Bíblia
Ezequiel 1
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | E sucedeu que, aos trinta anos, no quarto mês , aos cinco do mês, estando eu em meio dos exilados, junto ao rio Quebar, os céus se abriram, e vi visões de Deus. | Ora, aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, aos cinco dias do mês, que, estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e tive visões de Deus. | E aconteceu que aos trinta annos, no quarto mez, no dia quinto do mez, estando eu no meio dos captivos, junto ao rio Chebar, se abriram os céus, e eu vi visões de Deus. |
| 2 | Aos cinco do mês, que foi no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim, | No quinto dia do mês, dia em que se completou o quinto ano do cativeiro do rei Jeoaquim, | No quinto dia do mez (que foi no quinto anno do captiveiro do rei Joachim), |
| 3 | verdadeiramente veio a palavra do SENHOR ao sacerdote Ezequiel, filho de Buzi, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e ali a mão do SENHOR esteve sobre ele. | veio, na verdade, a palavra de Jeová ao sacerdote Ezequiel, filho de Buzi, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e aí esteve sobre ele a mão de Jeová. | Veiu expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos chaldeos, junto ao rio de Chebar, e ali esteve sobre elle a mão do Senhor. |
| 4 | Então olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, e um fogo incandescente, e ao seu redor um resplendor, e no meio do fogo uma coisa que parecia como de âmbar, | Olhei, e eis que vinha do Norte um vento tempestuoso, uma grande nuvem com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e à roda dela, um resplendor, e, do meio dele, isto é, do meio do fogo, saía um como brilho de electro. | Então vi, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, e um fogo revolvendo-se n'ella, e um resplandor ao redor d'ella, e no meio d'ella havia uma coisa como de côr de ambar, que sahia do meio do fogo. |
| 5 | E no meio dela havia a semelhança de quatro animais; e esta era sua aparência; eles tinham semelhança humana. | Do meio dessa nuvem, também saía a semelhança de quatro criaturas viventes. Esta era a aparência delas, e nelas havia a semelhança de homem. | E do meio d'ella sahia a similhança de quatro animaes; e esta era a sua apparencia: Tinham a similhança de homens. |
| 6 | E cada um tinha quatro rostos, e cada um quatro asas. | Cada uma tinha quatro rostos e cada uma, quatro asas. | E cada um tinha quatro rostos, como tambem cada um d'elles quatro azas. |
| 7 | E suas pernas eram retas, e a planta de seus pés como a planta de pé de bezerro; e reluziam como o bronze polido. | As suas pernas eram direitas, e a planta dos seus pés era como a planta dos pés dum bezerro; e luziam como o brilho de latão polido. | E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés como a planta do pé d'uma bezerra, e luziam como a côr de cobre abrazado. |
| 8 | E tinham mãos humanas debaixo de suas asas, em seus quatro lados; assim os quatro tinham seus rostos e suas asas. | Debaixo das suas asas, tinham mãos de homens aos quatro lados; assim todas quatro tinham os seus rostos e as suas asas. | E tinham mãos de homem debaixo das suas azas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas azas. |
| 9 | Suas asas se juntavam umas às outras. Não viravam quando se moviam; cada um andava na direção de seu rosto. | As asas de cada uma uniam-se às de outra. Elas não se viravam quando iam; cada qual ia para adiante de si. | Uniam-se as suas azas uma á outra: não se viravam quando iam, e cada qual andava diante do seu rosto. |
| 10 | E a aparência de seus rostos era como rosto de homem; e rosto de leão à direita nos quatro; e à esquerda rosto de boi nos quatro; também havia nos quatro um rosto de águia; | Quanto à semelhança dos seus rostos, tinham a semelhança de homem; à mão direita, tinham as quatro o rosto de leão; e, à mão esquerda, o rosto de boi; também tinham o rosto de águia. | E a similhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e á mão direita todos os quatro tinham rosto de leão, e á mão esquerda todos os quatro tinham rosto de boi; e rosto de aguia todos os quatro. |
