Bíblia
Jó 38
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Então o SENHOR respondeu a Jó desde um redemoinho, e disse: | Então, do meio dum redemoinho respondeu Jeová a Jó: | Depois d'isto o Senhor respondeu a Job d'um redemoinho, e disse: |
| 2 | Quem é esse que obscurece o conselho com palavras sem conhecimento? | Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento? | Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento? |
| 3 | Agora cinge teus lombos como homem; e eu te perguntarei, e tu me explicarás. | Cinge, pois, os teus lombos como homem, porque te perguntarei, e tu me responderás. | Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-hei, e tu me ensina. |
| 4 | Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Declara- me ,se tens inteligência. | Onde estavas tu quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo, se tens entendimento. | Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? faze-m'o saber, se tens intelligencia. |
| 5 | Quem determinou suas medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu cordel sobre ela? | Quem lhe determinou as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? | Quem lhe poz as medidas? se tu o sabes; ou quem estendeu sobre ella o cordel? |
| 6 | Sobre o que estão fundadas suas bases? Ou quem pôs sua pedra angular, | Sobre que foram firmadas as suas bases? Ou quem lhe assentou a pedra angular, | Sobre que estão fundadas as suas bases? ou quem assentou a sua pedra da esquina, |
| 7 | Quando as estrelas do amanhecer cantavam alegremente juntas, e todos os filhos de Deus jubilavam? | Quando, juntas, cantavam as estrelas da manhã, e jubilavam todos os filhos de Deus? | Quando as estrellas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam? |
| 8 | Ou quem encerrou o mar com portas, quando transbordou, saindo da madre, | Ou quem encerrou com portas o mar, quando ele rompeu e saiu da madre; | Ou quem encerrou o mar com portas, quando trasbordou e saiu da madre; |
| 9 | Quando eu pus nuvens por sua vestidura, e a escuridão por sua faixa; | quando eu lhe punha nuvens por vestidura, e escuridão, por faixas, | Quando eu puz as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por envolvedouro? |
| 10 | Quando eu passei sobre ele meu decreto, e lhe pus portas e ferrolhos, | e lhe tracei limites, e lhe pus ferrolhos e portas, | Quando passei sobre elle o meu decreto, e lhe puz portas e ferrolhos; |
| 11 | E disse: Até aqui virás, e não passarás adiante, e aqui será o limite para a soberba de tuas ondas? | e disse: Até aqui virás, porém não mais adiante; e aqui pararão as tuas ondas orgulhosas? | E disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se quebrarão as tuas ondas empolladas? |
| 12 | Desde os teus dias tens dado ordem à madrugada? Ou mostraste tu ao amanhecer o seu lugar, | Porventura, alguma vez na tua vida deste ordens à manhã e mostraste à aurora o seu lugar, | Ou desde os teus dias déste ordem á madrugada? ou mostraste á alva o seu logar; |
| 13 | Para que tomasse os confins da terra, e os perversos fossem sacudidos dela? | para que pegasse nos limites da terra, e deles os ímpios fossem sacudidos? | Para que pegasse dos fins da terra, e os impios fossem sacudidos d'ella; |
| 14 | E a terra se transforma como barro sob o selo; todas as coisas sobre ela se apresentam como vestidos? | A terra se transforma como o barro que é estampado; e todas as coisas se apresentam como um vestido; | E se transformasse como o barro, sob o sello, e se pozessem como vestidos; |
| 15 | E dos perversos é desviada sua luz, e o braço erguido é quebrado. | e dos iníquos é retirada a sua luz, e quebra-se o braço levantado. | E dos impios se desvie a sua luz, e o braço altivo se quebrante; |
| 16 | Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo? | Acaso, entraste nos mananciais do mar? Ou andaste pelos recessos do abismo? | Ou entraste tu até ás origens do mar? ou passeaste no mais profundo do abysmo? |
| 17 | Foram reveladas a ti as portas da morte, ou viste as portas da sombra de morte? | Porventura, te foram reveladas as portas da morte? Ou viste as portas da sombra da morte? | Ou descobriram-se-te as portas da morte? ou viste as portas da sombra da morte? |
| 18 | Entendeste tu as larguras da terra? Declara, se sabes tudo isto. | Compreendeste a largura da terra? Dize, se souberes tudo isso. | Ou com o teu entendimento chegaste ás larguras da terra? faze-m'o saber, se sabes tudo isto. |
| 19 | Onde está o caminho por onde mora a luz? E quanto às trevas, onde fica o seu lugar? | Onde é o caminho da morada da luz, e onde é a habitação das trevas, | Onde está o caminho para onde mora a luz? e, quanto ás trevas, onde está o seu logar; |
| 20 | Para que as tragas a seus limites, e conheças os caminhos de sua casa. | para que conduzas a luz ao seu lugar e discirnas as veredas para a casa das trevas? | Para que as tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas da sua casa? |
