Bíblia
Lucas 23
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | E levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos. | Toda a assembleia levantou-se e conduziu Jesus a Pilatos. | E, levantando-se toda a multidão d'elles, o levaram a Pilatos. |
| 2 | E começaram a acusá-lo, dizendo: Encontramos este homem ,que perverte a nação, e proíbe dar tributo a César, dizendo que ele mesmo é Cristo, o Rei. | Começaram a acusá-lo, dizendo: Achamos este homem pervertendo a nossa nação, vedando pagar tributo a César e dizendo ser ele Cristo, Rei. | E começaram a accusal-o, dizendo: Havemos achado este, que perverte a nação, e prohibe dar o tributo a Cesar, dizendo que elle mesmo é Christo, o rei |
| 3 | E Pilatos lhe perguntou, dizendo: Tu és o Rei dos judeus?E respondendo, ele lhe disse: Tu o dizes. | Pilatos perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes. | E Pilatos perguntou-lhe, dizendo: Tu és o Rei dos Judeos? E elle, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. |
| 4 | E Pilatos disse aos chefes dos sacerdotes, e às multidões: Não acho culpa nenhuma neste homem. | Disse Pilatos aos principais sacerdotes e à multidão: Não acho culpa alguma neste homem. | E disse Pilatos aos principaes dos sacerdotes, e á multidão: Não acho culpa alguma n'este homem. |
| 5 | Mas eles insistiam, dizendo: Ele incita ao povo, ensinando por toda a Judeia, começando desde a Galileia até aqui. | Mas eles instavam ainda mais, dizendo: Ele agita o povo, ensinando por toda a Judeia, desde a Galileia, onde começou, até aqui. | Mas elles insistiam cada vez mais, dizendo: Alvoroça o povo, ensinando por toda a Judea, começando desde Galilea até aqui. |
| 6 | Então Pilatos, ouvindo falar da Galileia, perguntou se aquele homem era galileu. | Pilatos, ouvindo isso, perguntou se o homem era galileu. | Então Pilatos, ouvindo fallar da Galilea, perguntou se aquelle homem era galileo. |
| 7 | E quando soube que era da jurisdição de Herodes, ele o entregou a Herodes, que naqueles dias também estava em Jerusalém. | Quando soube que era da jurisdição de Herodes, o enviou ao mesmo Herodes, que, naqueles dias, se achava em Jerusalém. | E, entendendo que era da jurisdicção de Herodes, remetteu-o a Herodes, que tambem n'aquelles dias estava em Jerusalem. |
| 8 | E Herodes, ao ver Jesus, alegrou-se muito, porque havia muito tempo que desejava o ver, pois ouvia muitas coisas sobre ele; e esperava ver algum sinal feito por ele. | Herodes, vendo a Jesus, ficou muito contente; pois, de longo tempo, queria vê-lo, porque tinha ouvido falar a respeito dele; e esperava vê-lo fazer um milagre. | E Herodes, quando viu a Jesus, alegrou-se muito; porque havia muito que desejava vêl-o, por ter ouvido d'elle muitas coisas; e esperava que lhe veria fazer algum signal; |
| 9 | E perguntava-lhe com muitas palavras, mas ele nada lhe respondia; | Fez-lhe muitas perguntas; mas Jesus nada lhe respondeu. | E interrogava-o em muitas palavras, porém elle nada lhe respondia. |
| 10 | E estavam lá os chefes dos sacerdotes, e os escribas, acusando-o com veemência. | Os principais sacerdotes e os escribas estavam ali, acusando-o com veemência. | E estavam os principaes dos sacerdotes, e os escribas, accusando-o com grande vehemencia. |
| 11 | E Herodes, com seus soldados, desprezando-o, e escarnecendo dele, o vestiu com uma roupa luxuosa, e o enviou de volta a Pilatos. | Herodes, com a sua guarda, desprezou-o, e escarneceu dele e, vestindo-o com um manto resplandecente, tornou a enviá-lo a Pilatos. | E Herodes, com os seus soldados, desprezando-o, e escarnecendo d'elle, vestiu-o de uma roupa resplandecente e tornou a envial-o a Pilatos. |
| 12 | E no mesmo dia Pilatos e Herodes se fizeram amigos; porque antes tinham inimizade um contra o outro. | Naquele dia, Herodes e Pilatos vieram a ser amigos; pois, antes, eram inimigos um do outro. | E no mesmo dia Pilatos e Herodes entre si se fizeram amigos; porque d'antes andavam em inimizade um com o outro. |
| 13 | E Pilatos, convocando aos chefes dos sacerdotes, aos líderes, e ao povo, disse-lhes: | Reunindo Pilatos os principais sacerdotes, as autoridades e o povo, | E, convocando Pilatos os principaes dos sacerdotes, e os magistrados, e o povo, disse-lhes: |
