Bíblia
Eclesiastes 1
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Palavras do Pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém. | Palavra do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém. | Palavras do prégador, filho de David, rei em Jerusalem: |
| 2 | Futilidade das futilidades! - diz o Pregador - futilidade das futilidades! Tudo é fútil! | Vaidade de vaidade, diz o Pregador. Vaidade de vaidade, tudo é vaidade. | Vaidade de vaidades! diz o prégador, vaidade de vaidades! é tudo vaidade. |
| 3 | Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol? | Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho com que se fadiga debaixo do sol? | Que vantagem tem o homem, de todo o seu trabalho, que elle trabalha debaixo do sol? |
| 4 | Geração vai, e geração vem; porém a terra permanece para sempre. | Uma geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre. | Uma geração vae, e outra geração vem; porém a terra para sempre permanece. |
| 5 | O sol nasce, e o sol se põe; e se apressa ao seu lugar onde nasceu. | Nasce o sol e põe-se o sol, dirigindo-se arquejante para o lugar em que vai nascer. | E nasce o sol, e põe-se o sol, e aspira ao seu logar d'onde nasceu. |
| 6 | O vento vai ao sul, e rodeia para o norte; continuamente o vento vai rodeando e voltando aos lugares onde circulou. | O vento vai em direção do sul e volta para o norte; volve-se, e revolve-se na sua carreira, e retoma os seus circuitos. | Vae para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vae girando o vento, e volta o vento sobre os seus giros. |
| 7 | Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar onde os ribeiros correm, para ali eles voltam a correr. | Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr. | Todos os ribeiros vão para o mar, e comtudo o mar não se enche: para o logar para onde os ribeiros vão, para ali tornam elles a ir |
| 8 | Todas estas coisas são tão cansativas, que ninguém consegue descrever; os olhos não ficam satisfeitos de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir. | Tudo está cheio de cansaço, que ninguém pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir. | Todas estas coisas se cançam tanto, que ninguem o póde declarar: os olhos se não fartam de vêr, nem se enchem os ouvidos de ouvir. |
| 9 | O que foi, isso será; e o que se fez, isso será feito; de modo que nada há de novo abaixo do sol. | O que tem sido é o que há de ser; e o que se tem feito é o que se há de fazer; nada há que seja novo debaixo do sol. | O que foi isso é o que ha de ser; e o que se fez isso se fará: de modo que nada ha de novo debaixo do sol. |
| 10 | Existe algo que se possa dizer: Vê isto, que é novo?Isso já existia nos tempos passados, que foram antes de nós. | Há alguma coisa de que se diz: Vê! Isto é novo? Ela já existiu nos séculos que foram antes de nós. | Ha alguma coisa de que se possa dizer: Vês isto, é novo? já foi nos seculos passados, que foram antes de nós. |
| 11 | Não há lembrança das coisas que já aconteceram; e das coisas que vão acontecer, também delas não haverá lembrança entre aqueles que vierem depois. | Não há memória das gerações passadas; nem as gerações futuras serão lembradas pelas que existirão depois delas. | Já não ha lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser tambem d'ellas não haverá lembrança, nos que hão de ser depois. |
| 12 | Eu o Pregador, me tornei rei sobre Israel em Jerusalém. | Eu, o Pregador, fui rei de Israel em Jerusalém. | Eu, o prégador, fui rei sobre Israel em Jerusalem. |
| 13 | E dei meu coração a investigar e pesquisar com sabedoria sobre tudo o que acontece abaixo do céu; esta cansativa ocupação Deus deu aos filhos dos homens, para que nela fossem forçados. | Apliquei o meu coração a inquirir e a investigar com sabedoria a respeito de tudo o que se faz debaixo do sol; duro trabalho que Deus deu aos filhos dos homens para nele se exercitarem. | E appliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto succede debaixo do céu: esta enfadonha occupação deu Deus aos filhos dos homens, para n'ella os exercitar. |
| 14 | Vi todas as obras que são feitas abaixo do sol, e eis que tudo é futilidade e aflição de espírito. | Tenho visto todas as obras que se fazem debaixo do sol; eis que tudo é vaidade e desejo vão. | Attentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e afflicção d'espirito. |
| 15 | O que é torto não pode ser endireitado; o que está em falta não pode ser contado. | O que é torto não se pode endireitar; e o que falta não se pode enumerar. | Aquillo que é torto não se póde endireitar; aquillo que falta não se póde contar. |
| 16 | Eu falei ao meu coração, dizendo: Eis que eu me tornei grande, e aumentei em sabedoria, sobre todos os que tinham sido antes de mim em Jerusalém; e meu coração experimentou uma abundância de sabedoria e conhecimento. | Eu falei no meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci e excedi em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. | Fallei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e augmentei em sabedoria, sobre todos os que houve antes de mim em Jerusalem: e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e a sciencia. |
| 17 | E dei meu coração para entender sabedoria, e para entender loucuras e tolices; e percebi que também isto era aflição. | Apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a ciência, a loucura e a estultícia; sei que também isso é desejo vão. | E appliquei o meu coração a entender a sabedoria e a sciencia, os desvarios e as doidices, e vim a saber que tambem isto era afflicção d'espirito. |
| 18 | Porque na muita sabedoria há muito aborrecimento, e aquele que aumenta em conhecimento aumenta em angústia. | Pois na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta a ciência aumenta a tristeza. | Porque na muita sabedoria ha muito enfado; e o que se augmenta em sciencia, accrescenta o trabalho. |