| 21 | Certamente tu o sabes, pois já eras nascido, e teus dias são inúmeros! | Sem dúvida, sabes, porque nesse tempo eras nascido, e é grande o número dos teus dias. | Acaso tu o sabes, porque já então eras nascido, e por ser grande o numero dos teus dias? |
| 22 | Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo, | Acaso, entraste nos tesouros da neve ou viste os tesouros da saraiva, | Ou entraste tu até aos thesouros da neve? e viste os thesouros da saraiva, |
| 23 | Que eu retenho até o tempo da angústia, até o dia da batalha e da guerra? | que tenho reservado para o tempo da angústia, para o dia da peleja e da guerra? | Que eu retenho até do tempo da angustia, até ao dia da peleja e da guerra? |
| 24 | Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra? | Por que caminho se difunde a luz ou se espalha o vento oriental sobre a terra? | Onde está o caminho em que se reparte a luz, e se espalha o vento oriental sobre a terra? |
| 25 | Quem repartiu um canal às correntezas de águas, e caminho aos relâmpagos dos trovões, | Quem abriu veredas para o aguaceiro ou caminho, para o relâmpago do trovão, | Quem abriu para a inundação um leito, e um caminho para os relampagos dos trovões; |
| 26 | Para chover sobre a terra onde havia ninguém, sobre o deserto, onde não há gente, | para fazer cair a chuva numa terra onde não há homem, no deserto em que não há gente; | Para chover sobre a terra, onde não ha ninguem, e no deserto, em que não ha gente; |
| 27 | Para fartar a terra deserta e desolada, e para fazer crescer aos renovos da erva. | para fartar a terra deserta e assolada, e fazer brotar a tenra relva? | Para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer os renovos da herva? |
| 28 | Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho? | Acaso, tem a chuva pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho? | A chuva porventura tem pae? ou quem géra as gottas do orvalho, |
| 29 | De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu? | Do ventre de quem saiu o gelo? E quem deu à luz a geada do céu? | De cujo ventre procede o gelo? e quem gera a geada do céu? |
| 30 | As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela. | As águas se endurecem a modo de pedra, e a superfície do abismo se congela. | Como debaixo de pedra as aguas se escondem: e a superficie do abysmo se coalha. |
| 31 | Podes tu atar as cadeias das Plêiades, ou desatar as cordas do Órion? | Podes atar as cadeias das Plêiades ou soltar as ataduras do Órion? | Ou poderás tu ajuntar as delicias das sete estrellas, ou soltar os atilhos do Orion? |
| 32 | Podes tu trazer as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos? | Podes fazer sair as Mazarote a seu tempo? Ou guiar a Ursa com seus filhos? | Ou produzir as constellações a seu tempo? e guiar a Ursa com seus filhos? |
| 33 | Sabes tu as ordenanças dos céus? Ou podes tu dispor do domínio deles sobre a terra? | Sabes, porventura, as ordenanças dos céus? Podes estabelecer o seu domínio sobre a terra? | Sabes tu as ordenanças dos céus? ou podes dispor do dominio d'elles sobre a terra? |
| 34 | Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra? | Podes levantar a tua voz até as nuvens, para que a abundância das águas te cubra? | Ou podes levantar a tua voz até ás nuvens, para que a abundancia das aguas te cubra? |
| 35 | Podes tu mandar relâmpagos, para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui? | Podes enviar os relâmpagos, para que saiam e te digam: Aqui estamos? | Ou enviarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui? |
| 36 | Quem pôs a sabedoria no íntimo? Ou quem deu entendimento à mente? | Quem pôs sabedoria nas camadas de nuvens? Ou quem deu entendimento ao meteoro? | Quem poz a sabedoria nas entranhas? ou quem deu ao sentido o entendimento? |
| 37 | Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar? | Quem pode numerar com sabedoria as nuvens? Ou quem pode esvaziar os odres do céu, | Quem numerará as nuvens pela sabedoria? ou os odres dos céus, quem os abaixará, |
| 38 | Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros? | quando o pó se funde numa massa, e os torrões se apegam uns aos outros? | Quando se funde o pó n'uma massa, e se apegam os torrões uns aos outros? |
| 39 | Caçarás tu a presa para o leão? Ou saciarás a fome dos leões jovens, | Caçarás, porventura, a presa para a leoa? Ou saciarás a fome dos leõezinhos, | Porventura caçarás tu preza para a leôa? ou fartaras a fome dos filhos dos leões, |
| 40 | Quando estão agachados nas covas, ou estão à espreita no matagal? | quando estão deitados nos seus covis e ficam nas covas à espreita? | Quando se agacham nos covis, e estão á espreita nas covas? |
| 41 | Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer? | Quem prepara ao corvo o seu alimento, quando os seus pintainhos clamam a Deus e vagueiam por não terem que comer? | Quem prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus pintainhos gritam a Deus e andam vagueando, por não terem de comer? |