Bíblia
Marcos 3
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Jesus entrou outra vez numa sinagoga; e estava ali um homem que tinha uma mão definhada. | Entrou Jesus outra vez numa sinagoga onde se achava um homem que tinha uma das mãos ressequida. | E outra vez entrou na synagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada. |
| 2 | E prestavam atenção nele, se o curaria no sábado, para o acusarem. | Observam-no para ver se curaria o homem em dia de sábado, a fim de o acusarem. | E estavam observando-o se curaria no sabbado, para o accusarem. |
| 3 | E Jesus disse ao homem que tinha a mão definhada: Levanta-te, e vem para o meio. | Disse Jesus ao homem que tinha a mão ressequida: Levanta-te e vem para o meio de nós. | E disse ao homem que tinha a mão secca: Levanta-te para o meio. |
| 4 | E disse-lhes:É lícito no sábado fazer o bem, ou o mal? Salvar uma pessoa, ou matá-la? E mantiveram-se calados. | Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou o mal, salvar a vida ou tirá-la? Mas eles guardaram silêncio. | E disse-lhes: É licito no sabbado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E elles calavam-se. |
| 5 | E olhando ao redor para eles com indignação, sentindo pena da dureza dos seus corações, disse ao homem: Estende a mão. E ele estendeu; e sua mão foi restaurada . | Olhando com indignação para aqueles que o rodeavam, contristado pela dureza dos seus corações, disse ao homem: Estende a mão. Ele a estendeu; e a mão lhe foi restabelecida. | E, olhando para elles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a tua mão. E elle a estendeu, e foi-lhe restituida a sua mão, sã como a outra. |
| 6 | Assim que os fariseus saíram, tiveram reunião com os herodianos contra ele, para combinarem sobre como o matariam. | Os fariseus, saindo dali, entraram logo em conselho com os herodianos contra ele, para ver um meio de lhe tirar a vida. | E, tendo saido os phariseos, tomaram logo conselho com os herodianos contra elle, como o matariam. |
| 7 | E Jesus retirou-se com os seus discípulos para o mar; e seguiu-o uma grande multidão da Galileia, da Judeia, | Jesus retirou-se com os seus discípulos para o lado do mar. Da Galileia o seguiu uma grande multidão; também da Judeia | E retirou-se Jesus com os seus discipulos para o mar, e seguia-o uma grande multidão da Galilea e da Judea, |
| 8 | de Jerusalém, da Idumeia, dalém do Jordão, e das proximidades de Tiro e de Sidom; uma grande multidão, tendo ouvido quão grandes coisas fazia, vieram a ele. | de Jerusalém, da Idumeia, dalém do Jordão e das circunvizinhanças de Tiro e de Sidom, o povo, sabendo quantas coisas Jesus fazia, foi ter com ele em grande número. | E de Jerusalem, e da Idumea, e d'além do Jordão; e de perto de Tyro e Sidon uma grande multidão, ouvindo quão grandes coisas fazia, veem ter com elle. |
| 9 | E disse aos seus discípulos que um barquinho ficasse continuamente perto dele, por causa das multidões; para que não o apertassem. | Ele recomendou a seus discípulos que tivessem uma barquinha sempre ao seu dispor, por causa da multidão, a fim de que não o apertasse; | E disse aos seus discipulos que lhe tivessem sempre prompto um barquinho junto d'elle, por causa da multidão, para que o não opprimisse, |
| 10 | Pois havia curado muitos, de maneira que todos quantos tinham algum mal lançavam-se sobre ele a fim de tocá-lo. | porque curou a muitos, de modo que todos os que padeciam qualquer doença, se arrojavam a ele para o tocar. | Porque tinha curado a muitos, de tal maneira que todos quantos tinham algum mal se arrojavam sobre elle, para o tocarem. |
| 11 | E os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele, e exclamavam: Tu és o Filho de Deus. | Os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele e clamavam: Tu és o Filho de Deus. | E os espiritos immundos, vendo-o, prostravam-se diante d'elle, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus. |
| 12 | Mas Jesus os repreendia muito, para que não manifestassem quem ele era. | Ele lhes advertiu com insistência que não o dessem a conhecer. | E elle os ameaçava muito, para que não o manifestassem. |
| 13 | Ele subiu ao monte, e chamou para si os que quis; então vieram a ele. | Depois, subiu ao monte e chamou para junto de si os que ele mesmo quis, e eles vieram. | E subiu ao monte, e chamou para si os que elle quiz; e vieram a elle. |
| 14 | E constituiu doze para que estivessem com ele, para enviá-los a pregar, | Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar, | E ordenou aos doze que estivessem com elle, para que os mandasse a prégar, |
| 15 | para que tivessem poder de expulsar os demônios. | com autoridade de expelirem os demônios. | E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demonios: |
| 16 | Eram eles: Simão, a quem pôs por nome Pedro; | Eis os doze que designou: Simão, a quem deu o nome de Pedro; | A Simão, a quem poz o nome de Pedro, |
| 17 | Tiago filho de Zebedeu, e João, irmão de Tiago; e pôs-lhes por nome Boanerges, que significa “filhos do trovão”; | Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer filhos do trovão; | E a Thiago, filho de Zebedeo, e a João, irmão de Thiago, aos quaes poz o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão; |
