Bíblia
Mateus 13
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Naquele dia, Jesus saiu de casa e se sentou junto ao mar. | Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-se junto ao mar; | E Jesus, tendo saido da casa n'aquelle dia, estava assentado junto ao mar; |
| 2 | E ajuntaram-se perto dele tantas multidões, de maneira que ele entrou num barco e se sentou; e toda a multidão ficou na praia, | chegaram-se a ele grandes multidões, de modo que entrou numa barca e se assentou; e todo o povo ficou em pé na praia. | E ajuntou-se muita gente ao pé d'elle, de sorte que, entrando n'um barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia. |
| 3 | E ele lhes falou muitas coisas por parábolas. Ele disse: Eis que o semeador saiu a semear. | Muitas coisas lhes falou em parábolas, dizendo: O semeador saiu a semear. | E fallou-lhe de muitas coisas por parabolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear. |
| 4 | E enquanto semeava, caiu parte das sementes junto ao caminho, e vieram as aves e a comeram. | Quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e comeram-na. | E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-n'a; |
| 5 | E outra parte caiu entre pedras, onde não havia muita terra, e logo nasceu, porque não tinha terra funda. | Outra parte caiu nos lugares pedregosos, onde não havia muita terra; logo nasceu, porque a terra não era profunda; | E outra parte caiu em pedregaes, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; |
| 6 | Mas quando o sol surgiu, queimou-se; e por não ter raiz, secou-se. | e, tendo saído o sol, queimou-se; e porque não tinha raiz, secou-se. | Mas, vindo o sol, queimou-se, e seccou-se, porque não tinha raiz. |
| 7 | E outra parte caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. | Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. | E outra caiu em espinhos, e os espinhos cresceram, e suffocaram-n'a. |
| 8 | E outra parte caiu em boa terra, e rendeu fruto: um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta. | Outra caiu na boa terra e dava fruto, havendo grãos que rendiam cem, outros, sessenta, outros, trinta por um. | E outra caiu em boa terra, e deu fructo: um grão produziu cem, outro sessenta e outro trinta. |
| 9 | Quem tem ouvidos, ouça. | Quem tem ouvidos, ouça. | Quem tem ouvidos para ouvir, oiça. |
| 10 | Então os discípulos se aproximaram, e lhe perguntaram: Por que falas a eles por parábolas? | Chegando-se a ele os discípulos, perguntaram: Por que lhes falas em parábolas? | E, acercando-se d'elle os discipulos, disseram-lhe: Porque lhes fallas por parabolas? |
| 11 | E ele respondeu: Porque a vós é dado saber os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não é dado. | Respondeu-lhes: Porque a vós vos é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é isso dado. | Elle, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mysterios do reino dos céus, mas a elles não é dado |
| 12 | Pois a quem tem, lhe será dado, e terá em abundância; mas a quem não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. | Pois ao que tem dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem até aquilo que tem, ser-lhe-á tirado. | Porque áquelle que tem, se dará, e terá em abundancia; mas áquelle que não tem, até aquillo que tem lhe será tirado |
| 13 | Por isso falo a eles por parábolas; porque vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem. | Por isso, lhes falo em parábolas, porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem. | Por isso lhes fallo por parabolas; porque elles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem comprehendem. |
| 14 | Assim neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: De fato ouvireis, mas não entendereis; De fato vereis, mas não enxergareis. | Neles se está cumprindo a profecia de Isaías, que diz: Certamente, ouvireis e de nenhum modo entendereis; certamente, vereis e de nenhum modo percebereis. | E n'elles se cumpre a prophecia d'Isaias, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não comprehendereis, e, vendo, vereis, mas não percebereis. |
| 15 | Porque o coração deste povo está insensível; Com seus ouvidos dificilmente ouvem, e seus olhos fecharam; A fim de não haver que seus olhos vejam, seus ouvidos ouçam, Seus corações entendam, e se arrependam, E eu os cure. | Pois o coração deste povo se fez pesado, e os seus ouvidos se fizeram tardos, e eles fecharam os olhos; para não suceder que, vendo com os olhos e ouvindo com os ouvidos, entendam no coração e se convertam, e eu os sare. | Porque o coração d'este povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam seus olhos; para que não vejam com os olhos, e oiçam com os ouvidos, e comprehendam com o coração, e se convertam, e eu os cure. |
