Bíblia
Juízes 14
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | E descendo Sansão a Timna, viu em Timna uma mulher das filhas dos filisteus. | Desceu Sansão a Timna, onde viu uma mulher das filhas dos filisteus. | E desceu Sansão a Timnatha: e, vendo em Timnatha a uma mulher das filhas dos philisteos, |
| 2 | E subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, dizendo: Eu vi em Timna uma mulher das filhas dos filisteus: rogo-vos que a deis a mim por mulher. | Subiu, deu notícias disso a seu pai e a sua mãe e disse: Vi em Timna uma mulher das filhas dos filisteus; agora, tomai-ma por mulher. | Subiu, e declarou-o a seu pae e sua mãe, e disse: Vi uma mulher em Timnatha, das filhas dos philisteos; agora pois, tomae-m'a por mulher. |
| 3 | E seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há mulher entre as filhas de teus irmãos, nem em todo meu povo, para que vás tu a tomar mulher dos filisteus incircuncisos? E Sansão respondeu a seu pai: Toma-a a mim por mulher, porque esta agradou a meus olhos. | Responderam-lhe seu pai e sua mãe: Não há mulheres entre as filhas de teus irmãos, ou entre todo o meu povo, para que tu vás tomar mulher dos filisteus incircuncisos? Sansão disse a seu pai: Toma-me esta, porque ela muito me agrada. | Porém seu pae e sua mãe lhe disseram: Não ha porventura mulher entre as filhas de teus irmãos, nem entre todo o meu povo, para que tu vás tomar mulher dos philisteos, d'aquelles incircumcisos? E disse Sansão a seu pae: Tomae-me esta, porque ella agrada aos meus olhos |
| 4 | Mas seu pai e sua mãe não sabiam que isto vinha do SENHOR, e que ele buscava ocasião contra os filisteus: porque naquele tempo os filisteus dominavam sobre Israel. | Mas seu pai e sua mãe não sabiam que isso vinha de Jeová, pois ele procurava ocasião contra os filisteus. Ora, naquele tempo, os filisteus dominavam sobre Israel. | Mas seu pae e sua mãe não sabiam que isto vinha do Senhor; pois buscava occasião dos philisteos: porquanto n'aquelle tempo os philisteos dominavam sobre Israel. |
| 5 | E Sansão desceu com seu pai e com sua mãe a Timna: e quando chegaram às vinhas de Timna, eis que um leão jovem que vinha bramando até ele. | Desceu Sansão com seu pai e com sua mãe a Timna, a cujas vinhas chegaram; eis que lhe saiu ao encontro, rugindo, um leão novo. | Desceu pois Sansão com seu pae e com sua mãe a Timnatha: e, chegando ás vinhas de Timnatha, eis que um filho de leão, bramando, lhe saiu ao encontro. |
| 6 | E o espírito do SENHOR caiu sobre ele, e despedaçou-o como quem despedaça um cabrito, sem ter nada em sua mão: e não deu a entender a seu pai nem a sua mãe o que havia feito. | O Espírito de Jeová apoderou-se de Sansão, que despedaçou ao leão, como quem despedaça um cabrito, sem ter coisa alguma na mão; porém nem a seu pai nem a sua mãe disse o que tinha feito. | Então o espirito do Senhor se apossou d'elle tão possantemente que o fendeu d'alto a baixo, como quem fende um cabrito, sem ter nada na sua mão: porém nem a seu pae nem a sua mãe deu a saber o que tinha feit |
| 7 | Veio, pois, e falou à mulher que havia agradado a Sansão. | Desceu e falou com a mulher; e ela muito lhe agradou. | E desceu, e fallou áquella mulher, e agradou aos olhos de Sansão. |
| 8 | E voltando depois de alguns dias para tomá-la, apartou-se para ver o corpo morto do leão, e eis que no corpo do leão um enxame de abelhas, e um favo de mel. | Passado algum tempo, voltou para recebê-la e apartou-se do caminho para ver o cadáver do leão; eis que estava no corpo do leão um enxame de abelhas e mel. | E depois de alguns dias voltou elle para a tomar: e, apartando-se do caminho a ver o corpo do leão morto, eis que no corpo do leão havia um enxame de abelhas com mel. |
| 9 | E tomando-o em suas mãos, foi-se comendo-o pelo caminho: e chegado que houve a seu pai e a sua mãe, deu-lhes também a eles que comessem; mas não lhes revelou que havia tomado aquela mel do corpo do leão. | Tirando-o nas mãos, ia comendo pelo caminho; e chegando aonde estavam seu pai e sua mãe, deu-lhes do mel, e eles comeram. Porém não lhes disse que do corpo do leão havia ele tirado o mel. | E tomou-o nas suas mãos, e foi-se andando e comendo d'elle; e foi-se a seu pae e a sua mãe, e deu-lhes d'elle, e comeram, porém não lhes deu a saber que tomara o mel do corpo do leão. |
| 10 | Veio, pois, seu pai à mulher, e Sansão fez ali banquete; porque assim costumavam fazer os rapazes. | Seu pai desceu à casa da mulher; e fez ali Sansão um banquete, pois assim o costumavam fazer os mancebos. | Descendo pois seu pae áquella mulher, fez Sansão ali um banquete; porque assim o costumavam fazer os mancebos. |
| 11 | E quando eles o viram, tomaram trinta companheiros que estivessem com ele; | Quando o viram os homens do lugar, deram-lhe trinta companheiros para estarem com ele. | E succedeu que, como o vissem, tomaram trinta companheiros para estarem com elle. |
