Bíblia
Jó 40
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Então o SENHOR respondeu mais a Jó, dizendo: | Prosseguiu Jeová na sua resposta a Jó e disse: | Respondeu mais o Senhor a Job e disse: |
| 2 | Por acaso quem briga contra o Todo-Poderoso pode ensiná-lo? Quem quer repreender a Deus, responda a isto. | Acaso, com o Todo-Poderoso contenderá quem usa de cavilações? Responda a isso quem argui a Deus. | Porventura o contender contra o Todo-poderoso é ensinar? quem quer reprehender a Deus, responda a estas coisas. |
| 3 | Então Jó respondeu ao SENHOR, dizendo: | Então, respondeu Jó a Jeová: | Então Job respondeu ao Senhor, e disse: |
| 4 | Eis que eu sou insignificante; o que eu te responderia? Ponho minha mão sobre minha boca. | Eis que sou vil; que te hei de responder? Ponho a minha mão sobre a boca. | Eis que sou vil; que te responderia eu? a minha mão ponho na minha bocca. |
| 5 | Uma vez falei, porém não responderei; até duas vezes, porém não prosseguirei. | Uma vez falei e não direi mais; sim, duas vezes, porém não prosseguirei. | Já uma vez tenho fallado, porém mais não responderei: ou ainda duas vezes, porém não proseguirei. |
| 6 | Então o SENHOR respondeu a Jó desde o redemoinho, dizendo: | Então do redemoinho respondeu Jeová a Jó: | Então o Senhor respondeu a Job desde a tempestade, e disse: |
| 7 | Cinge-te agora os teus lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me explica. | Cinge os teus lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me responderás. | Ora, pois, cinge os teus lombos como varão; eu te perguntarei a ti, e tu ensina-me. |
| 8 | Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares? | Porventura, farás tu vão o meu juízo? Condenar-me-ás para te justificares a ti? | Porventura tambem farás tu vão o meu juizo? ou tu me condemnarás, para te justificares? |
| 9 | Tens tu braço como Deus? Ou podes tu trovejar com tua voz como ele? | Ou tens tu um braço como Deus? E podes trovejar com a voz, como ele o faz? | Ou tens braço como Deus? ou podes trovejar com voz como a sua? |
| 10 | Orna-te, pois, de excelência e alteza; e veste-te de majestade e glória. | Orna-te de excelência e de dignidade e veste-te de honra e de majestade. | Orna-te pois com excellencia e alteza; e veste-te de magestade e de gloria. |
| 11 | Espalha os furores de tua ira; olha a todo soberbo, e abate-o. | Derrama as inundações da tua ira. Olha para todo soberbo e abate-o; | Derrama os furores da tua ira, e attenta para todo o soberbo, e abate-o. |
| 12 | Olha a todo soberbo, e humilha-o; e esmaga aos perversos em seu lugar. | olha para todo soberbo, e humilha-o, e calca aos pés os iníquos onde estão. | Olha para todo o soberbo, e humilha-o, e atropella os impios no seu logar. |
| 13 | Esconde-os juntamente no pó; ata seus rostos no oculto. | Esconde-os juntamente no pó, ata-lhes os rostos no lugar escondido. | Esconde-os juntamente no pó: ata-lhes os rostos em occulto. |
| 14 | E eu também te reconhecerei; pois tua mão direita te terá livrado. | Então, eu também confessarei a respeito de ti que a tua destra te poderá salvar. | Então tambem eu a ti confessarei que a tua mão direita te haverá livrado. |
| 15 | Observa o beemote, ao qual eu fiz contigo; ele come erva come como o boi. | Eis beemote, que eu criei contigo; ele come o feno como o boi. | Vês aqui a Behemoth, que eu fiz comtigo, que come a herva como o boi. |
| 16 | Eis que sua força está em seus lombos, e seu poder na musculatura de seu ventre. | Eis que a sua fortaleza está nos seus lombos, e a sua força está nos músculos do seu ventre. | Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder no umbigo do seu ventre. |
| 17 | Ele torna sua cauda dura como o cedro, e os nervos de suas coxas são entretecidos. | Move a sua cauda como o cedro; os nervos da sua coxa são entretecidos. | Quando quer, move a sua cauda como cedro: os nervos das suas coxas estão entretecidos. |
| 18 | Seus ossos são como tubos de bronze; seus membros, como barras de ferro. | Os seus ossos são como tubos de bronze, as suas costelas são como barras de ferro. | Os seus ossos são como coxas de bronze: a sua ossada é como barras de ferro. |
| 19 | Ele é a obra-prima dos caminhos de Deus; aquele que o fez o proveu de sua espada. | Ele é o principal das obras de Deus; aquele que o fez o proveu de espada. | Elle é obra prima dos caminhos de Deus: o que o fez lhe apegou a sua espada. |
| 20 | Pois os montes lhe produzem pasto; por isso todos os animais do campo ali se alegram. | Na verdade, os montes lhe produzem pastos, e ali folgam todos os animais do campo. | Em verdade os montes lhe produzem pasto, onde todos os animaes do campo folgam. |
| 21 | Ele se deita debaixo das árvores sombrias; no esconderijo das canas e da lama. | Deita-se debaixo dos lotos, no esconderijo dos canaviais e no pântano. | Deita-se debaixo das arvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama. |
| 22 | As árvores sombrias o cobrem, cada uma com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam. | Os lotos cobrem-no com a sua sombra, os salgueiros do ribeiro o rodeiam. | As arvores sombrias o cobrem, com sua sombra: os salgueiros do ribeiro o cercam. |
| 23 | Ainda que o rio se torne violento, ele não se apressa; confia ainda que o Jordão transborde até sua boca. | Se um rio trasbordar, ele não treme; está sem cuidado ainda que o Jordão se levante até a sua boca. | Eis que um rio trasborda, e elle não se apressa, confiando que o Jordão possa entrar na sua bocca. |
| 24 | Poderiam, por acaso, capturá-lo à vista de seus olhos, ou com laços furar suas narinas? | Poderá alguém apanhá-lo, quando ele estiver de vigia, ou pôr-lhe um anel ao nariz? | Podel-o-hiam porventura caçar á vista de seus olhos? ou com laços lhe furar os narizes? |