| 16 | Mas benditos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. | Mas ditosos são os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. | Mas bemaventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. |
| 17 | Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, mas não viram; e desejaram ouvir o que vós ouvis, mas não ouviram. | Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis, e não no ouviram. | Porque em verdade vos digo que muitos prophetas e justos desejaram vêr o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis e não o ouviram, |
| 18 | Portanto, ouvi vós a parábola do semeador: | Ouvi, pois, vós a parábola do semeador. | Escutae vós pois a parabola do semeador. |
| 19 | Quando alguém ouve a palavra do Reino e não a entende, o maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho. | Quando alguém ouve a palavra do reino e não a entende, vem o Maligno e tira o que tem sido semeado no seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. | Ouvindo alguem a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho; |
| 20 | E o que foi semeado entre as pedras é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria, | O que foi semeado nos lugares pedregosos, é quem ouve a palavra e logo a recebe com alegria; | Porém o que foi semeado em pedregaes é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; |
| 21 | mas não tem raiz em si mesmo. Em vez disso, dura um pouco, mas quando vem a aflição ou a perseguição pela palavra, logo se tornam infiéis. | mas não tem em si raiz; antes, é de pouca duração; e, sobrevindo tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. | Mas não tem raiz em si mesmo, antes é temporão; e, chegada a angustia e a perseguição por causa da palavra, logo se offende; |
| 22 | E o que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas a ansiedade com o tempo presente e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica sem dar fruto. | O que foi semeado entre os espinhos é quem ouve a palavra, mas os cuidados do mundo e a sedução das riquezas abafam a palavra, e ela fica infrutífera. | E o que foi semeado em espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados d'este mundo, e a seducção das riquezas, suffocam a palavra, e fica infructifera; |
| 23 | Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve e entende a palavra, e o que dá e produz fruto, um a cem, outro a sessenta, e outro a trinta. | O que foi semeado na boa terra é quem ouve a palavra e a entende, e verdadeiramente dá fruto, produzindo a cento, a sessenta e a trinta por um. | Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve e comprehende a palavra; e dá fructo, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta. |
| 24 | E ele lhes declarou outra parábola, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um homem que semeia boa semente em seu campo, | Jesus lhes propôs outra parábola: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo. | Propoz-lhes outra parabola, dizendo: O reino dos céus é similhante ao homem que semeia boa semente no seu campo; |
| 25 | Mas, enquanto as pessoas dormiam, o inimigo dele veio, semeou joio entre o trigo, e foi embora. | Mas, enquanto os homens dormiam, veio um inimigo dele, semeou joio no meio do trigo e retirou-se. | Mas, dormindo os homens, veiu o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. |
| 26 | E, quando a erva cresceu e produziu fruto, então apareceu também o joio. | Porém, quando a erva cresceu e deu fruto, então apareceu também o joio. | E, quando a herva cresceu e fructificou, appareceu tambem o joio. |
| 27 | Então os servos do dono da propriedade chegaram, e lhe perguntaram: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? De onde, pois, veio o joio?” | Chegando os servos do dono do campo, disseram-lhe: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Pois donde vem o joio? | E os servos do pae de familia, indo ter com elle, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu no teu campo boa semente? Porque tem então joio? |
| 28 | E ele lhes respondeu: “Um inimigo fez isto”. Em seguida, os servos lhe perguntaram: “Queres, pois, que vamos e o tiremos?” | Respondeu-lhes: Homem inimigo é quem fez isso. Os servos continuaram: Queres, então, que vamos arrancá-lo? | E elle lhes disse: Um homem inimigo é que fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos colhel-o? |
| 29 | Ele, porém, lhes respondeu: “Não, para não haver que, enquanto tirais o joio, arranqueis com ele também o trigo. | Não, respondeu ele, para que não suceda que, tirando o joio, arranqueis juntamente com ele também o trigo. | Porém elle lhes disse: Não; para que ao colher o joio não arranqueis tambem o trigo com elle. |