| 18 | e André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé; Tiago filho de Alfeu; Tadeu; Simão o zelote; | André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o zelote, | E a André, e a Philippe, e a Bartholomeo, e a Mattheus, e a Thomé, e a Thiago, filho de Alpheo, e a Thadeo, e a Simão, o cananeo, |
| 19 | e Judas Iscariotes, o que o traiu. | e Judas Iscariotes, que o traiu. Entrou numa casa; | E a Judas Iscariotes, o que o entregou. |
| 20 | Quando Jesus foi para uma casa, outra vez se ajuntou uma multidão, de maneira que nem sequer podiam comer pão. | e, mais uma vez, a multidão afluiu, de tal modo que nem sequer podiam comer. | E foram para casa. E ajuntou-se outra vez a multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão. |
| 21 | Os seus familiares , ao ouvirem isso, saíram para detê-lo, porque diziam: “Ele stá fora de si”. | Quando seus parentes souberam disso, saíram para o segurar, porque diziam: Ele está fora de si. | E, quando os seus ouviram isto, sairam para o prender; porque diziam: Está fóra de si. |
| 22 | E os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: Ele tem Belzebu, e é pelo chefe dos demônios que expulsa demônios. | Os escribas que haviam descido de Jerusalém afirmavam: Está possesso de Belzebu. E: É pelo chefe dos demônios que expele os demônios. | E os escribas, que tinham descido de Jerusalem, diziam: Tem Beelzebu, e pelo principe dos demonios expulsa os demonios. |
| 23 | Então Jesus os chamou, e lhes disse por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás? | Chamando-os para junto de si, disse-lhes por parábolas: Como pode Satanás expelir a Satanás? | E, chamando-os a si, disse-lhes por parabolas: Como pode Satanaz expulsar Satanaz? |
| 24 | Se algum reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode durar; | Se um reino se levantar contra si mesmo, esse reino não pode subsistir; | E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir. |
| 25 | e se alguma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não pode durar firme. | se uma casa se levantar contra si mesma, essa casa não poderá permanecer. | E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir. |
| 26 | E se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode durar, mas tem fim. | Se Satanás se tem levantado contra si mesmo e está dividido, ele não pode subsistir; antes, tem fim. | E, se Satanaz se levantar contra si mesmo, e fôr dividido, não pode subsistir; antes tem fim. |
| 27 | Ninguém pode roubar os bens do valente, quando se entra na casa dele, se antes não amarrar ao valente; depois disso roubará a sua casa. | Pois ninguém pode entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens, sem primeiro amarrá-lo; e, então, lhe saqueará a casa. | Ninguem pode roubar as alfaias do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não manietar o valente; e então roubará a sua casa. |
| 28 | Em verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e todas as blasfêmias com que blasfemarem; | Em verdade vos digo: Que aos homens serão perdoados todos os pecados e as blasfêmias que proferirem; | Na verdade vos digo que todos os peccados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasphemias, com que blasphemarem; |
| 29 | mas quem blasfemar contra o Espírito Santo ficará sem perdão para sempre; em vez disso, é culpado do pecado eterno. | mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca mais terá perdão; pelo contrário, é réu de um pecado eterno. | Qualquer, porém, que blasphemar contra o Espirito Sancto, nunca obterá perdão para sempre, mas será réu do eterno juizo. |
| 30 | Pois diziam: “Ele tem espírito imundo”. | Pois diziam: Está possesso de um espírito imundo. | (Porque diziam: Tem espirito immundo.) |
| 31 | Então chegaram a sua mãe e os seus irmãos; e estando de fora, mandaram chamá-lo. | Chegaram sua mãe e seus irmãos; e, ficando da parte de fora, mandaram chamá-lo. | Chegaram então seus irmãos e sua mãe, e, estando de fóra, enviaram a elle, chamando-o. |
| 32 | A multidão estava sentada ao redor dele. Então disseram-lhe: Eis que a tua mãe , os teus irmãos , e as tuas irmãs estão lá fora a te procurar. | Muita gente estava sentada ao redor dele, e disseram-lhe: Olha, tua mãe, teus irmãos e tuas irmãs estão lá fora e te procuram. | E a multidão estava assentada ao redor d'elle, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te buscam lá fóra. |
| 33 | Ele lhes respondeu: Quem é a minha mãe e os meus irmãos? | Ele perguntou: Quem é minha mãe e meus irmãos? | E elle lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos? |
| 34 | E, olhando em redor aos que estavam sentados perto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. | Olhando para os que estavam sentados em roda dele, disse: Eis minha mãe e meus irmãos! | E, olhando em redor para os que estavam assentados junto d'elle, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos. |
| 35 | Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã, e mãe. | Aquele que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe. | Porque qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe. |