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Bíblia

Lucas 7

BLIVRETBALM1911
1E depois de acabar todos os seus discursos aos ouvidos do povo, ele entrou em Cafarnaum.Tendo Jesus concluído todos os seus discursos dirigidos ao povo, entrou em Cafarnaum.E, depois de concluir todos estes discursos perante o povo, entrou em Capernaum.
2E o servo de um certo centurião, a quem muito estimava, que estava doente, e a ponto de morrer.Um servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte.E o servo de um certo centurião, a quem muito estimava, estava doente, e moribundo.
3E quando o centurião ouviu falar sobre Jesus, enviou-lhe uns anciãos dos judeus, rogando-lhe que viesse curar o seu servo.O centurião, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo.E, quando ouviu fallar de Jesus, enviou-lhe uns anciãos dos judeos, rogando-lhe que viesse e curasse o seu servo.
4Eles vieram a Jesus, e rogaram-lhe com urgência, dizendo: Ele é digno de lhe concederes isto,Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram: Ele é digno de que lhe faças isso;E, chegando elles junto de Jesus, rogaram-lhe muito, dizendo: É digno de que lhe concedas isto,
5porque ele ama a nossa nação, e ele mesmo construiu a nossa sinagoga.pois é amigo do nosso povo e ele mesmo edificou a nossa sinagoga.Porque ama a nossa nação, e elle mesmo nos edificou a synagoga.
6Jesus foi com eles; mas quando já não estava longe da casa, o centurião lhe enviou uns amigos, dizendo-lhe: “Senhor, não te incomodes, porque não sou digno que entres abaixo do meu telhado.Jesus foi com eles. Quando ia chegando à casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa.E foi Jesus com elles; mas, quando já estava perto da casa, enviou-lhe o centurião uns amigos, dizendo-lhe: Senhor, não te incommodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado;
7Por isso que nem mesmo me considerei digno de vir a ti; mas diz uma palavra, e o meu servo sarará.Por isso, eu mesmo não me julguei digno de vir a ti; mas dize uma palavra, e o meu criado ficará são.Pelo que nem ainda me julguei digno de ir ter comtigo; dize, porém, uma palavra, e o meu creado sarará.
8Porque também eu sou homem subordinado à autoridade, e tenho soldados sob o meu comando, e digo a este: 'Vai', e ele vai; e a outro: 'Vem', e ele vem; e a meu servo: 'Faz isto', e ele faz”.Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: Vai ali, e ele vai; e a outro: Vem cá, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz.Porque tambem eu sou homem sujeito á auctoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: Vae; e elle vae; e a outro: Vem; e elle vem; e ao meu servo: Faze isto; e elle o faz.
9Quando Jesus ouviu isso, admirou-se dele; então se virou, e disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem mesmo em Israel achei tanta fé.Jesus, ouvindo isso, admirou-se e, virando-se para a multidão que o acompanhava, disse: Eu vos afirmo que nem mesmo em Israel achei tamanha fé.E Jesus, ouvindo isto, maravilhou-se d'elle, e, voltando-se, disse á multidão que o seguia: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé.
10E quando os que foram enviados voltaram para casa, acharam são o servo doente.Voltando para casa os que haviam sido enviados, encontraram o servo de perfeita saúde.E, voltando para casa os que foram enviados, acharam são o servo enfermo.
11E aconteceu no dia seguinte, que Jesus ia a uma cidade chamada Naim, e com ele iam muitos de seus discípulos, e uma grande multidão.Em dia subsequente, dirigia-se Jesus para uma cidade chamada Naim, e iam com ele seus discípulos e uma grande multidão.E aconteceu, no dia seguinte, que Jesus ia a uma cidade chamada Nain, e com elle iam muitos dos seus discipulos, e uma grande multidão;
12E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia grande multidão da cidade.Ao aproximar-se ele da porta da cidade, eis que levavam para fora um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e vinha com ela muita gente da cidade.E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho unigenito de sua mãe, que era viuva; e com ella ia uma grande multidão da cidade.
13Quando o Senhor a viu, comoveu-se de intima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.Logo que o Senhor a viu, compadeceu-se dela e disse-lhe: Não chores!E, vendo-a, o Senhor moveu-se de intima compaixão por ella, e disse-lhe: Não chores.
14Então se aproximou, tocou o caixão (e os que a levavam, pararam), e disse: Jovem, a ti eu digo: levanta-te.Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Moço, eu te mando: levanta-te!E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Mancebo, a ti te digo: Levanta-te.
15E o defunto se sentou e começou a falar; e ele o entregou à sua mãe.Aquele que havia estado morto sentou-se e começou a falar; e Jesus o entregou à mãe dele.E o defunto assentou-se, e começou a fallar; e entregou-o a sua mãe.
16Todos se encheram de temor, e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo!”Todos ficaram cheios de medo e glorificaram a Deus, dizendo: Um grande profeta levantou-se entre nós; e: Deus visitou ao seu povo.E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande propheta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo.