| 14 | Vós me trouxestes a este homem, como que perverte o povo; e eis que eu, examinando-o em vossa presença, nenhuma culpa eu acho neste homem, das de que o acusais. | disse-lhes: Apresentastes-me este homem como agitador do povo, e eis que, interrogando-o eu diante de vós, não achei nele nenhuma culpa das que o acusais. | Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das de que o accusaes, acho n'este homem. |
| 15 | E nem também Herodes; porque a ele eu vos remeti; e eis que ele nada fez para que seja digno de morte. | Nem tampouco Herodes, pois no-lo tornou a enviar; nada tem feito ele digno de morte. | Nem mesmo Herodes, porque a elle vos remetti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte. |
| 16 | Então eu o castigarei, e depois o soltarei. | Portanto, depois de o castigar, soltá-lo-ei. | Castigal-o-hei pois, e soltal-o-hei. |
| 17 | — | [E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa.] | E era-lhe necessario soltar-lhes um pela festa. |
| 18 | Porém todos clamavam juntos, dizendo: Tirai-o daqui! E soltai Barrabás para nós! | Todos, à uma, começaram a gritar: Seja morto este, e solta-nos Barrabás — | Porém toda a multidão clamou á uma, dizendo: Fóra d'aqui com este, e solta-nos Barrabas: |
| 19 | (O qual por uma rebelião feita na cidade, e por uma morte, tinha sido lançado na prisão). | o qual tinha sido preso por causa de uma sedição na cidade e por um homicídio. | O qual fôra lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicidio. |
| 20 | Pilatos falou-lhes então outra vez, querendo soltar Jesus. | Pilatos, querendo soltar a Jesus, falou-lhes de novo. | Fallou pois outra vez Pilatos, querendo soltar a Jesus. |
| 21 | Mas eles clamavam, dizendo: Crucifica -o ! crucifica-o! | Mas eles gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o! | Mas elles clamavam em contrario, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. |
| 22 | E ele lhes disse a terceira vez: Pois que mal este fez? Nenhuma culpa de morte nele eu achei. Então eu o castigarei, e depois o soltarei. | Falou-lhes ainda pela terceira vez: Pois que mal fez ele? Não achei nele causa alguma de morte; portanto, depois de o castigar, soltá-lo-ei. | Então elle, pela terceira vez, lhes disse: Pois que mal fez este? Não acho n'elle culpa alguma de morte. Castigal-o-hei pois, e soltal-o-hei. |
| 23 | Mas eles continuavam, com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E seus gritos, e os dos chefes dos sacerdotes, prevaleceram. | Mas eles insistiam em altas vozes, pedindo que fosse crucificado. E o seu clamor prevaleceu. | Mas elles instavam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E os seus gritos, e os dos principaes dos sacerdotes, redobravam. |
| 24 | Então Pilatos julgou que se fizesse o que pediam. | Decidiu Pilatos que se fizesse o que eles pediam; | Então Pilatos julgou que devia fazer o que elles pediam. |
| 25 | E soltou-lhes ao que fora lançado na prisão por uma rebelião e uma morte, que era o que pediam; porém a Jesus lhes entregou à sua vontade. | soltou aquele que havia sido preso por causa da sedição e do homicídio, a quem eles pediam, mas entregou a Jesus à vontade deles. | E soltou-lhes o que fôra lançado na prisão por uma sedição e homicidio, que era o que pediam; porém entregou Jesus á vontade d'elles. |
| 26 | E enquanto o levavam, tomaram a um Simão Cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse atrás de Jesus. | Quando o conduziram, pegaram num certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram a cruz sobre ele, para que a levasse após Jesus. | E, quando o iam levando, tomaram um certo Simão, cyreneo, que vinha do campo, e pozeram-lhe a cruz ás costas, para que a levasse após Jesus. |
| 27 | E seguia-o uma grande multidão do povo, e de mulheres, as quais também ficavam desconsoladas, e lamentavam por ele. | Seguia-o uma grande multidão de povo e de mulheres, as quais o pranteavam e lamentavam. | E seguia-o grande multidão de povo e de mulheres, as quaes batiam nos peitos, e o lamentavam. |
| 28 | E Jesus, virando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, mas chorai por vós mesmas, e por vossos filhos. | Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; mas chorai por vós mesmas e por vossos filhos, | Porém Jesus, voltando-se para ellas, disse: Filhas de Jerusalem, não choreis por mim, chorae antes por vós mesmas, e por vossos filhos. |
