Bíblia
Hebreus 6
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Portanto deixemos os tópicos elementares da doutrina de Cristo, e prossigamos adiante até a maturidade, sem lançarmos de novo o fundamento da conversão de obras mortas, e da fé em Deus, | Por isso, deixando a doutrina dos princípios elementares de Cristo, passemos à perfeição, não lançando de novo o fundamento de arrependimento de obras mortas e de fé em Deus, | Pelo que, deixando os rudimentos da doutrina de Christo, prosigamos até á perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento das obras mortas e da fé em Deus, |
| 2 | da doutrina dos batismos, da imposição das mãos, da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno. | o ensino sobre batismos e imposição de mãos, sobre ressurreição de mortos e sobre juízo eterno. | Da doutrina dos baptismos, e da imposição das mãos, e da resurreição dos mortos, e do juizo eterno. |
| 3 | E isso faremos, se Deus permitir. | Isso faremos, se Deus o permitir. | E isto faremos, se Deus o permittir. |
| 4 | Pois é impossível que os que uma vez foram iluminados, e experimentaram o dom celestial, e foram feitos participantes do Espírito Santo, | Pois é impossível que os que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, | Porque é impossivel que os que já uma vez foram illuminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espirito Sancto, |
| 5 | e experimentaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo futuro; | e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, | E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do seculo futuro, |
| 6 | e então caíram, outra vez renová-los para o arrependimento, porque estão novamente crucificando o Filho de Deus para si mesmos, e o expondo à vergonha pública. | e depois caíram, impossível é renová-los outra vez para o arrependimento, visto que eles crucificam de novo para si o Filho de Deus e o expõem à ignomínia. | E vieram a recair, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a elles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vituperio. |
| 7 | Pois a terra que absorve a chuva que com frequência vem sobre ela, e produz vegetação proveitosa para aqueles por quem e lavrada, recebe a bênção de Deus. | Pois a terra que tem embebido a chuva que cai muitas vezes sobre ela e produz ervas úteis àquelas por quem é também lavrada recebe de Deus a bênção; | Porque a terra que embebe a chuva que muitas vezes cae sobre ella, e produz herva proveitosa para aquelles por quem é lavrada, recebe a benção de Deus: |
| 8 | Contudo, se ela produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição. O seu fim é ser queimada. | mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, está perto de maldição, e o seu fim é ser queimada. | Mas a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição; cujo fim é ser queimada. |
| 9 | Mas, ainda que estejamos falando assim, quanto a vós mesmos, amados, confiamos melhores coisas, relacionadas à salvação. | Porém, quanto a vós, amados, estamos persuadidos de coisas melhores e mais vizinhas à salvação, ainda que assim falamos. | Porém de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim fallamos. |
| 10 | Pois Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do amor que mostrastes para com o nome dele, quando servistes aos santos, e continuais a servir. | Pois Deus não é injusto para se esquecer do vosso trabalho e da caridade que mostrastes para com seu nome, quando servistes e ainda servis aos santos. | Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho da caridade que para com o seu nome mostrastes, emquanto ministrastes aos sanctos; e ainda ministraes. |
| 11 | Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo empenho até o fim, para que a vossa esperança seja completa; | Desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo, para complemento da sua esperança até o fim; | Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança; |
| 12 | a fim de que não vos torneis negligentes, mas sim, imitadores dos que pela fé e pela paciência herdam as promessas. | para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, por fé e por paciência, herdam as promessas. | Para que vos não façaes negligentes, mas sejaes imitadores dos que pela fé e paciencia herdam as promessas. |
| 13 | Pois Deus, quando prometeu a Abraão, como ninguém maior havia por quem jurar, jurou por si mesmo, | Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, como não teve outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo, | Porque, quando Deus fez a promessa a Abrahão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo, |
| 14 | dizendo: Certamente muito te abençoarei, e muito te multiplicarei. | dizendo: Certamente, abençoando, te abençoarei e, multiplicando, te multiplicarei; | Dizendo: Certamente, abençoando-te, abençoarei, e, multiplicando-te, multiplicarei. |
| 15 | E assim, esperando pacientemente, Abraão obteve a promessa. | assim, tendo Abraão esperado com paciência, alcançou a promessa. | E assim, esperando com paciencia, alcançou a promessa. |
| 16 | Pois as pessoas juram por alguém maior, e o juramento como confirmação é o fim de todo conflito entre elas. | Pois os homens juram pelo que é maior que eles, e o juramento para confirmação é para eles o fim de todas as contendas. | Porque os homens certamente juram por alguem superior a elles, e o juramento para confirmação é, para elles, o fim de toda a contenda. |
| 17 | Assim Deus, querendo mostrar mais abundantemente a imutabilidade de sua intenção aos herdeiros da promessa, garantiu com um juramento; | Por isso, Deus, determinando mais abundantemente mostrar aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu conselho, interpôs um juramento, | Pelo que, querendo Deus mostrar mais abundantemente a immutabilidade de seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpoz com juramento; |
| 18 | a fim de que, por meio de duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, nós, que buscamos refúgio, tenhamos encorajamento para agarrar a esperança posta diante de nós . | para que, por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos uma poderosa consolação, nós que, como refúgio, nos temos apressado em lançar mão da esperança proposta, | Para que por duas coisas immutaveis, nas quaes é impossivel que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refugio em reter a esperança proposta; |
| 19 | Temos essa esperança como uma segura e firme âncora da alma, que entra ao interior, além do véu, | a qual temos como âncora segura e firme da alma e que entra também no interior do véu, | A qual temos como uma ancora da alma segura e firme, e que entra até dentro do véu, |
| 20 | onde, como precursor, Jesus entrou para nosso benefício, pois ele se tornou Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. | onde Jesus, como precursor, entrou por nós, quando se tornou sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. | Onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente summo sacerdote, segundo a ordem de Melchisedec. |