Bíblia
Marcos 9
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | E disse-lhes também: Em verdade vos digo, que há alguns dos que aqui estão, que não experimentarão a morte, até que vejam o reino de Deus vindo com poder. | Disse-lhes mais: Em verdade vos digo que alguns dos que estão aqui de maneira nenhuma morrerão, enquanto não virem já chegado o reino de Deus com poder. | Dizia-lhes tambem: Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns ha que não provarão a morte até que vejam vir o reino de Deus com poder. |
| 2 | Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago, e João, e os levou à parte, sozinhos, para um alto monte ; e transfigurou-se diante deles. | Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, a Tiago e a João e levou-os à parte, sós, a um alto monte. Foi transfigurado diante deles; | E seis dias depois Jesus tomou comsigo a Pedro, a Thiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante d'elles; |
| 3 | E suas roupas ficaram resplandescentes, muito brancas , como nenhum lavadeiro na terra seria capaz de branquear. | as suas vestes tornaram-se resplandecentes e, em extremo, brancas, como nenhum lavandeiro sobre a terra as pode alvejar. | E os seus vestidos tornaram-se resplandecentes, mui brancos como a neve, taes como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. |
| 4 | E apareceu-lhes Elias com Moisés, e falavam com Jesus. | Apareceu-lhes Elias com Moisés, e estes falavam com Jesus. | E appareceu-lhes Elias com Moysés, e fallavam com Jesus. |
| 5 | Então Pedro disse a Jesus: Mestre, é bom para nós estarmos aqui; façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias. | Pedro disse a Jesus: Mestre, bom é estarmos aqui; façamos três tabernáculos: um para ti, outro, para Moisés, e outro para Elias. | E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, bom é que nós estejamos aqui, e façamos tres cabanas, uma para ti, uma para Moysés, e uma para Elias. |
| 6 | Pois ele não sabia o que dizia, pois estavam assombrados. | Não sabia o que havia de dizer, pois estavam aterrorizados. | Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. |
| 7 | Então desceu uma nuvem, que os cobriu com a sua sombra, e veio uma voz da nuvem, que dizia: Este é meu Filho amado; a ele ouvi. | Veio uma nuvem que os envolveu, e dela saiu uma voz, dizendo: Este é o meu Filho dileto; ouvi-o. | E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a elle ouvi. |
| 8 | De repente, quando olharam em redor, não viram mais ninguém, a não ser só Jesus com eles. | Eles, olhando de repente em redor, não viram mais a ninguém consigo, senão só a Jesus. | E, tendo olhado em roda, ninguem mais viram, senão só Jesus com elles. |
| 9 | Enquanto desciam do monte, Jesus lhes mandou que a ninguém contassem o que haviam visto, até que o Filho do homem ressuscitasse dos mortos. | Enquanto desciam do monte, ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, senão quando o Filho do Homem houvesse ressurgido dentre os mortos. | E, descendo elles do monte, ordenou-lhes que a ninguem contassem o que tinham visto, até que o Filho do homem resuscitasse dos mortos. |
| 10 | E eles guardaram o caso entre si, perguntando uns aos outros o que seria aquilo de “ressuscitar dos mortos”. | Eles guardaram essas palavras, discutindo entre si o que seria o ressurgir dentre os mortos. | E elles retiveram o caso entre si, perguntando uns aos outros que seria aquillo: resuscitar dos mortos. |
| 11 | Então lhe perguntaram: Por que os escribas dizem que Elias tem que vir primeiro? | Então, lhe perguntaram: Como é que os escribas dizem que Elias deve vir primeiro? | E interrogaram-n'o, dizendo: Porque dizem os escribas que é necessario que Elias venha primeiro? |
| 12 | E ele lhes respondeu: De fato Elias vem primeiro, e restaura todas as coisas. Então, como está escrito sobre o Filho do homem tem que sofrer muito, e ser desprezado? | Respondeu ele: Elias, com efeito, vem primeiro e há de restaurar todas as coisas; e como é que está escrito acerca do Filho do Homem que padecesse muitas coisas e fosse rejeitado? | E, respondendo elle, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e todas as coisas restaurará: e, como está escripto do Filho do homem, convem que padeça muito e seja aviltado. |