17E essa sua fama correu por toda a Judeia, e por toda a região em redor.A notícia disso se divulgou por toda a Judeia e por toda a circunvizinhança.E correu d'elle esta fama por toda a Judea e por toda a terra circumvisinha.
18E os discípulos de João lhe anunciaram essas coisas.Todas essas coisas foram contadas a João pelos seus discípulos.E os discipulos de João annunciaram-lhe todas estas coisas.
19Então João chamou dois de seus discípulos, e os enviou a Jesus, dizendo: “És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?”João, chamando dois deles, enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que há de vir ou havemos de esperar outro?E João, chamando dois dos seus discipulos, enviou-os a Jesus, dizendo: És tu aquelle que havia de vir, ou esperamos outro?
20E quando aqueles homens vieram a ele, disseram: “João Batista nos enviou a ti, dizendo: 'És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?'”Quando esses homens chegaram a Jesus, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que há de vir ou havemos de esperar outro?E, quando aquelles homens chegaram junto d'elle, disseram: João Baptista enviou-nos a dizer-te: És tu aquelle que havia de vir, ou esperamos outro?
21E naquela mesma hora ele curou a muitos de enfermidades, males, e espíritos maus, e a deu vista a muitos cegos.Na mesma hora, curou Jesus a muitos de moléstias, de flagelos e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos.E, na mesma hora, curou muitos de enfermidades, e males, e espiritos máus, e deu vista a muitos cegos.
22Jesus lhes respondeu: Ide, e anunciai a João as coisas que tendes visto e ouvido: que os cegos veem, os mancos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, e aos pobres é anunciado o Evangelho.Então, lhes respondeu: Ide contar a João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos ficam limpos, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, aos pobres anuncia-se-lhes o evangelho.Respondendo então Jesus, disse-lhes: Ide, e annunciae a João as coisas que tendes visto e ouvido: que os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos resuscitam e o Evangelho annuncia-se aos pobres.
23E bendito é aquele que não se ofender em mim.E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.E bemaventurado aquelle que em mim se não escandalizar.
24E quando os mensageiros de João se foram, Jesus começou a dizer às multidões acerca de João: Que saístes para ver no deserto? Alguma cana sacudida pelo vento?Partidos que foram os mensageiros de João, começou Jesus a falar ao povo a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? Uma cana agitada pelo vento?E, tendo-se retirado os mensageiros de João, começou a dizer á multidão ácerca de João: Que saistes a ver ao deserto? uma canna abalada pelo vento
25Mas que saístes para ver? Um homem vestido de roupas delicadas? Eis que os que vestem roupas delicadas e vivem no luxo estão nos palácios reais.Mas que saístes a ver? um homem vestido de roupas finas? Os que se vestem ricamente e vivem no luxo, assistem nos palácios dos reis.Mas que saistes a vêr? um homem trajado de vestidos delicados? Eis que os que andam com preciosos vestidos, e em delicias, estão nos paços reaes.
26Mas que saístes para ver? Um profeta? Sim, vos digo, e muito mais que profeta.Mas que saístes a ver? Um profeta? Sim, vos digo, e muito mais do que profeta.Mas que saistes a vêr? um propheta? sim, vos digo, e muito mais do que propheta.
27Este é aquele de quem está escrito: Eis que envio o meu mensageiro adiante de tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio eu ante a tua face o meu anjo, que há de preparar o teu caminho diante de ti.Este é aquelle de quem está escripto: Eis que envio o meu anjo adiante da tua face, o qual preparará diante de ti o teu caminho.
28Pois eu vos digo, que dentre os nascidos de mulheres, não há profeta maior que João, o Batista; mas o menor no Reino dos céus é maior que ele.Eu vos digo: entre os nascidos de mulher, não há nenhum maior do que João; mas o que é menor no reino de Deus é maior do que ele.Porque eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não ha maior propheta do que João Baptista; mas o menor no reino de Deus é maior do que elle.
29E todo o povo e os cobradores de impostos ouviram, concordaram que Deus era justo, e foram batizados com o batismo de João.Ao ouvir isso, todo o povo e até os publicanos reconheceram a justiça de Deus, sendo batizados com o batismo de João;E todo o povo que o ouviu e os publicanos justificaram a Deus, tendo sido baptizados com o baptismo de João.
30Mas os fariseus e os estudiosos da Lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, e não foram batizados por ele.mas os fariseus e os doutores da lei frustraram o desígnio de Deus quanto a si mesmos, não sendo batizados por ele.Mas os phariseos e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, não tendo sido baptizados por elle.
31E o Senhor disse: “A quem, pois, compararei as pessoas desta geração? E a quem são semelhantes?A que, pois, compararei os homens desta geração, e a que são eles semelhantes?E disse o Senhor: A quem pois compararei os homens d'esta geração, e a quem são similhantes?
