Bíblia
Lucas 13
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | E naquele mesmo tempo estavam ali presentes alguns, que lhe contavam dos galileus cujo sangue Pilatos tinha misturado com seus sacrifícios. | Nessa mesma ocasião, vieram alguns dar-lhe notícias dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com o dos sacrifícios que eles ofereciam. | E n'aquelle mesmo tempo estavam presentes ali alguns que lhe fallavam dos galileos cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrificios. |
| 2 | E respondendo Jesus, disse-lhes: Vós pensais que estes galileus foram mais pecadores, por terem sofrido estas coisas? | Disse-lhes Jesus: Cuidais que estes foram maiores pecadores do que todos os outros galileus, por haverem sofrido essas coisas? | E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidaes vós que esses galileos foram mais peccadores do que todos os outros galileos, por terem assim padecido? |
| 3 | Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis. | Não, eu vo-lo digo; mas, se não vos arrependerdes, todos perecereis do mesmo modo. | Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de egual modo perecereis. |
| 4 | Ou aqueles dezoito, sobre os quais a torre em Siloé caiu, matando-os; pensais que eram mais culpados dos que todos as pessoas que moravam em Jerusalém? | Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou foram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? | Ou aquelles dezoito, sobre os quaes caiu a torre em Siloé e os matou, cuidaes que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalem? |
| 5 | Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis. | Não, eu vo-lo digo; mas, se não vos arrependerdes, todos perecereis semelhantemente. | Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de egual modo perecereis. |
| 6 | E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada em sua vinha, e veio até ela para buscar fruto, e não achou. | Narrou esta parábola: Um homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi buscar fruto nela, e não o achou. | E dizia esta parabola: Um certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi buscar n'ella algum fructo, e não o achou; |
| 7 | E disse ao que cuidava da vinha: Eis que há três anos, que venho para buscar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; por que ainda ocupa inutilmente a terra? | Então, disse ao viticultor: Há três anos que venho procurar fruto nesta figueira e não o acho; corta-a; para que está ela ainda ocupando a terra inutilmente? | E disse ao vinhateiro: Eis que ha tres annos venho buscar fructo a esta figueira, e não o acho; corta-a; porque occupa ainda a terra inutilmente? |
| 8 | E respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu a escave ao redor, e a adube; | Respondeu-lhe: Senhor, deixa-a por mais este ano, até que eu cave em roda e lhe deite estrume; | E, respondendo elle, disse-lhe: Senhor, deixa-a este anno, até que eu a escave e a esterque; |
| 9 | E se der fruto, deixa-a ficar ; se não, tu a cortarás depois. | se der fruto no futuro, bem está; mas, se não, cortá-la-ás. | E, se der fructo, ficará, e, se não, depois a mandarás cortar. |
| 10 | E ensinava em uma das sinagogas num sábado. | Jesus estava ensinando em uma das sinagogas no sábado. | E ensinava no sabbado, n'uma das synagogas. |
| 11 | E eis que estava ali uma mulher, que havia dezoito anos que tinha um espírito de enfermidade; e andava encurvada, e de maneira nenhuma ela podia se endireitar. | Veio ali uma mulher possessa de um espírito que a tinha enferma havia dezoito anos; andava curvada e não podia de modo algum endireitar-se. | E eis que estava ali uma mulher que tinha um espirito de enfermidade, havia já dezoito annos; e andava encurvada, e não podia de modo algum endireitar-se. |
| 12 | E Jesus vendo-a, chamou-a para si, e disse-lhe: Mulher, livre estás de tua enfermidade. | Jesus, vendo-a, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade; | E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. |
| 13 | E pôs as mãos sobre ela, e logo ela se endireitou, e glorificava a Deus. | pôs sobre ela as mãos, e imediatamente ela se endireitou e glorificava a Deus. | E poz as mãos sobre ella, e logo se endireitou, e glorificava a Deus. |
