Bíblia
Isaías 10
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Ai dos que decretam ordenanças injustas, e dos que escribas que escrevem coisas opressivas, | Ai dos que fazem decretos injustos e dos escrivães que registram a opressão, | Ai dos que ordenam ordenanças injustas, e dos que prescrevem trabalho aos escrivães. |
| 2 | Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos. | para desviarem do juízo aos necessitados e para arrebatarem dos pobres do meu povo o direito, a fim de que as viúvas sejam o seu despojo e os órfãos, a sua presa! | Para desviarem aos pobres do seu direito, e para arrebatarem o direito dos afflictos do meu povo, para despojarem as viuvas e para roubarem os orphãos! |
| 3 | Mas que fareis no dia da visitação e da assolação, que virá de longe? A quem recorrereis por socorro? E onde deixareis vossa glória? | Que fareis no dia da visitação e na desolação que vem de longe? A quem recorrereis? E onde deixareis a vossa glória? | Mas que fareis vós-outros no dia da visitação, e da assolação, que ha de vir de longe? a quem vos refugiareis para obter soccorro, e onde deixareis a vossa gloria? |
| 4 | Nada podem fazer ,a não ser se abaterem entre os presos, e caírem entre os mortos. Com tudo isto, sua ira não cessará, e sua mão ainda está estendida. | Terão de curvar-se debaixo dos presos e cair debaixo dos mortos. Com tudo isso, não se aplacou a sua ira, mas a sua mão ainda está estendida. | Sem que cada um se abata entre as prezas, e caia entre os mortos? Com tudo isto a sua ira se não apartou, mas ainda está estendida a sua mão. |
| 5 | Ai da Assíria, a vara de minha ira; porque minha indignação é pão em suas mãos. | Ai de Assur, vara da minha ira, em cujas mãos o bordão é a minha indignação! | Ai da Assyria! a vara da minha ira: porque a minha indignação é o bordão nas suas mãos. |
| 6 | Eu a enviarei contra um povo corrompido, e lhe darei ordem contra um povo do qual me enfureço; para que roube ao roubo, e despoje ao despojo, e para que o pisem como a lama das ruas; | Enviá-lo-ei contra uma nação profana e despachá-lo-ei contra o povo do meu furor, para tomar o despojo, para arrebatar a presa e para os pisar como a lama das ruas. | Envial-o-hei contra uma nação hypocrita, e contra o povo do meu furor lhe darei ordem, para que lhe roube o roubo, e lhe despoje o despojo, e o ponha para ser pisado aos pés, como a lama das ruas: |
| 7 | Ainda que ela não pense assim, nem pretenda isso seu coração; em vez disso, deseja em seu coração destruir e eliminar não poucas nações. | Todavia, não julga assim ele, nem pensa assim o seu coração; porém está no seu coração o destruir e exterminar não poucas nações. | Ainda que elle não cuide assim, nem o seu coração assim o imagine: antes no seu coração intentará destruir e desarraigar nações não poucas. |
| 8 | Pois diz: Por acaso os meus generais, não são todos eles reis? | Pois diz: Porventura, não são os meus príncipes, de todo, reis? | Porque diz: Porventura todos os meus principes não são elles reis? |
| 9 | Não é Calno como Carquemis? Não é Hamate como Arpade? Não é Samaria como Damasco? | Não é Calno como Carquemis? não é Hamate como Arpade? Não é Samaria como Damasco? | Não é Calno como Carchemis? não é Hamath como Arphad? e Samaria como Damasco? |
| 10 | Assim como minha mão tomou aos reinos dos ídolos, cujas imagens eram melhores que Jerusalém e as de Samaria, | Do mesmo modo que a minha mão achou os reinos dos ídolos (as suas imagens esculpidas excederam as de Jerusalém e de Samaria.) — | Como a minha mão achou os reinos dos idolos, ainda que as suas imagens de vulto fossem melhores do que as de Jerusalem e de que as de Samaria. |
| 11 | Por acaso não farei eu a Jerusalém e a seus ídolos da mesma maneira que fiz a Samaria e a seus ídolos? | não farei eu também a Jerusalém e aos seus ídolos como tenho feito a Samaria e aos seus ídolos? | Porventura como fiz a Samaria e aos seus idolos, não faria eu tambem assim a Jerusalem e aos seus idolos? |
| 12 | Porque acontecerá que, quando o Senhor tiver acabado toda sua obra no monte de Sião em Jerusalém, então: Visitarei para castigar o fruto da arrogância da rei da Assíria e a pompa do orgulho de seus olhos. | Quando o Senhor tiver cumprido toda a sua obra no monte de Sião e em Jerusalém, visitarei sobre o rei da Assíria o fruto da arrogância do seu coração e a glória da altivez dos seus olhos. | Porque acontecerá que, havendo o Senhor acabado toda a sua obra no monte de Sião e em Jerusalem, então visitarei o fructo da arrogante grandeza do coração do rei da Assyria e a pompa da altivez dos seus olhos. |