| 30 | Deixai-os crescer ambos juntos até a colheita; e no tempo da colheita direi aos que colhem: ‘Recolhei primeiro o joio, e amarrai-o em molhos, para o queimarem; mas ao trigo ajuntai no meu celeiro’.” | Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e no tempo da ceifa direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar, mas recolhei o trigo no meu celeiro. | Deixae crescer ambos juntos até á ceifa; e, por occasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atae-o em molhos para o queimar; mas o trigo ajuntae-o no meu celleiro. |
| 31 | Ele lhes propôs outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que alguém tomou e semeou no seu campo. | Mais outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; | Outra parabola lhes propoz, dizendo: O reino dos céus é similhante ao grão de mostarda que o homem, pegando d'elle, semeou no seu campo; |
| 32 | De fato, dentre todas as sementes, esta é a menor. Mas quando cresce, é a maior das hortaliças; e se torna tamanha árvore, que as aves do céu vêm e se aninham em seus ramos. | o qual grão é, na verdade, a menor de todas as sementes, mas, depois de crescido, é a maior das hortaliças e faz-se árvore, de tal modo que as aves do céu vêm pousar nos seus ramos. | O qual é realmente a mais pequena de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma arvore, de sorte que veem as aves do céu, e se aninham nos seus ramos. |
| 33 | Ele lhes disse outra parábola: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou em três medidas de farinha, ) até que tudo ficasse fermentado. | Ainda outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar toda ela levedada. | Outra parabola lhes disse: O reino dos céus é similhante ao fermento, que uma mulher, pegando d'elle, introduz em tres medidas de farinha, até que tudo esteja levedado. |
| 34 | Tudo isto Jesus falou por parábolas às multidões. Sem parábolas ele não lhes falava, | Todas essas coisas falou Jesus ao povo em parábolas e nada lhes falava sem parábolas; | Tudo isto disse Jesus por parabolas á multidão, e não lhes fallava sem parabolas; |
| 35 | para que se cumprisse o que foi falado pelo profeta, que disse: Abrirei a minha boca em parábolas; Pronunciarei coisas escondidas desde a fundação. | para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Abrirei em parábolas a minha boca e publicarei coisas escondidas desde a criação. | Para que se cumprisse o que fôra dito pelo propheta, que disse: Abrirei em parabolas a minha bocca; publicarei coisas occultas desde a fundação do mundo. |
| 36 | Então Jesus despediu as multidões, e foi para casa. Seus discípulos se aproximaram dele, e disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. | Então, tendo deixado as turbas, entrou Jesus em casa. Chegando-se a ele seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. | Então Jesus, despedindo a multidão, foi para casa. E chegaram ao pé d'elle os seus discipulos, dizendo: Explica-nos a parabola do joio do campo. |
| 37 | E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do homem. | Ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; | E elle, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; |
| 38 | E o campo é o mundo; e a boa semente, estes são os filhos do Reino; e o joio são os filhos do maligno. | o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do Maligno; | O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; |
| 39 | E o inimigo, que o semeou, é o diabo; e a colheita é o fim da era; e os que colhem são os anjos. | o inimigo que o semeou é o Diabo; a ceifa é o fim do mundo, e os ceifeiros são anjos. | O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. |
| 40 | Portanto, como o joio é colhido e queimado no fogo, assim também será no fim da era. | Pois, assim como o joio é ajuntado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo. | Como pois o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consummação d'este mundo. |
| 41 | O Filho do homem enviará seus anjos, e eles recolherão do seu Reino todas as causas do pecado, assim como os que praticam injustiça, | O Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino tudo o que serve de pedra de tropeço e os que praticam a iniquidade | Mandará o Filho do homem os seus anjos, e elles colherão do seu reino todos os escandalos, e os que commettem iniquidade. |
| 42 | e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. | e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá o choro e o ranger de dentes. | E lançal-os-hão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. |
| 43 | Então os justos brilharão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça. | Então, os justos brilharão como o sol no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça. | Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pae. Quem tem ouvidos para ouvir, oiça. |