| 12 | Aos quais Sansão disse: Eu vos proporei agora um enigma, o qual se nos sete dias do banquete vós me declarardes e descobrirdes, eu vos darei trinta sábanas e trinta mudas de vestidos. | Disse-lhes Sansão: Permiti-me propor-vos um enigma. Se puderdes decifrá-lo dentro dos sete dias das bodas, e descobri-lo, dar-vos-ei trinta roupões de linho e trinta mudas de vestidos; | Disse-lhes pois Sansão: Vos darei um enigma a adivinhar: e, se nos sete dias das bodas m'o declarardes e descobrirdes, vos darei trinta lençoes e trinta mudas de vestidos. |
| 13 | Mas se não o souberes declarar a mim, vós me dareis as trinta mantas e as trinta mudas de vestidos. E eles responderam: Propõe-nos teu enigma, e o ouviremos. | mas, se não puderdes decifrá-lo, vós me dareis a mim trinta roupões e trinta mudas de vestidos. Responderam-lhe eles: Propõe o teu enigma, para que o ouçamos. | E, se m'o não poderdes declarar, vós me dareis a mim os trinta lençoes e as trinta mudas de vestidos. E elles lhe disseram: Dá-nos o teu enigma a adivinhar, para que o ouçamos. |
| 14 | Então lhes disse: Do comedor saiu comida, E do forte saiu doçura. E eles não puderam declarar-lhe o enigma em três dias. | Então lhes disse: Do comedor saiu comida, e do forte saiu doçura. Em três dias não puderam decifrar o enigma. | Então lhes disse: Do comedor saiu comida, e doçura saiu do forte. E em tres dias não poderam declarar o enigma. |
| 15 | E ao sétimo dia disseram à mulher de Sansão: Induz a teu marido a que nos declare este enigma, para que não te queimemos a ti e à casa de teu pai. Chamaste-nos aqui para possuir-nos? | Ao sétimo dia, disseram à mulher de Sansão: Persuade a teu marido que nos declare o enigma, para que não te queimemos a ti e à casa de teu pai a fogo; acaso nos convidastes a fim de nos empobrecer? | E succedeu que, ao setimo dia, disseram á mulher de Sansão: Persuade a teu marido que nos declare o enigma, para que porventura não queimemos a fogo a ti e á casa de teu pae: chamastes-nos vós aqui para possuir o que é nosso, não é assim? |
| 16 | E chorou a mulher de Sansão diante dele, e disse: Somente me aborreces e não me amas, pois que não me declaras o enigma que propuseste aos filhos de meu povo. E ele respondeu: Eis que nem a meu pai nem a minha mãe o declarei; e havia eu de declará-lo a ti? | A mulher de Sansão chorou diante dele e disse: Tão somente me aborreces e não me amas; propuseste um enigma aos filhos de meu povo e não mo declaraste. Ele lhe disse: Nem a meu pai nem a minha mãe o declarei e to declararei a ti? | E a mulher de Sansão chorou diante d'elle, e disse: Tão sómente me aborreces, e não me amas; pois déste aos filhos do meu povo um enigma a adivinhar, e ainda m'o não declaraste a mim. E elle lhe disse: Eis que nem a meu pae nem a minha mãe o declarei, e t'o declararia a ti? |
| 17 | E ela chorou diante dele os sete dias que eles tiveram banquete: mas ao sétimo dia ele o declarou a ela, porque lhe constrangeu; e ela o declarou aos filhos de seu povo. | Ela chorava diante dele durante os sete dias em que celebravam as bodas. Ao sétimo dia, ele lho declarou, porque o importunava; e ela o declarou aos filhos do seu povo. | E chorou diante d'elle os sete dias em que celebravam as bodas: succedeu pois que ao setimo dia lh'o declarou, porquanto o importunava; então ella declarou o enigma aos filhos do seu povo. |
| 18 | E ao sétimo dia, antes que o sol se pusesse, os da cidade lhe disseram: Que coisa mais doce que o mel? E que coisa mais forte que o leão? Se não arásseis com minha novilha, Nunca teríeis descoberto meu enigma. | Disseram-lhe os homens da cidade, antes de se pôr o sol: Que coisa há mais doce do que o mel? E que coisa há mais forte do que o leão? Respondeu-lhes ele: Se não tivésseis lavrado com minha novilha, não teríeis descoberto o meu enigma. | Disseram-lhe pois os homens d'aquella cidade, ao setimo dia, antes de se pôr o sol: Que coisa ha mais doce do que o mel? e que coisa ha mais forte do que o leão? E elle lhes disse: Se vós não lavrasseis com a minha novilha, nunca terieis descoberto o meu enigma. |
| 19 | E o espírito do SENHOR caiu sobre ele, e desceu a Asquelom, e feriu trinta homens deles; e tomando seus despojos, deu as mudas de vestidos aos que haviam explicado o enigma: e acendido em ira foi-se à casa de seu pai. | O Espírito de Jeová apoderou-se de Sansão, que desceu a Asquelom, matou trinta homens dos habitantes, tomou os despojos e deu as mudas de vestidos aos que decifraram o enigma. Acendeu-se a sua ira, e subiu para a casa de seu pai. | Então o espirito do Senhor tão possantemente se apossou d'elle, que desceu aos ascalonitas, e matou d'elles trinta homens, e tomou os seus vestidos, e deu as mudas de vestidos aos que declararam o enigma: porém accendeu-se a sua ira, e subiu á casa de seu pae |
| 20 | E a mulher de Sansão foi dada a seu companheiro, com o qual ele antes se acompanhava. | Porém a mulher de Sansão foi dada ao seu companheiro, que lhe servira de paraninfo. | E a mulher de Sansão foi dada ao seu companheiro que o acompanhava. |