Bíblia
Isaías 32
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Eis que um rei reinará com justiça, e príncipes governarão conforme o juízo. | Eis que, em justiça, reinará um rei, e, em retidão, governarão príncipes. | Eis ahi está que reinará um Rei em justiça, e dominarão os principes segundo o juizo. |
| 2 | E cada homem será como um abrigo contra o vento, e refúgio contra a tempestade; como ribeiros de águas em lugares secos, como a sombra de uma grande rocha num lugar deserto. | Um varão servirá de abrigo contra o vento, de esconderijo contra a tempestade, de rios de água numa terra árida e de sombra de uma grande penha numa terra sedenta. | E será aquelle Varão como um esconderijo contra o vento, e um refugio contra a tempestade, como ribeiros d'aguas em logares seccos, e como a sombra d'uma grande rocha em terra sedenta. |
| 3 | E os olhos dos que vem não se ofuscarão; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos. | Os olhos dos que veem não se ofuscarão, e os ouvidos dos que ouvem escutarão. | E os olhos dos que veem não olharão para traz: e os ouvidos dos que ouvem estarão attentos. |
| 4 | E o coração dos imprudentes entenderá o conhecimento, e a língua dos gagos estará pronta para falar com clareza. | Também o coração dos temerários entenderá o conhecimento, e a língua dos gagos estará pronta a falar distintamente. | E o coração dos imprudentes entenderá a sabedoria; e a lingua dos gagos estará prompta para fallar distinctamente. |
| 5 | Nunca mais o tolo será chamado de nobre, nem o avarento de generoso; | O tolo não será mais chamado nobre, nem o fraudulento será mais intitulado generoso. | Ao louco nunca mais se chamará liberal; e do avarento nunca mais se dirá que é generoso. |
| 6 | Pois o tolo fala tolices, e seu coração opera maldade, para praticar perversidade e falar enganos contra o SENHOR, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento não tenha o que beber. | Pois o tolo falará tolices, e o seu coração obrará a iniquidade, para praticar a profanidade e proferir erros contra Jeová, para deixar vazia a alma do faminto e fazer faltar a bebida ao sedento. | Porque o louco falla louquices, e o seu coração obra a iniquidade, para usar d'hypocrisia, e para fallar erros contra o Senhor, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento venha a ter falta de beber. |
| 7 | Os instrumentos do avarento são maléficos; ele trama planos malignos para destruir aos aflitos com palavras falsas, mesmo quando o pobre fala com justiça. | Também as maquinações do fraudulento são más; é ele quem forma planos sinistros para perder os mansos com palavras mentirosas, ainda quando o pobre fala o que é justo. | Tambem todos os instrumentos do avarento são maus: elle maquina invenções malignas, para destruir os afflictos com palavras falsas, como tambem ao juizo, quando o pobre chega a fallar. |
| 8 | Mas o nobre pensa em coisas nobres, e em coisas nobres ele permanece. | O nobre, porém, forma planos nobres e neles permanecerá. | Mas o liberal projecta liberalidade, e pela liberalidade está em pé. |
| 9 | Levantai-vos, mulheres que estais em repouso, e ouvi a minha voz; ó filhas, que estais tão confiantes, dai ouvidos às minhas palavras: | Levantai-vos, mulheres indolentes, e ouvi a minha voz; escutai, filhas descuidadas, o meu discurso. | Levantae-vos, mulheres que estaes em repouso, e ouvi a minha voz: e vós, filhas, que estaes tão seguras, inclinae os ouvidos ás minhas palavras. |
| 10 | Daqui a um ano e alguns dias, sereis perturbadas, vós, que estais tão confiantes; porque a produção de uvas não terá sucesso, e a colheita não virá. | Num ano e dias, sereis perturbadas, mulheres descuidadas, pois a vindima está consumida, e não virá a colheita. | Muitos dias de mais do anno vireis a ser turbadas, ó filhas que estaes tão seguras; porque a vindima se acabará, e a colheita não virá. |
| 11 | Tremei vós que estais em repouso, e sede perturbadas, vós que estais tão confiantes; despi-vos, e ficai nuas, e vesti vossos lombos com roupa de saco . | Tremei, mulheres indolentes, turbai-vos, ó descuidadas; despi-vos, ponde-vos nuas e cingi de saco os vossos lombos. | Tremei vós que estaes em repouso, e turbae-vos vós, filhas, que estaes tão seguras: despi-vos, e ponde-vos nuas, e cingi com sacco os vossoss lombos. |
| 12 | Lamentai-vos batendo em vossos peitos por causa dos campos agradáveis e das vides frutíferas; | Baterão nos seus peitos por causa dos campos aprazíveis, por causa da vinha frutífera. | Lamentar-se-ha sobre os peitos, sobre os campos desejaveis, e sobre as vides fructuosas. |
| 13 | Por causa da terra do meu povo, na qual espinhos e cardos crescerão; e por causa das casas de alegria na cidade alegre. | Espinhos e abrolhos virão sobre a terra do meu povo, sobre todas as casas de alegria, numa cidade jubilosa. | Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e sarças; como tambem sobre todas as casas de alegria, na cidade que anda pulando de prazer. |
| 14 | Pois o palácio será abandonado, a cidade ruidosa ficará deserta; a colina e as torres de guarda serão esvaziadas para sempre, para alegria dos jumentos selvagens, e servirão de pasto para o gado; | O palácio será abandonado; a cidade populosa ficará deserta; o outeiro e a atalaia servirão de covis para sempre, folga dos asnos monteses e pasto dos rebanhos; | Porque o palacio será desamparado, o arroido da cidade cessará: e Ophel e as torres da guarda servirão de cavernas eternamente, para alegria dos jumentos montezes, e para pasto dos gados; |
| 15 | Até que seja derramado sobre nós o Espírito do alto; então o deserto se tornará um lugar fértil, e o lugar fértil será considerado uma floresta. | até que sobre nós se derrame o Espírito lá do alto, o deserto se torne em campo fértil e o campo fértil seja reputado por um bosque. | Até que se derrame sobre nós o espirito do alto: então o deserto se tornará em campo fertil, e o campo fertil será reputado por um bosque. |
| 16 | E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. | Então, o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. | E o juizo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fertil. |
| 17 | E a consequência da justiça será paz; e o produto da justiça, repouso e segurança para sempre. | A obra da justiça será a paz; e o efeito da justiça será o sossego e confiança para sempre. | E o effeito da justiça será paz, e a operação da justiça repouso e segurança, para sempre. |
| 18 | E meu povo habitará na morada da paz, em moradias bem seguras, em tranquilos lugares de descanso. | O meu povo habitará em morada de paz e em lugares quietos de descanso. | E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em logares quietos de descanço. |
| 19 | (Granizo, porém, derrubará a floresta, e a cidade será abatida). | Mas haverá saraiva quando cair o bosque, e a cidade será de todo abatida. | Mas, descendo ao bosque, saraivará e a cidade se abaixará inteiramente. |
| 20 | Bem-aventurados sois vós, os que semeais sobre todas as águas; e deixais livres os pés do boi e do jumento. | Felizes sois vós os que semeais junto a todas as águas, que deixais livres os pés do boi e do jumento. | Bemaventurados vós os que semeaes sobre todas as aguas: e para lá enviaes o pé do boi e do jumento. |