| 44 | O Reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem, depois de achá-lo, escondeu. Então, em sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. | O reino dos céus é semelhante a um tesouro que, oculto no campo, foi achado e escondido por um homem, o qual, movido de gozo, foi vender tudo o que possuía e comprou aquele campo. | Tambem o reino dos céus é similhante a um thesouro escondido n'um campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo d'elle, vae, vende tudo quanto tem, e compra aquelle campo. |
| 45 | O Reino dos céus também é semelhante a um homem negociante, que buscava boas pérolas. | O reino dos céus é também semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; | Outrosim o reino dos céus é similhante ao homem, negociante, que busca boas perolas; |
| 46 | Quando este achou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou. | e, tendo achado uma de grande valor, foi vender tudo o que possuía e a comprou. | E, encontrando uma perola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a. |
| 47 | O Reino dos céus também é semelhante a uma rede lançada ao mar, que colhe toda espécie de peixes . | Finalmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede que foi lançada no mar e apanhou peixes de toda espécie. | Egualmente o reino dos céus é similhante a uma rede lançada ao mar, e que prende toda a qualidade de peixes. |
| 48 | E quando está cheia, os pescadores puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora. | Depois de cheia, os pescadores puxaram-na para a praia; e, sentados, puseram os bons em cestos, mas deitaram fora os ruins. | E, estando cheia, os pescadores a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fóra. |
| 49 | Assim será ao fim da era; os anjos sairão, e separarão dentre os justos os maus, | Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, | Assim será na consummação dos seculos: virão os anjos, e separarão os maus d'entre os justos. |
| 50 | e os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. | e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá o choro e o ranger de dentes. | E lançal-os-hão na fornalha de fogo: ali haverá pranto e ranger de dentes. |
| 51 | Entendestes todas estas coisas?Eles lhe responderam: Sim. | Entendestes vós todas essas coisas? Responderam-lhe: Entendemos. | E disse-lhes Jesus: Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhe elles: Sim, Senhor. |
| 52 | E ele lhes disse: Portanto todo escriba que se tornou discípulo no Reino dos céus é semelhante a um chefe de casa, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas. | Então, acrescentou: Por isso, todo escriba instruído no reino dos céus é semelhante a um pai de família que do seu tesouro tira coisas novas e velhas. | E elle disse-lhes: Por isso, todo o escriba instruido ácerca do reino dos céus é similhante a um pae de familia, que tira dos seus thesouros coisas novas e velhas. |
| 53 | E aconteceu que, quando Jesus acabou essas parábolas, retirou-se dali. | Tendo Jesus concluído essas parábolas, partiu dali. | E aconteceu que Jesus, concluindo estas parabolas, se retirou d'ali. |
| 54 | E vindo à sua terra, ensinava-os na sinagoga deles, de tal maneira que ficavam admirados, e diziam: De onde vêm a este tal sabedoria, e os milagres? | Chegando à sua terra, ensinava o povo na sinagoga, de modo que muitos se admiravam e diziam: Donde lhe vêm esta sabedoria e estes milagres? | E, chegando á sua patria, ensinava-os na synagoga d'elles, de sorte que se maravilhavam, e diziam: D'onde veiu a este a sabedoria, e estas maravilhas? |
| 55 | Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas? | Não é este o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? | Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Thiago, e José, e Simão, e Judas? |
| 56 | Não estão todas as suas irmãs conosco? Ora, de onde vem a este tudo isto? | Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isso? | E não estão entre nós todas as suas irmãs? D'onde lhe veiu pois tudo isto? |
| 57 | E se ofenderam por causa dele. Mas Jesus lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser em sua terra, e em sua casa. | Ele lhes servia de pedra de tropeço. Mas disse-lhes Jesus: Um profeta não deixa de receber honra, senão na sua terra e na sua casa. | E escandalizavam-se n'elle. Jesus, porém, lhes disse: Não ha propheta sem honra, senão na sua patria e na sua casa. |
| 58 | E não fez ali muitos milagres por causa da incredulidade deles. | Não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade do povo. | E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade d'elles. |