| 11 | Assim eram seus rostos. E suas asas estavam estendidas por cima, cada um duas, as quais se juntavam; e as outras duas cobriam seus corpos. | Os seus rostos e as suas asas estavam separados em cima. Cada uma tinha duas asas unidas às de outra; e duas cobriam os seus corpos. | E os seus rostos e as suas azas estavam divididas por cima: cada qual tinha duas azas juntas uma á outra, e duas cobriam os corpos d'elles. |
| 12 | E cada um se movia na direção de seu rosto; para onde o espírito se dirigia, eles iam; não viravam quando se moviam. | Ia cada uma para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam, quando iam. | E cada qual andava diante do seu rosto; para onde o espirito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam. |
| 13 | Quanto à semelhança dos animais, sua aparência era como pedaços de carvão acesos, como aparência de tochas acesas; o fogo se movia entre os animais; e brilhava intensamente, e do fogo saíam relâmpagos. | Quanto à semelhança das criaturas viventes, a sua aparência era como ardentes brasas de fogo, como a de labaredas. O fogo movia-se entre as criaturas viventes; o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos. | E, quanto á similhança dos animaes, o seu parecer era como de brazas de fogo ardentes, como uma apparencia d'alampadas: o fogo corria por entre os animaes, e o fogo resplandecia, e do fogo sahiam relampagos; |
| 14 | E os animais corriam e voltavam, à semelhança de relâmpagos. | As criaturas viventes corriam e voltavam como a aparência de um raio. | E os animaes corriam, e tornavam, á similhança dos relampagos. |
| 15 | E enquanto eu estava vendo os animais, eis que uma roda estava na terra junto aos animais, junto a seus quatro rostos. | Ora, quando eu estava olhando para as criaturas viventes, eis uma roda sobre a terra junto a cada uma das criaturas viventes, aos seus quatro lados. | E vi os animaes: e eis aqui uma roda na terra junto aos animaes, para cada um dos seus quatro rostos. |
| 16 | E a aparência das rodas, e sua feitura, era como da cor do berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; sua aparência e sua obra era como se uma roda estivesse no meio de outra roda. | A aparência das rodas e a obra delas era como o brilho de berilo, e era uma só semelhança a dos quatro; a sua aparência e a sua obra eram como se estivera uma roda no meio de outra roda. | O aspecto das rodas, e a obra d'ellas, era como côr de turqueza; e as quatro tinham uma mesma similhança: e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda. |
| 17 | Quando andavam, moviam-se sobre seus quatro lados; não viravam quando se moviam. | Quando iam, iam pelos seus quatro lados; não se viravam, quando iam. | Andando ellas, andavam pelos quatro lados d'elles; não se viravam quando andavam. |
| 18 | E seus aros eram altos e espantosos; e seus aros estavam cheios de olhos ao redor das quatro rodas . | Quanto às suas pinas, eram altas e formidáveis; e as pinas das quatro eram cheias de olhos ao redor. | E as suas costas eram tão altas, que mettiam medo; e estas quatro tinham as suas costas cheias de olhos ao redor. |
| 19 | E quando os animais andavam, as rodas andavam junto a eles: e quando os animais se levantavam da terra, levantavam-se também as rodas. | Quando as criaturas viventes iam, ao lado delas, iam as rodas; e, quando as criaturas viventes se elevavam da terra, elevavam-se as rodas. | E, andando os animaes, andavam as rodas ao pé d'elles; e, elevando-se os animaes da terra, elevavam-se tambem as rodas. |
| 20 | Para onde o espírito queria ir, iam, para onde era o espírito ia; e as rodas também se levantavam com eles, pois o espírito dos animais estava nas rodas. | Para onde o espírito havia de ir, iam elas; para lá, tinha de ir o espírito; e as rodas elevavam-se ao lado delas, porque o espírito da criatura vivente estava nas rodas. | Para onde o espirito havia de ir, iam; para lá havia o espirito de ir; e as rodas se elevavam defronte d'elles, porque o espirito de vida estava nas rodas. |
| 21 | Quando eles andavam, elas andavam; e quando eles paravam, elas paravam; e quando se levantavam da terra, as rodas se levantavam com eles; pois o espírito dos animais estava nas rodas. | Quando aquelas iam, iam estas; quando aquelas paravam, paravam estas; e, quando aquelas se elevavam da terra, ao lado delas, elevavam-se as rodas, porque o espírito da criatura vivente estava nas rodas. | Andando elles, andavam ellas, e, parando elles, paravam ellas, e, elevando-se elles da terra, elevavam-se tambem as rodas defronte d'elles; porque o espirito dos animaes estava nas rodas. |