| 14 | E o chefe da sinagoga, irritado por Jesus ter curado no sábado, respondendo, disse à multidão: Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes dias, pois, vinde para ser curados, e não no dia de sábado. | O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias, para serdes curados e não no sábado. | E, tomando a palavra o principe da synagoga, indignado porque Jesus curava no sabbado, disse á multidão: Seis dias ha em que é mister trabalhar: n'estes pois vinde para serdes curados, e não no dia de sabbado. |
| 15 | Porém o Senhor lhe respondeu, e disse: Hipócrita, no sábado cada um de vós não desata seu boi ou jumento da manjedoura, e o leva para dar de beber? | Respondeu-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, não desprende cada um de vós o seu boi ou o seu jumento da manjedoura no sábado, para o levar a beber? | Respondeu-lhe, porém, o Senhor e disse: Hypocrita, no sabbado não desprende da mangedoura cada um de vós o seu boi ou jumento e não o leva a beber? |
| 16 | E não convinha soltar desta ligadura no dia de sábado a esta mulher ,que é filha de Abraão, a qual, eis que Satanás já a havia ligado há dezoito anos? | Não devia ser solta desta prisão no sábado esta mulher que é filha de Abraão e que, há dezoito anos, Satanás tinha presa? | E não convinha soltar d'esta prisão, no dia de sabbado, a esta filha de Abrahão, a qual ha dezoito annos Satanaz tinha presa? |
| 17 | E ele, dizendo estas coisas, todos seus adversários ficaram envergonhados; e todo o povo se alegrava de todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele. | Dizendo ele isso, ficaram envergonhados todos os seus adversários, e se alegrava toda a multidão de todas as coisas gloriosas que por ele eram feitas. | E, dizendo elle estas coisas, todos os seus adversarios se confundiam, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por elle. |
| 18 | E dizia: A que o Reino de Deus é semelhante? E a que eu o compararei? | Disse, pois: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei? | E dizia: A que é similhante o reino de Deus, e a que o compararei? |
| 19 | Semelhante é ao grão da mostarda, que um homem, tomando-o, lançou-o em sua horta; e cresceu, e fez-se uma grande árvore, e as aves dos céus fizeram ninhos em seus ramos. | É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e plantou na sua horta, e que cresceu e fez-se árvore; e as aves do céu pousaram nos seus ramos. | É similhante ao grão de mostarda que um homem, tomando-o, lançou na sua horta; e cresceu, e fez-se grande arvore, e em seus ramos se aninharam as aves do céu. |
| 20 | E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus? | Disse-lhes mais: A que compararei o reino de Deus? | E disse outra vez: A que compararei o reino de Deus? |
| 21 | Semelhante é ao fermento, que a mulher, tomando-o, o escondeu em três medidas de farinha, até tudo ficar levedado. | É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar toda ela levedada. | É similhante ao fermento que uma mulher, tomando-o, escondeu em tres medidas de farinha, até que tudo levedou. |
| 22 | E andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia ensinando, e caminhando para Jerusalém. | Passava Jesus pelas cidades e aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém. | E percorria as cidades e as aldeias, ensinando, e caminhando para Jerusalem. |
| 23 | E disse-lhe um: Senhor, são também poucos os que se salvam? E ele lhes disse: | Um homem perguntou-lhe: Senhor, são poucos os que se salvam? | E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E elle lhe disse: |
| 24 | Trabalhai para entrar pela porta estreita; porque eu vos digo, que muitos procuraram entrar, e não puderam. | Respondeu-lhes: Porfiai em entrar pela porta estreita, porque vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão. | Porfiae por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão. |
