Bíblia
Jó 14
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | O homem, nascido de mulher, é curto de dias, e farto de inquietação; | O homem, nascido da mulher, é de poucos dias e cheio de inquietação. | O homem nascido da mulher é curto de dias e farto de inquietação. |
| 2 | Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece. | Como flor, nasce e murcha; como sombra foge e não permanece. | Sae como a flor, e se corta; foge tambem como a sombra, e não permanece. |
| 3 | Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo. | Sobre um tal abres os teus olhos? A mim me fazes entrar em juízo contigo? | E sobre este tal abres os teus olhos, e a mim me fazes entrar no juizo comtigo. |
| 4 | Quem tirará algo puro do imundo? Ninguém. | Oxalá que o puro pudesse sair do imundo? Não é possível! | Quem do immundo tirará o puro? Ninguem. |
| 5 | Visto que seus dias já estão determinados, e contigo está o número de seus meses, tu lhe puseste limites, dos quais ele não passará. | Visto que os seus dias estão contados, o número dos seus meses, nas tuas mãos, e lhe tens demarcado limites intransponíveis. | Visto que os seus dias estão determinados, comtigo está o numero dos seus dias; e tu lhe pozeste limites, e não passará além d'elles. |
| 6 | Desvia-te dele, para que ele tenha repouso; até que, como o empregado, complete seu dia. | Aparta dele o teu rosto, para que descanse, até que, qual jornaleiro, goze do seu dia. | Desvia-te d'elle, para que tenha repouso, até que, como o jornaleiro, tenha contentamento no seu dia. |
| 7 | Porque há ainda alguma esperança para a árvore que, se cortada, ainda se renove, e seus renovos não cessem. | A esperança para a árvore, sendo cortada, é que torne a brotar, e que não cessem os seus renovos. | Porque ha esperança para a arvore que, se fôr cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos |
| 8 | Ainda que sua raiz se envelheça na terra, e seu tronco morra no solo, | Ainda que a sua raiz envelheça na terra, e o seu tronco morra no pó, | Se se envelhecer na terra a sua raiz, e morrer o seu tronco no pó, |
| 9 | Ao cheiro das águas ela brotará, e dará ramos como uma planta nova. | contudo, ao cheiro de água, brotará e lançará ramos como uma planta. | Ao cheiro das aguas brotará, e dará ramos para a planta. |
| 10 | Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está? | O homem, porém, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está? | Porém, morrendo o homem, está abatido: e dando o homem o espirito, então onde está? |
| 11 | As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca. | Como as águas se retiram do mar, e o rio se esgota e seca, | Como as aguas se retiram do mar, e o rio se esgota, e fica secco, |
| 12 | Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, eles não despertarão, nem se erguerão de seu sono. | assim o homem se deita e não se levanta. Enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono. | Assim o homem se deita, e não se levanta: até que não haja mais céus não acordarão nem se erguerão de seu somno. |
| 13 | Queria eu me esconder no mundo dos mortos, e me ocultar até que tua ira se afastasse, e me pusesses um limite de tempo ,e te lembrasses de mim! | Quem me dera que me escondesses no Sheol, que me ocultasses até que a tua ira tenha passado, que, após um tempo determinado, te lembrasses de mim! | Oxalá me escondesses na sepultura, e me occultasses até que a tua ira se desviasse: e me pozesses um limite, e te lembrasses de mim! |
| 14 | Se o homem morrer, voltará a viver? Todos os dias de meu combate esperarei, até que venha minha dispensa. | Se o homem morrer, acaso, tornará a viver? Todos os dias da minha milícia esperaria eu, até que viesse a minha dispensa. | Morrendo o homem, porventura tornará a viver? todos os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança? |
| 15 | Tu me chamarás, e eu te responderei; e te afeiçoarás à obra de tuas mãos. | Tu chamarias, e eu te responderia; serias afeiçoado à obra das tuas mãos. | Chama-me, e eu te responderei, e affeiçoa-te á obra de tuas mãos. |
| 16 | Pois então tu contarias meus passos, e não ficarias vigiando meu pecado. | Agora, porém, contas os meus passos; porventura, não observas o meu pecado? | Pois agora contas os meus passos: porventura não vigias sobre o meu peccado? |
| 17 | Minha transgressão estaria selada numa bolsa, e tu encobririas minhas perversidades. | A minha transgressão está selada num saco; e guardas fechada a minha iniquidade. | A minha transgressão está sellada n'um sacco, e amontoas as minhas iniquidades. |
| 18 | E assim como a montanha cai e é destruída, e a rocha muda de seu lugar, | Mas o monte que se esboroa, desfaz-se, e a penha se remove do seu lugar; | E, na verdade, caindo a montanha, desfaz-se: e a rocha se remove do seu logar. |
| 19 | E a água desgasta as pedras, e as enxurradas levam o pó da terra, assim também tu fazes perecer a esperança do homem. | As águas gastam as pedras, as suas inundações arrebatam o pó da terra. Assim fazes perecer a esperança do homem. | As aguas gastam as pedras, as cheias afogam o pó da terra: e tu fazes perecer a esperança do homem. |
| 20 | Sempre prevaleces contra ele, e ele passa; tu mudas o aspecto de seu rosto, e o despedes. | Prevaleces para sempre contra ele, e ele passa; mudas o seu rosto e o despedes. | Tu para sempre prevaleces contra elle, e elle passa; tu, mudando o seu rosto, o despedes. |
| 21 | Se seus filhos vierem a ter honra, ele não saberá; se forem humilhados, ele não perceberá. | Seus filhos recebem honras, e ele não o sabe; são humilhados, mas ele nada percebe a respeito deles. | Os seus filhos estão em honra, sem que elle o saiba: ou ficam minguados sem que elle o perceba: |
| 22 | Ele apenas sente as dores em sua própria carne, e lamenta por sua própria alma. | Somente para si mesmo sente dores a sua carne, e para si mesmo lamenta a sua alma. | Mas a sua carne n'elle tem dôres: e a sua alma n'elle lamenta. |