| 13 | Pois ele diz: Fiz isso com a força de minha mão e com minha sabedoria, pois sou esperto; e tirei as fronteiras dos povos, e roubei seus bens, e como guerreiro abati aos moradores. | Porquanto ele disse: Eu o fiz pela força da minha mão e pela minha sabedoria, pois sou entendido; removi os termos do povo, roubei os seus tesouros e, como homem valente, abati os que se assentavam sobre tronos. | Porquanto disse: Com a força da minha mão o fiz, e com a minha sabedoria, porque sou entendido: e terei os limites dos povos, e roubei a sua provisão, e como valente abati aos moradores. |
| 14 | E minha mão tomou as riquezas dos povos como a um ninho; e como se juntam ovos abandonados, assim eu juntei toda a terra; e não houve quem movesse asa, ou abrisse boca, ou fizesse ruído. | A minha mão achou como a um ninho as riquezas dos povos; como se ajuntam os ovos que são abandonados, assim ajuntei eu toda a terra; não houve quem movesse a asa, nem abrisse a boca, nem chilrasse. | E achou a minha mão as riquezas dos povos como a um ninho, e como se ajuntam os ovos deixados, assim eu ajuntei a toda a terra, e não houve quem movesse a aza, ou abrisse a bocca, ou chilrasse. |
| 15 | Por acaso o machado se glorificará contra aquele que com ele corta? Ou a serra se engrandecerá contra aquele que a manuseia? Seria como se fosse o bastão que movesse aos que o levantam, como se a vara fosse capaz de levantar, como se ela não fosse apenas madeira. | Porventura, gloriar-se-á o machado contra o que corta com ele? Porventura, engrandecer-se-á a serra contra o que a põe em movimento? Isso seria, como se a vara movesse os que a levantam ou como se o bordão levantasse aquele que não é pau. | Porventura gloriar-se-ha o machado contra o que corta com elle? ou presumirá a serra contra o que puxa por ella? como se o bordão movesse aos que o levantam, ou a vara se levantasse como não sendo pau? |
| 16 | Por isso o Senhor DEUS dos exércitos enviará magreza entre seus gordos; e em lugar de sua glória ele inflamará um incêndio, como um incêndio de fogo. | Por isso, o Senhor Jeová dos Exércitos enviará magreza entre os gordos dele, e debaixo da sua glória se acenderá uma queima como a queima do fogo. | Pelo que o Senhor, o Senhor dos Exercitos, enviará magreza entre os seus gordos, e debaixo da sua gloria accenderá incendio, como incendio de fogo. |
| 17 | E a Luz de Israel virá a ser fogo, e seu Santo, labareda, que queima e consome seus espinhos e seus cardos em um dia. | A luz de Israel tornar-se-á fogo, e o seu Santo, labareda; num só dia, serão abrasados e devorados os espinhos dele e os seus abrolhos. | Porque a Luz d'Israel virá a ser por fogo e o seu Sancto por labareda, que abraze e consuma os seus espinheiros e as suas sarças n'um dia. |
| 18 | Também consumirá a glória de sua floresta, e de seu campo fértil, desde a alma até a carne; e será como quando um doente se definha. | A glória do seu bosque e do seu jardim será consumida, tanto a alma como a carne; e será como quando um doente vai definhando. | Tambem consumirá a gloria da sua brenha, e do seu campo fertil, desde a alma até á carne, e será como quando o porta-bandeira se desmaia. |
| 19 | E o resto das árvores de sua floresta será tão pouco em número, que um menino será capaz de contá-las. | O resto das árvores do seu bosque será tão pouco em número, que um menino as possa escrever. | E o resto das arvores da sua brenha será tão pouco em numero, que um menino as possa escrever. |
| 20 | E acontecerá naquele dia, que os restantes de Israel e os que escaparam da casa de Jacó nunca mais confiarão naquele que os feriu; ao invés disso, confiarão verdadeiramente no SENHOR, o Santo de Israel. | Naquele dia, o resto de Israel e os da casa de Jacó que tiverem escapado não tornarão a estribar-se sobre aquele que os feriu, mas estribar-se-ão em verdade sobre Jeová, o Santo de Israel. | E acontecerá n'aquelle dia que os residuos d'Israel, e os escapados da casa de Jacob, nunca mais se estribarão sobre o que os feriu: antes se estribarão verdadeiramente sobre o Senhor, o Sancto d'Israel. |
| 21 | Os restantes se converterão, os restantes de Jacó, ao Deus Forte. | O resto, sim o resto de Jacó voltará para Deus Poderoso. | Os residuos se converterão, os residuos, digo, de Jacob, ao Deus forte. |