| 22 | E sobre as cabeças dos animais havia algo semelhante a um firmamento, da cor de um cristal espantoso, estendido acima sobre suas cabeças. | Por cima das cabeças das criaturas viventes, havia a semelhança do firmamento, como o brilho do cristal terrível, estendido por cima, sobre as suas cabeças. | E sobre as cabeças dos animaes havia uma similhança de firmamento, como um aspecto de crystal terrivel, estendido por cima, sobre as suas cabeças. |
| 23 | E debaixo do firmamento estavam suas asas deles estendidas uma à outra; a cada um tinha duas, e outras duas com que cobriam seus corpos. | Debaixo do firmamento, as suas asas estavam direitas, uma de encontro à outra; e cada uma tinha duas asas que lhe cobriam o corpo de um e de outro lado. | E debaixo do firmamento estavam as suas azas direitas uma para a outra: cada um tinha duas, que lhe cobriam o corpo de uma banda; e cada um tinha outras duas, que os cobriam da outra banda. |
| 24 | E ouvi o ruído de suas asas quando se moviam, como o som de muitas águas, como a voz do Onipotente, o ruído de uma multidão, como o som de um exército. Quando paravam, abaixavam suas asas. | Quando elas iam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de grandes águas, como a voz do Todo-Poderoso, o ruído de tumulto, como o ruído de um exército; quando paravam, abaixavam as suas asas. | E, andando elles, ouvi o ruido das suas azas, com o ruido de muitas aguas, como a voz do Omnipotente, a voz d'um estrondo, como o estrepito de um exercito: parando elles, abaixavam as suas azas. |
| 25 | E quando se paravam e abaixavam suas asas, ouvia-se uma voz de cima do firmamento que estava sobre suas cabeças. | Ouvia-se uma voz por cima do firmamento que estava por cima das suas cabeças; quando paravam, abaixavam as suas asas. | E ouviu-se uma voz por cima do firmamento, que ficava por cima das suas cabeças: parando elles, abaixavam as suas azas. |
| 26 | E acima do firmamento que estava sobre suas cabeças, havia a figura de um trono, que parecia com a pedra de safira; e sobre a figura do trono havia uma semelhança que parecia com um homem sentado acima dele. | Sobre o firmamento que estava por cima das suas cabeças, havia a semelhança de trono, como a aparência de pedra de safira; e, sobre a semelhança do trono, havia uma semelhança, como a aparência de homem. | E por cima do firmamento, que ficava por cima das suas cabeças, havia uma similhança de throno, como d'uma saphira; e sobre a similhança do throno uma similhança ao aspecto d'um homem, que estava por cima, sobre elle. |
| 27 | E vi o que parecia com o âmbar, com a aparência de fogo ao seu redor do lado de dentro, da aparência de sua cintura para cima; e de sua cintura para baixo, vi que parecia como fogo, e havia um resplendor ao redor dele; | Vi um como brilho de electro, como a aparência de fogo por dentro em circunferência. Desde a aparência dos seus lombos e daí para cima e desde a aparência dos seus lombos e daí para baixo, vi uma como aparência de fogo, e havia resplendor ao redor dele. | E vi como a côr de ambar, como o aspecto do fogo pelo interior d'elle, desde o aspecto dos seus lombos, e d'ahi para cima; e, desde o aspecto dos seus lombos e d'ahi para baixo, vi como a similhança do fogo, e um resplandor ao redor d'elle. |
| 28 | Tal como a aparência do arco celeste, que surge nas nuvens em dia de chuva, assim era o aparência do resplendor ao redor. Esta foi a visão da semelhança da glória do SENHOR. E quando eu a vi, caí sobre meu rosto, e ouvi voz de um que falava. | Como a aparência do arco que se vê na nuvem no dia de chuva, assim era a aparência do resplendor em roda. Esta era a aparência da semelhança da glória de Jeová. Quando a vi, caí com o rosto em terra e ouvi uma voz de quem falava. | Como o aspecto do arco que apparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplandor em redor: este era o aspecto da similhança da gloria do Senhor: e, vendo-a eu, cahi sobre o meu rosto, e ouvi a voz de quem fallava. |