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Devocionais
Bíblia

Lucas 15

BLIVRETBALM1911
1E chegavam-se a ele todos os cobradores de impostos e pecadores para o ouvirem.Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir.E chegavam-se a elle todos os publicanos e peccadores para o ouvir.
2E os fariseus e escribas murmuravam, dizendo: Este recebe aos pecadores, e come com eles.Os fariseus e os escribas murmuravam: Este recebe pecadores e come com eles.E os phariseos e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe peccadores, e come com elles.
3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:Jesus propôs-lhes esta parábola:E elle lhes propoz esta parabola, dizendo:
4Quem de vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai em busca da perdida, até que a encontre?Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas e tendo perdido uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto e não vai em busca da que se havia perdido, até achá-la?Que homem d'entre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma d'ellas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vae após a perdida até que venha a achal-a?
5E encontrando-a, não a ponha sobre seus ombros, com alegria?Quando a tiver achado, põe-na, cheio de júbilo, sobre os seus ombros;E, achando-a, a põe sobre seus hombros, gostoso;
6E vindo para casa, não convoque aos amigos, e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei minha ovelha perdida?e, chegando à casa, reúne os seus amigos e vizinhos e diz-lhes: Regozijai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido.E, chegando a casa, convoca os amigos e visinhos, dizendo-lhes: Alegrae-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.
7Digo-vos, que assim haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.Digo-vos que assim haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.Digo-vos que assim haverá mais alegria no céu sobre um peccador que se arrependa do que sobre noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
8Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?Ou qual é a mulher que, tenho dez dracmas e perdendo uma, não acende a candeia, não varre a casa e não a procura diligentemente, até achá-la?Ou qual a mulher que, tendo dez drachmas, se perder uma drachma, não accende a candeia, e não varre a casa, e não busca com diligencia até a achar?
9E achando -a ,não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!Quando a tiver achado, reúne as suas amigas e vizinhas, dizendo: Regozijai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido.E, achando-a, convoca as amigas e visinhas, dizendo: Alegrae-vos comigo, porque já achei a drachma perdida.
10Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.Assim, digo-vos, há júbilo na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.Assim vos digo que ha alegria diante dos anjos de Deus sobre um peccador que se arrepende.
11E disse: Um certo homem tinha dois filhos.Continuou: Um homem tinha dois filhos.E disse: Um certo homem tinha dois filhos;
12E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertencem. E ele lhe repartiu os bens.Disse o mais moço a seu pai: Meu pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Ele repartiu os seus haveres entre ambos.E o mais moço d'elles disse ao pae: Pae, dá-me a parte da fazenda que me pertence. E elle lhes repartiu a fazenda.
13E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.Poucos dias depois, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para um país longínquo e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra mui longe, e ali desperdiçou a sua fazenda, vivendo dissolutamente.
14E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidades.E, havendo elle já gastado tudo, houve n'aquella terra uma grande fome, e começou a padecer necessidade.
15E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e este o mandou a seus campos para alimentar porcos.Foi encostar-se a um dos cidadãos daquele país, e este o mandou para os seus campos guardar porcos.E foi, e chegou-se a um dos cidadãos d'aquella terra, o qual o mandou para os seus campos a apascentar os porcos.
16E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém as dava para ele.Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava.E desejava saciar o seu estomago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguem lhe dava nada.
17E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu aqui morro de fome!Caindo, porém, em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui estou morrendo de fome!E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pae teem abundancia de pão, e eu pereço de fome!
18Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.Levantar-me-ei, irei a meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;Levantar-me-hei, e irei ter com meu pae, e dir-lhe-hei: Pae, pequei contra o céu e perante ti;
19E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus jornaleiros.Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.
20E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.Levantando-se, foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai viu-o, e teve compaixão dele, e, correndo, o abraçou, e beijou.E, levantando-se, foi para seu pae; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pae, e se moveu de intima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.Disse-lhe o filho: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.E o filho lhe disse: Pae, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.
22Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos seus pés.O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei-me depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;Mas o pae disse aos seus servos: Trazei depressa o vestido melhor, e vesti-lh'o, e ponde-lhe um annel na mão, e alparcas nos pés;
23E trazei o bezerro engordado, e o matai; e comamos, e nos alegremos.trazei também o novilho cevado, matai-o; comamos e regozijemo-nos,E trazei o bezerro cevado, e matae-o; e comamos, e alegremo-nos;
24Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a se alegrar.porque este meu filho era morto e reviveu, estava perdido e se achou. E começaram a regozijar-se.Porque este meu filho era morto, e reviveu, tinha-se perdido, e é achado. E começaram a alegrar-se.
25E seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, chegou perto da casa, ouviu a música, e as danças.Seu filho mais velho estava no campo; quando voltou e foi chegando à casa, ouviu a música e a dança;E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veiu, e chegou perto de casa, ouviu a musica e as danças.
26E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?e, chamando um dos criados, perguntou-lhe que era aquilo.E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquillo.
27E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.Este lhe respondeu: Chegou teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.E elle lhe disse: Veiu teu irmão; e teu pae matou o bezerro cevado, porquanto o recuperou são e salvo.
28Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe que entrasse .Ele se indignou e não queria entrar; e, saindo seu pai, procurava conciliá-lo.Indignou-se, porém, elle, e não queria entrar. E, saindo o pae, o rogava.
29Mas o filho respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com os meus amigos;Mas, respondendo elle, disse ao pae: Eis que te sirvo ha tantos annos, e nunca transgredi o teu mandamento, e nunca me déste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;
30Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.mas, quando veio este teu filho, que gastou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
31E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu;E elle lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;
32Mas era necessário se alegrar e animar; porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha se perdido, e foi encontrado.entretanto, cumpria regozijarmo-nos e alegrarmo-nos, porque este teu irmão era morto e reviveu, estava perdido e se achou.Portanto era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão era morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.