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Bíblia

Mateus 14

BLIVRETBALM1911
1Naquele tempo Herodes, o tetrarca, ouviu relato a respeito de Jesus,Naquele tempo, o tetrarca Herodes soube da fama de JesusN'aquelle tempo ouviu Herodes, o tetrarca, a fama de Jesus,
2e disse aos seus servos: Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos, e por isso os milagres operam nele.e disse aos seus familiares: Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos, e por isso nele operam virtudes sobrenaturais.E disse aos seus creados: Este é João Baptista; resuscitou dos mortos, e por isso as maravilhas obram n'elle.
3Porque Herodes havia prendido a João, acorrentado-o, e posto na prisão, por causa de Herodias, mulher do seu irmão Filipe;Pois Herodes havia mandado prender a João, atá-lo e pô-lo no cárcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe;Porque Herodes tinha prendido João, e tinha-o manietado e encerrado no carcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Philippe;
4pois João lhe dizia: Não te lícito que a tenhas.porque João lhe havia dito: Não te é lícito tê-la por esposa.Porque João lhe dissera: Não te é licito possuil-a.
5Herodes queria matá-lo, mas tinha medo do povo, pois o consideravam profeta.Herodes, embora quisesse matá-lo, temia ao povo, porque este o tinha como profeta.E, querendo matal-o, temia o povo; porque o tinham como propheta.
6Porém, quando chegou o aniversário de Herodes, a filha de Herodias dançou no meio das pessoas ,e agradou a Herodes.Chegado, porém, o dia natalício de Herodes, a filha de Herodias dançou diante de todos e agradou a Herodes,Festejando-se, porém, o dia natalicio de Herodes, dançou a filha de Herodias diante d'elle, e agradou a Herodes.
7Por isso prometeu a ela dar tudo o que pedisse.pelo que este prometeu, sob juramento, dar-lhe o que ela pedisse.Pelo que prometteu com juramento dar-lhe tudo o que pedisse;
8E ela, tendo sido induzida por sua mãe, disse: Dá-me aqui num prato a cabeça de João Batista.Ela, instigada por sua mãe, disse: Dá-me, num prato, a cabeça de João Batista.E ella, instruida previamente por sua mãe, disse: Dá-me aqui n'um prato a cabeça de João Baptista.
9E o rei se entristeceu; mas devido ao juramento, e aos que estavam presentes, ordenou que isso fosse concedido.O rei, embora entristecido, contudo, por causa dos seus juramentos e também dos convivas, mandou dar-lhaE o rei affligiu-se, mas, por causa do juramento, e dos que estavam com elle, mandou que se lhe désse.
10Então mandou degolarem João na prisão.e ordenou que degolassem a João no cárcere.E mandou degolar João no carcere,
11Sua cabeça foi trazida num prato, e dada à garota, e ela a levou à sua mãe.Foi trazida a sua cabeça num prato, e dada à moça; e ela a levou à sua mãe.E a sua cabeça foi trazida n'um prato, e dada á menina, e ella a levou a sua mãe.
12E seus discípulos vieram, tomaram o corpo, e o enterraram; e foram avisar a Jesus.Vieram os discípulos de João, levaram o corpo e sepultaram-no; e foram dar a notícia a Jesus.E chegaram os seus discipulos, e levaram o corpo, e o sepultaram; e foram annuncial-o a Jesus.
13Depois de Jesus ouvir, retirou-se dali num barco, a um lugar deserto, sozinho; mas assim que as multidões ouviram acerca disso, seguiram-no a pé das cidades.Jesus, ouvindo isso, retirou-se dali numa barca para um lugar deserto, à parte; quando as multidões o souberam, seguiram-no das cidades por terra.E Jesus, ouvindo isto, retirou-se d'ali n'um barco, para um logar deserto, apartado; e, sabendo-o o povo, seguiu-o a pé desde as cidades.
14Quando Jesus saiu, viu uma grande multidão. Ele se compadeceu deles, e curou dentre eles os enfermos.Ele, ao desembarcar, viu uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e foi possuido de intima compaixão para com ella, e curou os seus enfermos.
15E chegando o entardecer, os discípulos se aproximaram dele, e disseram: O lugar é deserto, e já é tarde. Despede as multidões, para irem às aldeias, e comprarem para si de comer.À tarde, aproximaram-se dele os discípulos, dizendo: Este lugar é deserto, e a hora é já passada; despede, pois, as multidões, para que, indo às aldeias, comprem alguma coisa para comer.E, sendo chegada a tarde, os seus discipulos approximaram-se-lhe, dizendo: O logar é deserto, e a hora é já avançada; despede a multidão, para que vão pelas aldeias, e comprem comida para si.
16Mas Jesus lhes respondeu: Eles não precisam ir. Vós mesmos, dai-lhes de comer.Mas Jesus lhes disse: Não precisam ir; dai-lhes vós de comer.Jesus, porém, lhes disse: Não é mister que vão: dae-lhes vós de comer.