| 13 | Porém eu vos digo que Elias já veio, e fizeram-lhe tudo o que quiseram, como está escrito sobre ele. | Mas digo-vos que Elias já veio, e fizeram-lhe tudo quanto quiseram, como dele está escrito. | Digo-vos, porém, que Elias já veiu, e fizeram-lhe tudo o que quizeram, como d'elle está escripto. |
| 14 | E quando vieram aos discípulos, eles viram uma grande multidão ao redor deles; e uns escribas estavam discutindo com eles. | Quando chegaram aos discípulos, viram uma grande multidão, que os rodeava, e alguns escribas discutindo com eles. | E, quando se approximou dos discipulos, viu ao redor d'elles grande multidão, e alguns escribas que disputavam com elles. |
| 15 | Logo que toda a multidão o viu, ficou admirada. Então correram a ele, e o cumprimentaram. | Imediatamente, toda a multidão, vendo a Jesus, ficou muito surpreendida e, correndo para ele, o saudava. | E logo toda a multidão, vendo-o, ficou espantada, e, correndo para elle, o saudaram. |
| 16 | Jesus lhes perguntou : O que estais discutindo com eles? | Ele lhes perguntou: Que estais discutindo com eles? | E perguntou aos escribas: Que questionaes com elles? |
| 17 | E um da multidão lhe respondeu: Mestre, trouxe a ti o meu filho, que tem um espírito mudo. | Respondeu-lhe um dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que está possesso dum espírito mudo, | E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espirito mudo; |
| 18 | E onde quer que o toma, faz-lhe ter convulsões, solta espuma, range os dentes, e vai ficando rígido. Eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, mas não conseguiram. | e este, onde quer que o apanha, o lança por terra; ele espuma, range os dentes e vai definhando. Roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam. | E, onde quer que o apanha, despedaça-o, e elle escuma, e range os dentes, e vae-se seccando; e eu disse aos teus discipulos que o expulsassem, e não poderam. |
| 19 | Jesus lhes respondeu: Ó geração incrédula! Até quando estarei ainda convosco? Até quando vos suportarei? Trazei-o a mim. | Disse-lhes Jesus: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo. | E elle, respondendo-lhes, disse: Ó geração incredula! até quando estarei comvosco? até quando vos soffrerei ainda? Trazei-m'o. |
| 20 | Então trouxeram-no a ele. E quando o viu, logo o espírito o fez ter uma convulsão e, caindo em terra, rolava, e espumava. | Então, lho trouxeram. Ao ver a Jesus, logo o espírito o convulsionou; ele caiu por terra e se estorceu, espumando. | E trouxeram-lh'o; e, quando o viu, logo o espirito o agitou com violencia, e, caindo por terra, revolvia-se, escumando. |
| 21 | E perguntou ao seu pai: Quanto tempo há que isto lhe sobreveio? E ele lhe disse: Desde a infância. | Perguntou Jesus ao pai dele: Há quanto tempo acontece-lhe isso? Respondeu ele: Desde a infância; | E perguntou ao pae d'elle: Quanto tempo ha que lhe succede isto? E elle disse-lhe: Desde a infancia; |
| 22 | E muitas vezes o lançou também no fogo e na água para o destruir. Mas, se podes algo, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. | e muitas vezes o tem lançado tanto no fogo como na água, para o destruir; mas, se podes alguma coisa, compadece-te de nós e ajuda-nos. | E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na agua, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. |
| 23 | E Jesus lhe disse: Se podes? Tudo é possível ao que crê. | Disse-lhe Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê. | E Jesus disse-lhe: Se tu podes crêr; tudo é possível ao que crê. |
| 24 | Logo o pai do menino, clamando, disse: Creio! Ajuda-me na minha incredulidade. | Imediatamente, o pai do menino exclamou: Creio! Ajuda a minha incredulidade. | E logo o pae do menino, clamando com lagrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. |
| 25 | Quando Jesus viu que a multidão corria e se ajuntava, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno, sai dele, e nunca mais entres nele! | Jesus, vendo que uma multidão afluía, repreendeu ao espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele e nunca mais nele entres. | E Jesus, vendo que a multidão concorria, reprehendeu o espirito immundo, dizendo-lhe: Espirito mudo e surdo, eu te ordeno: Sae d'elle, e não entres mais n'elle. |
