Bíblia
Isaías 23
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Revelação sobre Tiro:Uivai, navios de Társis, pois ela está arruinada, sem sobrar casa alguma, nem entrada nela . Desde a terra do Chipre isto lhes foi informado. | A sentença acerca de Tiro. Uivai, navios de Társis, porque ela está desolada, de modo que não há casa nem entrada. Da terra de Quitim foi-lhes isso revelado. | Pezo de Tyro. Uivai, navios de Tharsis, porque já assolada está até n'ella casa nenhuma mais ficar e n'ella ninguem mais entrar: desde a terra de Chittim lhes foi isto revelado. |
| 2 | Calai-vos, moradores do litoral; vós mercadores de Sidom, que vos enchíeis pelos que atravessavam o mar. | Calai-vos, habitantes da região da costa, e tu que foste enriquecido pelos negociantes de Sidom, que passam pelo mar. | Calae-vos, moradores da ilha, vós a quem encheram os mercadores de Sidon, navegando pelo mar. |
| 3 | E sua renda era os grãos de Sior, a colheita do Nilo, que vinha por muitas águas. Ela era o centro de comércio das nações. | Por sobre grandes águas, foi-lhe trazida a semente de Sior, a messe do Nilo; ela se tornou o mercado das nações. | E a sua provisão era a semente de Sichor, que vinha com as muitas aguas da sega do rio, e era a feira das nações. |
| 4 | Envergonha-te, Sidom; pois o mar falou, a fortaleza do mar disse: Eu não tive dores de parto, nem de mim nasceu criança; nunca criei meninos nem eduquei virgens. | Envergonha-te, Sidom, porque o mar, a fortaleza do mar, disse: Não tive dores de parto, nem dei à luz, nem criei mancebos, nem eduquei donzelas. | Envergonha-te, ó Sidon, porque já o mar, a fortaleza do mar, falla, dizendo: Eu não tive dôres de parto, nem pari, nem ainda creei mancebos, nem eduquei donzellas. |
| 5 | Quando as notícias chegarem ao Egito, eles se angustiarão com as informações de Tiro. | Quando chegar essa notícia ao Egito, doer-se-ão os homens pela notícia de Tiro. | Como com as novas do Egypto, assim haverá dôres quando se ouvirem as de Tyro. |
| 6 | Passai-vos a Társis; uivai, moradores do litoral! | Passai a Társis; uivai, habitantes da região da costa. | Passae a Tharsis: uivae, moradores da ilha. |
| 7 | É esta a vossa alegre cidade? A que existia desde os tempos antigos? Eram os pés dela que a levavam para alcançar lugares distantes? | É esta, porventura, a vossa cidade alegre, cuja origem é dos dias antigos, cujos pés a levavam para longe a peregrinar? | É esta porventura a vossa cidade que andava pulando de alegria? cuja antiguidade é dos dias antigos? pois leval-a-hão os seus proprios pés para longe andarem a peregrinar. |
| 8 | Quem foi, pois, que determinou isto contra Tiro, a que dava coroas, que cujos mercadores eram príncipes, e cujos comerciantes eram os mais ilustres da terra? | Quem formou esse desígnio contra Tiro, distribuidora de coroas, cujos negociantes são príncipes e cujos mercadores os ilustres da terra? | Quem formou este designio contra Tyro, a coroadora? cujos mercadores são principes e cujos negociantes os mais nobres da terra? |
| 9 | Foi o SENHOR dos exércitos que determinou isto, para envergonhar o orgulho de sua beleza, e humilhar a todos os ilustres da terra. | Jeová dos Exércitos formou esse desígnio para profanar a soberba de toda a glória e para reduzir à ignomínia todos os ilustres da terra. | O Senhor dos Exercitos formou este designio para profanar a soberba de todo o ornamento, e envilecer os mais nobres da terra. |
| 10 | Passa-te como o rio à tua terra, ó filha de Társis, pois já não há mais fortaleza. | Inunda a tua terra como o Nilo, filha de Társis; já não há mais o que te cinja. | Passa-te como rio pela tua terra, ó filha de Tharsis, pois já não ha precinta. |