17E eles lhe disseram: Nada temos aqui além de cinco pães e dois peixes.Replicaram-lhe: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.Então elles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.
18Então disse: Trazei-os aqui a mim.Disse-lhes ele: Trazei-mos cá.E elle disse: Trazei-m'os aqui.
19Ele mandou às multidões que se sentassem sobre a grama. Então tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, e os abençoou. Em seguida partiu os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões.Tendo mandado à multidão que se assentasse sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, deu graças e, partindo os pães, entregou-os aos discípulos, e os discípulos entregaram-nos à multidão.E, mandando que a multidão se assentasse sobre a herva, e tomando os cinco pães e os dois peixes, e erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discipulos, e os discipulos á multidão.
20E todos comeram, e se fartaram. E do que sobrou dos pedaços levantaram doze cestos cheios.Todos comeram e se fartaram; e do que sobejou levantaram doze cestos cheios de pedaços.E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias.
21E os que comeram foram quase cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.Ora, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.E os que comeram foram quasi cinco mil homens, além das mulheres e creanças.
22E logo Jesus mandou os discípulos entrarem no barco, e que fossem adiante dele para a outra margem, enquanto ele despedia as multidões.Em seguida, obrigou os discípulos a embarcar e passar primeiro do que ele para o outro lado, enquanto ele despedia o povo.E logo ordenou Jesus que os seus discipulos entrassem no barco, e fossem adiante d'elle para a outra banda, emquanto despedia a multidão.
23Depois de despedir as multidões, subiu ao monte, à parte, para orar. Tendo chegado a noite, ele estava ali sozinho.Depois de despedi-lo, subiu só ao monte para orar. À tardinha, achava-se ali só.E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar á parte. E, chegada já a tarde, estava ali só
24E o barco já estava a vários estádios de distância da terra, atormentado pelas ondas, porque o vento era contrário.Entretanto, a barca já estava a muitos estádios da terra, açoitada pelas ondas; porque o vento era contrário.E o barco estava já no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrario;
25Mas à quarta vigília da noite Jesus foi até eles, andando sobre o mar.À quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar.Mas, á quarta vigilia da noite, dirigiu-se Jesus para elles, caminhando por cima do mar.
26Quando os discípulos o viram andar sobre o mar, apavoraram-se, dizendo: É um fantasma! E gritaram de medo.Os discípulos, vendo-o andar sobre o mar, perturbaram-se e exclamaram: É um fantasma! E, de medo, gritaram.E os discipulos, vendo-o caminhar sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um phantasma. E gritaram com medo.
27Mas Jesus logo lhes falou, dizendo: Tende coragem! Sou eu, não tenhais medo.Mas Jesus imediatamente lhes falou: Tende ânimo, sou eu; não temais.Jesus, porém, lhes fallou logo, dizendo: Tende bom animo, sou eu, não tenhaes medo.
28E Pedro lhe respondeu, dizendo: Senhor, se és tu, manda-me vir a ti sobre as águas.Disse Pedro: Se és tu, Senhor, ordena que eu vá por cima das águas até onde estás.E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter comtigo por cima das aguas.
29E ele disse: Vem. Então Pedro desceu do barco e andou sobre as águas, e foi em direção a Jesus.Ele disse: Vem! E Pedro, saindo da barca, andou sobre as águas e foi para Jesus.E elle disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as aguas para ir ter com Jesus.
30Mas quando viu o vento, teve medo; e começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me!Quando, porém, sentiu o vento, teve medo e, começando a submergir-se, gritou: Salva-me, Senhor!Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a afundar-se, clamou, dizendo: Senhor, salva-me.
31Imediatamente Jesus estendeu a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?No mesmo instante, Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: Por que duvidaste, homem de pouca fé?E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, porque duvidaste?
32E quando subiram no barco, o vento se aquietou.Entrando ambos na barca, cessou o vento.E, quando subiram para o barco, acalmou o vento.
33Então os que estavam no barco vieram e o adoraram, dizendo: Verdadeiramente tu és o Filho de Deus.Os que estavam na barca, adoraram-no, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus.Então approximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-o, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus.
34E havendo passado para a outra margem, chegaram à terra de Genesaré.Tendo passado para o outro lado, desembarcaram em Genesaré.E, tendo passado para a outra banda, chegaram á terra de Genezareth.
35E quando os homens daquele lugar o reconheceram, deram aviso por toda aquela região ao redor, e lhe trouxeram todos os que estavam enfermos.Os homens daquele lugar, conhecendo-o, enviaram mensageiros a toda a circunvizinhança e trouxeram-lhe todos os que se achavam doentes;E, quando os homens d'aquelle logar o conheceram, mandaram por todas aquellas terras em redor, e trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos.
36E rogavam-lhe que tão somente tocassem a borda de sua roupa; e todos os que tocavam ficaram curados.e lhe rogavam que os deixasse tocar somente na fímbria da sua capa. Os que nela tocaram ficaram sãos.E rogavam-lhe para que ao menos elles tocassem a orla do seu vestido; e todos os que a tocavam ficavam sãos.