Bíblia
Jó 37
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Disto também o meu coração treme, e salta de seu lugar. | Sobre isso treme também o meu coração, salta do seu lugar. | Sobre isto tambem treme o meu coração, e salta do seu logar. |
| 2 | Ouvi atentamente o estrondo de sua voz, e o som que sai de sua boca, | Dai ouvidos ao estrondo da voz de Deus e ao sonido que sai da sua boca. | Attentamente ouvi o movimento da sua voz, e o sonido que sae da sua bocca. |
| 3 | Ao qual envia por debaixo de todos os céus; e sua luz até os confins da terra. | Ele o envia por sob a extensão do céu e o seu relâmpago, até as extremidades da terra. | Elle o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra. |
| 4 | Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém seus relâmpagos quando sua voz é ouvida. | Depois, ruge uma voz; troveja com a sua voz majestosa; não retarda os raios, quando a sua voz é ouvida. | Depois d'isto brama com grande voz, troveja com a sua alta voz; e, ouvida a sua voz, não tarda com estas coisas. |
| 5 | Deus troveja maravilhosamente com sua voz; ele faz coisas tão grandes que nós não compreendemos. | Troveja Deus maravilhosamente com a sua voz, faz grandes coisas que não podemos compreender. | Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente: faz grandes coisas, e nós as não comprehendemos. |
| 6 | Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte. | Pois diz à neve: Cai sobre a terra; di-lo também às chuvas, até as chuvas mais fortes. | Porque á neve diz: Está sobre a terra: como tambem ao aguaceiro e á sua forte chuva. |
| 7 | Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra. | Põe um selo à mão de cada homem, para que o conheçam todos os homens que fez. | Elle sella as mãos de todo o homem, para que conheça todos os homens de sua obra. |
| 8 | E os animais selvagens entram nos esconderijos, e ficam em suas tocas. | Então, as feras entram nos esconderijos e ficam nos seus covis. | E as bestas entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas. |
| 9 | Da recâmara vem o redemoinho, e dos ventos que espalham vem o frio. | Da câmara do Sul sai o tufão, e, do Norte, o frio. | Da recamara sae o pé de vento, e dos ventos dispersivos o frio. |
| 10 | Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam. | Ao sopro de Deus, forma-se o gelo, e as amplas águas são congeladas. | Pelo assopro de Deus se dá a geada, e as largas aguas se endurecem. |
| 11 | Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, e por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago. | Carrega de umidade a densa nuvem e estende a sua nuvem de relâmpagos, | Tambem com a humidade carrega as grossas nuvens, e esparge a nuvem da sua luz. |
| 12 | Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra; | que faz evoluções sobre a sua direção, para efetuar tudo o que lhe ordena sobre a superfície do mundo habitável: | Então ellas, segundo o seu prudente conselho, se tornam pelas espheras, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superficie do mundo habitavel, |
| 13 | Seja que ou por vara de castigo, ou para sua terra, ou por bondade as faça vir. | ou seja, para a correção (ou seja, para sua terra) ou para misericórdia, que ele a faça vir. | Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por beneficencia as faça vir. |
| 14 | Escuta isto, Jó; fica parado, e considera as maravilhas de Deus. | Inclina, Jó, os teus ouvidos a isso; para e considera as maravilhas de Deus. | A isto, ó Job, inclina os teus ouvidos: põe-te em pé, e considera as maravilhas de Deus. |
| 15 | Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem? | Acaso, sabes como Deus lhes dá as suas ordens e faz brilhar o relâmpago da sua nuvem? | Porventura sabes tu quando Deus considera n'ellas, e faz resplandecer a lua da sua nuvem? |
| 16 | Conheces tu os equilíbrios das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito no conhecimento? | Porventura, sabes o equilíbrio das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito em conhecimento. | Tens tu noticia do equilibrio das grossas nuvens e das maravilhas de aquelle que é perfeito nos conhecimentos, |
| 17 | Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do vento sul, | Tu, cujos vestidos são quentes, quando a terra está quieta por causa do siroco, | Ou de como os teus vestidos aquecem, quando do sul ha calma sobre a terra? |
| 18 | acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como um espelho fundido? | acaso, podes, como ele, estender o firmamento, que é sólido como um espelho fundido? | Ou estendeste com elle os céus, que estão firmes como espelho fundido? |
| 19 | Ensina-nos o que devemos dizer a ele; pois discurso nenhum podemos propor, por causa das nossas trevas. | Ensina-nos o que lhe diremos, pois, ignorantes, nós não podemos dirigir-lhe a palavra. | Ensina-nos o que lhe diremos; porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas. |
| 20 | Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado? | Ser-lhe-á dito que quero discutir? Desejaria um homem ser aniquilado? | Ou ser-lhe-hia contado, quando eu assim fallasse? dir-lhe-ha alguem isso? pois será devorado. |
| 21 | E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa. | Eis que o homem não pode olhar para o sol que brilha no firmamento, quando o vento tem passado e o deixa limpo. | E agora se não pode olhar para o sol, quando resplandece nos céus; passando e purificando-os o vento. |
| 22 | Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível. | Do norte vem o áureo esplendor; Deus está cercado de majestade terrível. | O esplendor de oiro vem do norte: pois em Deus ha uma tremenda magestade. |
| 23 | Não podemos alcançar ao Todo-Poderoso; ele é grande em poder; porém ele a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça. | Quanto ao Todo-Poderoso, não o podemos compreender; grande é em poder. Não perverterá o juízo e a plenitude da justiça. | Ao Todo-poderoso não podemos alcançar; grande é em potencia; porém a ninguem opprime em juizo e grandeza de justiça. |
| 24 | Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que se acham sábios de coração. | Portanto, os homens o temem. Ele não se importa com os que se julgam sábios. | Por isso o temem os homens: elle não respeita aos sabios de coração. |