| 11 | Ele estendeu sua mão sobre o mar, e abalou aos reinos; o SENHOR deu uma ordem contra Canaã, para destruir suas fortalezas. | A sua mão, ele a estendeu sobre o mar, abalou os reinos; Jeová deu ordens a respeito de Canaã, que se lhe destruíssem as fortalezas. | A sua mão estendeu sobre o mar, e turbou os reinos: o Senhor deu mandado contra Canaan, que se destruissem as suas fortalezas. |
| 12 | E disse: Nunca mais te encherás de alegria, ó oprimida virgem, filha de Sidom; levanta-te, passa ao Chipre; e alinda ali não terás descanso. | Ele disse: Não continuarás mais a te regozijar, ó oprimida filha virgem de Sidom; levanta-te e passa a Quitim; ainda ali não terás descanso. | E disse: Nunca mais pularás de alegria, ó opprimida donzella, filha de Sidon: levanta-te, passa a Chittim, e ainda ali não terás descanço. |
| 13 | Olhai para a terra dos Caldeus, este que deixou de ser povo. A Assíria a fundou para os que moravam no deserto; levantaram suas fortalezas, e derrubaram seus palácios; transformou-a em ruínas. | Eis a terra dos caldeus; esse povo não existe mais; a Assíria tem-na destinado para as feras do deserto. Levantaram as suas torres de sítio, derrubaram os palácios dela; ela ficou reduzida a ruínas. | Vêde a terra dos chaldeos, ainda este povo não era povo; a Assyria o fundou para os que moravam no deserto: levantaram as suas fortalezas, e edificaram os seus paços; porém a arruinou de todo. |
| 14 | Uivai, navios de Társis; porque destruída está vossa fortaleza. | Uivai, navios de Társis, porque está desolada a vossa fortaleza. | Uivae, navios de Tharsis, porque já é destruida a vossa força. |
| 15 | E será naquele dia, que Tiro será esquecida por setenta anos, como dias de um rei; mas ao fim de setenta anos, haverá em Tiro algo como a canção da prostituta: | Naquele dia, Tiro será posta em esquecimento por setenta anos, como os dias de um só rei. Depois de findos os setenta anos, sucederá a Tiro o que se diz no cântico da meretriz: | E será n'aquelle dia que Tyro será posta em esquecimento por setenta annos, como os dias d'um rei: porém no fim de setenta annos haverá em Tyro cantigas, como a cantiga d'uma prostituta. |
| 16 | Toma uma harpa, rodeia a cidade, ó prostituta esquecida; toca boa música, e canta várias canções, para que tu sejas lembrada. | Toma a harpa e anda em torno da cidade, ó meretriz entregue ao esquecimento; toca bem, canta muitos cânticos, para que haja memória de ti. | Toma a harpa, rodeia a cidade, ó prostituta entregue ao esquecimento; toca bem, canta e repete a aria, para que haja memoria de ti. |
| 17 | Pois será que, ao fim de setenta anos, o SENHOR visitará a Tiro, e voltará à sua atividade, prostituindo-se com todos os reinos do mundo que há sobre a face da terra. | Findos os setenta anos, visitará Jeová a Tiro; ela tornará à sua ganância e fornicará com todos os reinos do mundo sobre a face da terra. | Porque será no fim de setenta annos que o Senhor visitará a Tyro, e se tornará á sua ganancia de prostituta, e fornicará com todos os reinos da terra que ha sobre a face da terra. |
| 18 | Mas seu comércio e seus ganhos como prostituta serão consagrados ao SENHOR; não serão guardados nem depositados; mas seu comércio será para os que habitam perante o SENHOR, para que comam até se saciarem, e tenham roupas de boa qualidade. | Serão as suas negociações e as suas ganâncias consagradas a Jeová. Não serão entesouradas, nem guardadas, porque as suas negociações serão para os que habitam perante Jeová, a fim de que comam até se saciarem e tenham vestimenta esplêndida. | E o seu commercio e a sua ganancia de prostituta será consagrado ao Senhor; não se enthesourará, nem se fechará; mas o seu commercio será para os que habitam perante o Senhor, para que comam até se saciarem, e tenham vestimenta duravel. |