem ser sentenciados, sendo homens romanos, nos lançaram na prisão, e agora encobertamente nos lançam fóra? Não será assim; mas venham elles mesmos e tirem-nos para fóra. |
| 38 | E os guardas voltaram para dizer aos magistrados estas palavras; e eles temeram ao ouvirem que eram romanos. | Os lictores deram parte disso aos pretores. Estes temeram, ao saber que eles eram romanos, | E os quadrilheiros foram dizer aos magistrados estas palavras; e elles temeram, ouvindo que eram romanos. |
| 39 | E tendo vindo, rogaram-lhes; e tirando-os, pediram -lhes que saíssem da cidade. | e, vindo, procuraram conciliá-los; e, tirando-os para fora, pediam-lhes que se retirassem da cidade. | E, vindo, lhes rogaram; e, tirando-os para fóra, lhes pediram que saissem da cidade. |
| 40 | E eles, tendo saído da prisão, entraram na casa de Lídia; e vendo aos irmãos, consolaram-lhes; e saíram. | Eles, saindo da prisão, entraram na casa de Lídia, e, vendo os irmãos, consolaram-nos, e partiram. | E, saindo da prisão, entraram em casa de Lydia, e, vendo os irmãos, os confortaram, e depois partiram. |