| 26 | Então o espírito , gritando, e fazendo-o ter muita convulsão, saiu. E o menino ficou como morto, de maneira que muitos diziam que estava morto. | Gritando e agitando-o muito, saiu; o menino ficou como morto, de maneira que a maior parte do povo dizia: Morreu. | E elle, clamando, e agitando-o com violencia, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. |
| 27 | Então Jesus o tomou pela mão, e o ergueu; e ele se levantou. | Jesus, porém, tomando-o pela mão, ergueu-o, e ele ficou em pé. | Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e elle se levantou. |
| 28 | E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que nós não conseguimos o expulsar? | Depois que entrou em casa, perguntaram-lhe seus discípulos particularmente: Como é que não podemos nós expulsá-lo? | E, quando entrou em casa, os seus discipulos lhe perguntaram á parte: Porque o não podemos nós expulsar? |
| 29 | E lhes respondeu: Este tipo não pode sair por coisa alguma, a não ser com oração . | Respondeu-lhes: Esta espécie só pode sair à força de oração. | E disse-lhes: Esta casta não pode sair por coisa alguma, senão pela oração e jejum. |
| 30 | Depois partiram dali, e caminharam pela Galileia. Mas Jesus não queria que ninguém soubesse, | Tendo partido dali, passaram pela Galileia, e ele não queria que ninguém o soubesse; | E, tendo partido d'ali, caminharam pela Galilea, e não queria que alguem o soubesse; |
| 31 | Porque ensinava a seus discípulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue em mãos de homens, e o matarão; e estando ele morto, ressuscitará ao terceiro dia. | pois ensinava a seus discípulos e lhes dizia: O Filho do Homem será entregue às mãos dos homens e tirar-lhe-ão a vida; e, depois de morto, ressurgirá ao terceiro dia. | Porque ensinava os seus discipulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e matal-o-hão; e, morto elle, resuscitará ao terceiro dia |
| 32 | Mas eles não entendiam esta palavra, e temiam lhe perguntar. | Mas eles não compreendiam essas palavras e temiam interrogá-lo. | Mas elles não entendiam esta palavra, e temiam interrogal-o. |
| 33 | E veio a Cafarnaum, e entrando em casa, perguntou-lhes: Que indagais entre vós pelo caminho? | E vieram a Cafarnaum. Estando ele em casa, perguntou-lhes: Sobre que discorríeis pelo caminho? | E chegou a Capernaum, e, entrando em casa, perguntou-lhes: Que arrazoaveis entre vós pelo caminho? |
| 34 | Mas eles se calaram; porque eles haviam discutido uns com os outros pelo caminho, qual deles seria o maior. | Mas eles se calaram, porque, pelo caminho, haviam discutido entre si qual deles era o maior. | Mas elles calaram-se; porque pelo caminho tinham disputado entre si qual d'elles havia de ser o maior. |
| 35 | E sentando-se ele, chamou aos doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, seja o últimos de todos, e servo de todos. | Sentando-se, chamou os doze e disse-lhes: Se alguém quer ser o primeiro, será o último de todos e servo de todos. | E elle, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguem quizer ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos. |
| 36 | E tomando um menino, ele o pôs no meio deles, e tomando-o entre seus braços, disse-lhes: | Tomando um menino, pô-lo no meio deles e, abraçando-o, disse-lhes: | E, lançando mão de um menino, pôl-o no meio d'elles, e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: |
| 37 | Qualquer que em meu nome receber a um dos tais meninos, recebe a mim; e qualquer que me receber, não é a mim que recebe, mas, sim, àquele que me enviou. | Aquele que receber um destes meninos em meu nome a mim é que recebe; e aquele que me receber recebe não a mim, mas àquele que me enviou. | Qualquer que receber um d'estes meninos em meu nome a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber recebe, não a mim, mas ao que me enviou. |