32São semelhantes às crianças sentadas na praça, que gritam umas às outras: 'Tocamo-vos flautas, mas não dançastes; cantamos-vos lamentações, mas não chorastes'.São semelhantes aos meninos que se assentam na praça e gritam uns para os outros: Nós vos tocamos flauta, e vós não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes.São similhantes aos meninos que, assentados nas praças, clamam uns aos outros, e dizem: Tocámos-vos flauta, e não dançastes; cantámos-vos lamentações, e não chorastes,
33Porque veio João Batista, que não comia pão, nem bebia vinho, e dizeis: 'Ele tem demônio';Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Ele tem demônio!Porque veiu João Baptista, que nem comia pão nem bebia vinho, e dizeis: Tem demonio;
34Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizeis: 'Eis um homem comilão e bebedor de vinho, amigo dos cobradores de impostos e dos pecadores'.Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis um homem glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores?Veiu o Filho do homem, que come e bebe, e dizeis: Eis ahi um homem comilão, e bebedor de vinho, amigo dos publicanos e dos peccadores.
35Mas a sabedoria foi considerada justa por todos os seus filhos”.Contudo a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.
36E um dos fariseus lhe pediu que comesse com ele; então entrou na casa do fariseu, e sentou-se à mesa .Um dos fariseus convidou-o para jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar à mesa.E rogou-lhe um dos phariseos que comesse com elle; e, entrando em casa do phariseo, assentou-se á mesa.
37E eis que uma mulher da cidade, que era pecadora, quando soube que ele estava na casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro de óleo perfumado.Havia na cidade uma mulher que era pecadora; ela, sabendo que ele estava jantando na casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com perfume; e,E eis que uma mulher da cidade, uma peccadora, sabendo que elle estava á mesa em casa do phariseo, levou um vaso de alabastro com unguento;
38E estando atrás, aos seus pés, chorando, começou a molhar-lhe os pés com lágrimas; e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e os ungia com o óleo perfumado.pondo-se-lhe aos pés, chorando, começou a regá-los com lágrimas, e os enxugava com os cabelos da sua cabeça, e beijava-lhe os pés, e ungia-os com o perfume.E, estando detraz, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lagrimas, e enxugava-lh'os com os cabellos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lh'os com o unguento.
39E quando o fariseu que o havia convidado viu isso , falou consigo mesmo: Se ele fosse profeta, saberia quem e qual é a mulher que o toca; porque ela é pecadora.Ao ver isso, o fariseu que o convidara dizia consigo: Se este homem fosse profeta, saberia quem é a que o toca e que sorte de mulher é, pois é uma pecadora.E, quando isto viu o phariseo que o tinha convidado, fallava comsigo, dizendo: Se este fôra propheta, bem saberia quem e qual é a mulher que o tocou, porque é peccadora.
40E Jesus lhe respondeu: “Simão, tenho uma coisa a te dizer”; e ele disse: “Dize-a, Mestre”.Disse Jesus ao fariseu: Simão, tenho uma coisa para te dizer. Ele respondeu: Dize-a, Mestre.E Jesus, respondendo, disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E elle disse: Dize-a, Mestre.
41Jesus disse: “Certo credor tinha dois devedores. Um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro cinquenta.Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro, cinquenta.Um certo crédor tinha dois devedores; um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cincoenta.
42Como não tinham com que pagar, perdoou-lhes a dívida de ambos. Diz, pois, qual deles o amará mais?”Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou a dívida a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais?E, não tendo elles com que pagar, perdoou-lhes a ambos a divida. Dize pois qual d'elles o amará mais?
43Simão respondeu: Tenho para mim que aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste corretamente.Respondeu Simão: Suponho que aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe: Julgaste bem.E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquelle a quem mais perdoou. E elle lhe disse: Julgaste bem.
44Ele se voltou à mulher, e disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei na tua casa, e não me deste água para os pés; porém esta molhou os meus pés com lágrimas, e os enxugou com os seu cabelos da cabeça.Virando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para os pés; mas esta mos regou com lágrimas e os enxugou com os seus cabelos.E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me déste agua para os pés; mas esta regou-me os pés com lagrimas, e m'os enxugou com os seus cabellos.
45Tu não me beijaste; porém esta, desde que entrou, não parou de me beijar os pés.Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não cessou de beijar-me os pés.Não me déste osculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés.
46Não ungiste a minha cabeça com óleo, porém esta ungiu os meus pés com óleo perfumado.Não ungiste a minha cabeça com óleo, mas esta com perfume ungiu os meus pés.Não me ungiste a cabeça com oleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento.
47Por isso te digo, os muitos pecados dela são perdoados, porque muito amou; mas ao que pouco se perdoa, pouco ama.Por isso, te digo: Perdoados lhe são os seus pecados, que são muitos, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa pouco ama.Por isso te digo que os seus muitos peccados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquelle a quem pouco se perdoa pouco ama.
48E disse a ela: Os teus pecados são perdoados.Disse à mulher: Perdoados são os teus pecados.E disse-lhe a ella: Os teus peccados te são perdoados.
49E os que estavam sentados começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados?Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer consigo mesmos: Quem é este que até perdoa pecados?E os que estavam á mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa peccados?
50E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai em paz.Mas Jesus disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.E disse á mulher: A tua fé te salvou: vae-te em paz.