| 22 | Porque ainda que teu povo, ó Israel, seja como a areia do mar, apenas o restante dele se converterá; a destruição já está decretada, transbordante em justiça. | Pois ainda que o teu povo, ó Israel, seja como a areia do mar, apenas um resto dele voltará; uma consumação está determinada, trasbordando em justiça. | Porque ainda que o teu povo, ó Israel, seja como a areia do mar, todavia só um resto d'elle se converterá: já a destruição está determinada, trasbordando em justiça. |
| 23 | Pois a destruição que foi decretada, o Senhor DEUS dos exércitos a executará no meio de toda a terra. | Pois uma consumação, e esta já determinada, o Senhor Jeová dos Exércitos a executará no meio de toda a terra. | Porque determinada já a destruição, o Senhor Jehovah dos Exercitos a executará no meio de toda esta terra. |
| 24 | Por isso assim diz o Senhor DEUS dos exércitos: Não temas, povo meu, que habita em Sião, ao assírio, quando te ferir com vara, e contra ti levantar seu bastão da maneira dos egípcios. | Portanto, assim diz o Senhor Jeová dos Exércitos: Ó povo meu, que habitas em Sião, não temas a Assur, ainda que te fira com a vara e levante contra ti o seu bordão, ao modo do Egito. | Pelo que assim diz o Senhor Jehovah dos Exercitos: Não temas, povo meu, que habitas em Sião, á Assyria, quando te ferir com a vara, e contra ti levantar o seu bordão ao modo dos egypcios, |
| 25 | Pois em breve se completará a indignação e a minha ira, para os consumir. | Pois ainda um pouquinho, e será cumprida a indignação, e a minha ira servirá para os consumir. | Porque d'aqui a bem pouco se cumprirão a minha indignação e a minha ira, para os consumir. |
| 26 | Pois o SENHOR dos exércitos levantará um açoite contra ele, como a matança de Midiã junto à rocha de Orebe; e sua vara estará sobre o mar, a qual ele levantará da maneira que ele fez aos egípcios. | Jeová dos Exércitos suscitará contra ele um flagelo, como na matança de Midiã junto à rocha de Orebe; a sua vara estará sobre o mar, e ele a levantará ao modo do Egito. | Porque o Senhor dos Exercitos levantará um açoite contra elle, qual a matança de Midian junto á rocha d'Oreb, e qual a sua vara sobre o mar, que levantará ao modo dos egypcios. |
| 27 | E acontecerá naquele dia, que sua carga será tirada de teu ombro, e seu jugo de teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção. | Naquele dia, a carga dele se retirará dos teus ombros, e o seu jugo, do teu pescoço e o jugo será quebrado por causa da gordura. | E acontecerá, no mesmo dia, que tirará a sua carga do teu hombro, e o seu jugo do teu pescoço: e o jugo será despedaçado por amor do ungido. |
| 28 | Eles, os assírios ,chegaram a Aiate, passaram por Migrom, em Micmás puseram seus instrumentos. | Assur vem a Aiate, passa por Migrom; em Micmás, deixa depositada a sua bagagem. | Já vem chegando a Aiath, já vae passando por Migron, e em Michmas lança a sua bagagem. |
| 29 | Passaram o vau, se abrigaram em Geba. Ramá está tremendo, Gibeá de Saul está fugindo. | Atravessam o desfiladeiro, já se alojam em Geba; Ramá treme, Gibeá de Saul foge. | Já vão passando o vau, já se alojam em Geba: já Rama treme, e Gibeah de Saul vae fugindo. |
| 30 | Grita com tua voz, ó filha de Galim! Ouve, Laís! Pobre de ti, Anatote! | Levanta a tua voz em gritos, filha de Galim! Escuta, Laís! Pobrezinha de Anatote! | Grita altamente com a tua voz, ó filha de Gallim! ouve ó Lais! ó tu pobre Anathoth. |
| 31 | Madmena foge; os moradores de Gebim procuram refúgios. | Madmena vai-se; os moradores de Gebim salvam-se pela fuga. | Já Madmena se foi, os moradores de Gebim vão fugindo em bandos. |
| 32 | Ainda hoje parará em Nobe; moverá sua mão contra o monte da Filha de Sião, o morro de Jerusalém. | Hoje mesmo, parará em Nobe; moverá a sua mão contra o monte da filha de Sião, o outeiro de Jerusalém. | Ainda um dia parará em Nob: moverá a sua mão contra o monte da filha de Sião, o outeiro de Jerusalem. |
| 33 | Eis que o Senhor DEUS dos exércitos cortará os galhos com violência; e os de alta estatura serão cortados, e os elevados serão abatidos. | Eis que o Senhor Jeová dos Exércitos cortará os ramos com grande violência; os altos de estatura serão cortados, e os elevados serão abatidos. | Porém eis-que o Senhor Jehovah dos Exercitos decotará os ramos com violencia, e os de alta estatura serão cortados, e os altivos serão abatidos. |
| 34 | E cortará os emaranhados da floresta com machado de ferro; e o Líbano cairá pelo Grandioso. | Cortará as brenhas do bosque com ferro, e o Líbano cairá pela mão de um poderoso. | E cortará com o ferro a espessura da brenha, e o Libano cairá á mão de um poderoso. |