| 38 | E respondeu-lhe João, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava os demônios, e ele não nos segue. Então o proibimos, porque não nos segue. | Disse-lhe João: Mestre, vimos um homem que não nos segue expelir demônios em teu nome e lho proibimos, porque não nos seguia. | E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demonios, o qual não nos segue; e nós lh'o prohibimos, porque não nos segue. |
| 39 | Porém Jesus disse: Não o proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome, e logo possa falar mal de mim. | Mas Jesus respondeu: Não lho proibais, porque não há ninguém que faça milagre em meu nome e logo depois possa falar mal de mim. | Jesus, porém, disse: Não lh'o prohibaes; porque ninguem ha que faça milagre em meu nome e possa logo fallar mal de mim. |
| 40 | Pois quem não é contra nós, é por nós. | Pois quem não é contra nós é por nós. | Porque quem não é contra nós é por nós |
| 41 | Porque qualquer que vos der um copo d'água para beber em meu nome, porque sois de Cristo, em verdade vos digo, que não perderá sua recompensa. | Aquele que vos der de beber um copo de água, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua recompensa. | Porque qualquer que vos der a beber um copo d'agua em meu nome, porque sois discipulos de Christo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão. |
| 42 | E qualquer que ofender a um destes pequenos que creem em mim, melhor lhe fora que lhe pusesse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e que fosse lançado no mar. | Mas quem puser uma pedra de tropeço no caminho de um destes pequeninos que creem, melhor seria que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho e que fosse lançado no mar. | E qualquer que escandalizar um d'estes pequeninos que crêem em mim melhor lhe fôra que lhe pozessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar. |
| 43 | E se a tua mão te faz pecar, corta-a; melhor te é entrar na vida mutilado, do que tendo duas mãos ir ao inferno, ao fogo que nunca se apaga. | Se a tua mão te servir de pedra de tropeço, corta-a; melhor é entrares na vida manco do que, tendo duas mãos, ires para a Geena, para o fogo inextinguível. | E, se a tua mão te escandalizar, corta-a: melhor te é entrar na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga; |
| 44 | — | [onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga.] | Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. |
| 45 | E se teu pé te faz pecar, corta-o; melhor te é entrar na vida manco, do que tendo dois pés ser lançado no inferno. | Se o teu pé te servir de pedra de tropeço, corta-o; melhor é entrares na vida aleijado, do que, tendo dois pés, seres lançado na Geena. | E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor te é entrar côxo na vida do que, tendo dois pés, ser lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga; |
| 46 | — | [onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga.] | Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. |
| 47 | E se teu olho te faz pecar, lança-o fora; melhor te é entrar no Reino de Deus com um olho, do que tendo dois olhos ser lançado no fogo do inferno, | Se o teu olho te servir de pedra de tropeço, arranca-o; melhor é entrares no reino de Deus com um só de teus olhos, do que, tendo dois, seres lançado na Geena, | E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fóra; melhor te é entrar no reino de Deus com um olho do que, tendo dois olhos, ser lançado no fogo do inferno; |
| 48 | onde seu verme não morre, e o fogo nunca se apaga. | onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga. | Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. |
| 49 | Porque cada um será salgado com fogo. | Pois cada um será salgado com fogo. | Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrificio será salgado com sal. |
| 50 | O sal é bom; mas se o sal se tornar insípido, com que o temperareis? Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros. | O sal é bom; mas, se o sal se tiver tornado insípido, com que haveis de restaurar-lhe o sabor? Tende sal em vós mesmos e estai em paz uns com os outros. | Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insulso, com que o adubareis? tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros. |