| 25 | Porque quando o chefe da casa se levantar, e fechar a porta, e se estiverdes de fora, e começardes a bater à porta, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos! E respondendo ele, vos disser: Não vos conheço, nem sei de onde vós sois. | Quando o dono da casa se tiver levantado e houver fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, e ele vos responder: Não sei donde sois | Quando o pae de familia se levantar e cerrar a porta, e começardes a estar de fóra, e a bater á porta, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos; e, respondendo elle, vos disser: Não sei d'onde vós sois |
| 26 | Então começareis a dizer: Em tua presença temos comido e bebido, e tens ensinado em nossas ruas. | então, começareis a dizer: Nós comemos e bebemos na tua presença, e tu ensinaste nas nossas ruas. | Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tens ensinado nas nossas ruas. |
| 27 | E ele dirá: Digo-vos que não vos conheço, nem sei de onde vós sois; afastai-vos de mim, vós todos praticantes de injustiça. | Ele vos dirá: Não sei donde sois; retirai-vos de mim, todos vós os que praticais a iniquidade. | E elle dirá: Digo-vos que não sei d'onde vós sois; apartae-vos de mim, vós todos os que obraes iniquidade. |
| 28 | Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes a Abraão, a Isaque, a Jacó, e a todos os profetas no Reino de Deus; mas vós sendo lançados fora. | Ali haverá o choro e o ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas e vós, excluídos dele. | Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abrahão e Isaac, e Jacob, e todos os prophetas, no reino de Deus, e vós lançados fóra. |
| 29 | E virão pessoas do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e se sentarão à mesa no Reino de Deus. | Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e hão de sentar-se à mesa no reino de Deus. | E virão do oriente, e do occidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-hão á mesa no reino de Deus. |
| 30 | E eis que há alguns dos últimos que serão primeiros, e há alguns dos primeiros que serão últimos. | Últimos há que serão primeiros, e primeiros que serão últimos. | E eis que derradeiros ha que serão os primeiros; e primeiros ha que serão os derradeiros. |
| 31 | Naquele mesmo dia, chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai, e vai-te daqui, porque Herodes quer te matar. | Naquela mesma hora, alguns fariseus vieram dizer-lhe: Retira-te e vai-te daqui, porque Herodes quer tirar-te a vida. | N'aquelle mesmo dia chegaram uns phariseos, dizendo-lhe: Sae, e retira-te d'aqui, porque Herodes quer matar-te. |
| 32 | E disse-lhes: Ide, e dizei a aquela raposa: eis que expulso demônios, e faço curas hoje e amanhã, e ao terceiro dia eu terei completado. | Respondeu-lhes Jesus: Ide dizer a esse raposo que, hoje e amanhã, expulso os demônios, e faço curas, e, no terceiro dia, serei consumado. | E disse-lhes: Ide, e dizei áquella raposa: Eis que eu expulso demonios, e effectuo curas, hoje e ámanhã, e no terceiro dia sou consummado. |
| 33 | Porém é necessário que hoje, e amanhã, e no dia seguinte eu caminhe; porque um profeta não pode morrer fora de Jerusalém. | Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta pereça fora de Jerusalém. | Importa, porém, caminhar hoje, ámanhã, e no dia seguinte, para que não succeda que morra um propheta fóra de Jerusalem. |
| 34 | Jerusalém, Jerusalém, que matas aos profetas, e apedrejas aos que te são enviados: quantas vezes eu quis juntar teus filhos, como a galinha junta seus pintos debaixo de suas asas, e não quisestes? | Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar teus filhos como uma galinha ajunta os do seu ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes! | Jerusalem, Jerusalem, que matas os prophetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quiz eu ajuntar os teus filhos, como a gallinha os seus pintos debaixo das suas azas, e não quizeste? |
| 35 | Eis que vossa casa é deixada deserta para vós. E em verdade vos digo, que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem no nome do Senhor. | Eis aí vos é deixada a vossa casa. Declaro-vos que não me vereis, até que venha o dia em que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor! | Eis que a vossa casa se vos deixará deserta. E em verdade vos digo que não me vereis até que venha o tempo em que digaes: Bemdito aquelle que vem em nome do Senhor. |