| 29 | Porque eis que vêm dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não deram a luz, e os peitos que não amamentaram. | porque dias virão em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que nunca geraram, e os peitos que nunca amamentaram! | Porque eis que hão de vir dias em que dirão: Bemaventuradas as estereis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não crearam! |
| 30 | Então começarão a dizer aos montes: Cai sobre nós; E aos morros: Cobri-nos! | Então, começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós; e aos outeiros: Cobri-nos. | Então começarão a dizer aos montes: Cahi sobre nós, e aos outeiros: Cobri-nos. |
| 31 | Porque, se fazem isto à árvore verde, o que se fará com a árvore seca? | Porque, se isso se faz no lenho verde, que se fará no seco? | Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao secco? |
| 32 | E também levaram outros dois, que eram malfeitores, para matar com ele. | Eram também levados dois outros, que eram malfeitores, para serem mortos com ele. | E tambem conduziram outros dois, que eram malfeitores, para com elle serem mortos. |
| 33 | E quando chegaram ao lugar, chamado a Caveira, o crucificaram ali, e aos malfeitores, um à direita, e outro à esquerda. | Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram a ele, e também aos malfeitores, um à direita, e outro à esquerda. | E, quando chegaram ao logar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um á direita e outro á esquerda. |
| 34 | E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo suas roupas, lançaram sortes. | Disse Jesus: Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, deitaram sortes sobre elas. | E dizia Jesus: Pae, perdôa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo os seus vestidos, lançaram sortes. |
| 35 | E o povo estava olhando; e os líderes também zombavam com eles, dizendo: Salvou a outros, salve agora a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus. | O povo estava ali presenciando tudo. As autoridades zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou; salve-se a si mesmo, se é o Cristo de Deus, seu escolhido. | E o povo estava olhando; e juntamente com elles tambem os principes zombavam d'elle, dizendo: Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Christo, o escolhido de Deus. |
| 36 | E os soldados também escarneciam dele, aproximando-se dele, e mostrando-lhe vinagre; | Os soldados também o escarneciam, chegando-se a ele, oferecendo-lhe vinagre | E tambem os soldados o escarneciam, chegando-se a elle, e apresentando-lhe vinagre, |
| 37 | E dizendo: Se tu és o Rei dos judeus, salva a ti mesmo. | e dizendo: Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. | E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeos, salva-te a ti mesmo. |
| 38 | E também estava acima dele um título escrito com letras gregas, romanas e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS. | Estava também sobre ele esta inscrição: ESTE É O REI DOS JUDEUS. | E tambem por cima d'elle estava um titulo, escripto em lettras gregas, romanas, e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEOS. |
| 39 | E um dos malfeitores que estavam pendurados o insultava, dizendo: Se tu és o Cristo, salva a ti mesmo, e a nós. | Um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. | E um dos malfeitores que estavam pendurados blasphemava d'elle, dizendo: Se tu és o Christo, salva-te a ti mesmo, e a nós. |
| 40 | Porém o outro, respondendo, repreendia-o, dizendo: Tu ainda não temes a Deus, mesmo estando na mesma condenação? | Mas o outro, repreendendo-o, disse: Nem ao menos temes a Deus, estando debaixo da mesma condenação? | Respondendo, porém, o outro, reprehendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condemnação? |
| 41 | E nós realmente estamos sendo punidos justamente, porque estamos recebendo de volta merecidamente por aquilo que praticamos; mas este nada fez de errado. | Nós, certamente, com justiça, porque recebemos o castigo que merecem os nossos atos; mas este nenhum mal fez. | E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. |
| 42 | E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando chegares em teu Reino. | E disse: Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino. | E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. |
| 43 | E Jesus lhe disse: Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso. | Ele lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso. | E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraiso. |
| 44 | E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra, até a hora nona. | Era já quase a hora sexta, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona; | E era já quasi a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até a hora nona. |
| 45 | E o sol se escureceu, e o véu do templo se rasgou ao meio. | e rasgou-se pelo meio o véu do santuário. | E o sol escureceu, e rasgou-se ao meio o véu do templo. |
| 46 | E Jesus, clamando em alta voz, disse: Pai, em tuas mãos eu entrego meu espírito.E tendo dito isto, parou de respirar. | Jesus, clamando em alta voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. Tendo dito isso, expirou. | E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pae, nas tuas mãos entrego o meu espirito. E, havendo dito isto, expirou. |
| 47 | E o centurião, vendo o o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Verdadeiramente este homem era justo. | Vendo o centurião o que acontecera, deu glória a Deus, dizendo: Realmente, este homem era justo. | E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu gloria a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo. |
| 48 | E todas as multidões que se juntavam para observar, vendo o que tinha acontecido, voltaram, batendo nos peitos. | Toda a multidão que se reunira para presenciar este espetáculo, vendo o que acontecera, retirava-se, batendo nos peitos. | E toda a multidão que se ajuntára a este espectaculo, vendo o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos. |
| 49 | E todos os seus conhecidos, e as mulheres que acompanhando -o desde a Galileia, tinham o seguido, estavam longe, vendo estas coisas. | Mas todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia conservavam-se de longe, contemplando essas coisas. | E todos os seus conhecidos, e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galiléa, estavam de longe vendo estas coisas. |
| 50 | E eis que um homem, de nome José, membro do conselho de justiça ,sendo homem bom e justo. | Um homem chamado José, membro do Sinédrio, homem bom e justo | E eis que um varão por nome José, senador, homem de bem e justo, |
| 51 | (Que não tinha concordado, nem com o conselho, nem em atos que fizeram), da cidade de Arimateia, da terra dos judeus, e que também esperava pelo Reino de Deus. | (que não anuíra ao propósito e ato dos outros), de Arimateia, cidade dos judeus, o qual esperava o reino de Deus, | Que não tinha consentido no seu conselho, nem em seus feitos, de Arimathea, cidade dos judeos, e que tambem esperava o reino de Deus: |
| 52 | Este, chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus. | foi ter com Pilatos e pediu o corpo de Jesus; | Este, chegando a Pilatos, pediu o corpo de Jesus; |
| 53 | E tendo o tirado, o envolveu em um tecido de linho, e o pôs em um sepulcro, escavado em uma rocha, onde nunca ainda tinha sido posto. | e, tirando-o da cruz, envolveu-o em um pano de linho e o depositou num túmulo aberto em rocha, onde ninguém havia sido sepultado. | E, havendo-o tirado, envolveu-o n'um lençol, e pôl-o n'um sepulchro lavrado n'uma penha, onde ninguem ainda havia sido posto. |
| 54 | E era o dia da preparação, e o sábado estava começando. | Era o dia da Parasceve, e ia começar o sábado. | E era o dia da preparação, e amanhecia o sabbado. |
| 55 | E as mulheres que vieram com ele da Galileia também o seguiram, e viram o sepulcro, e como seu corpo foi posto. | As mulheres que tinham vindo da Galileia com ele, seguindo a José, viram o túmulo e como o corpo de Jesus fora nele posto; | E tambem as mulheres, que tinham saido com elle da Galiléa, o seguiram, e viram o sepulchro, e como foi posto o seu corpo. |
| 56 | E elas, ao voltarem, prepararam materiais aromáticos e óleos perfumados. E descansaram o sábado, conforme o mandamento. | voltando depois, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, descansaram segundo o mandamento; | E, voltando ellas, prepararam especiarias e unguentos; e no sabbado repousaram, conforme o mandamento. |