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Bíblia

Mateus 15

BLIVRETBALM1911
1Então alguns fariseus e escribas de Jerusalém se aproximaram de Jesus, e perguntaram:Então, vieram de Jerusalém a Jesus alguns fariseus e escribas e perguntaram-lhe:Então chegaram ao pé de Jesus uns escribas e phariseos de Jerusalem, dizendo:
2Por que os teus discípulos transgridem a tradição dos anciãos? Pois não lavam suas mãos quando comem pão.Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos quando comem pão.Porque transgridem os teus discipulos a tradição dos anciãos? pois não lavam as mãos quando comem pão.
3Porém ele lhes respondeu: E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por vossa tradição?Respondeu-lhes: E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por causa da vossa tradição?Elle, porém, respondendo, disse-lhes: Porque transgredis vós tambem o mandamento de Deus pela vossa tradição?
4Pois Deus disse: Honra ao teu pai e à tua mãe; e quem maldisser ao pai ou à mãe seja sentenciado à morte.Pois Deus disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e também: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe, seja morto; mas vós ensinais:Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pae e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pae ou á mãe, morra de morte.
5Mas vós dizeis: “Qualquer um que disser ao pai ou à mãe: ‘Todo o proveito que terias de mim é oferta exclusiva para Deus ’, não precisa honrar seu pai ou à sua mãe”.Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que eu te poderia dar já ofereci a DeusMas vós dizeis: Qualquer que disser ao pae ou á mãe: É offerta ao Senhor o que poderias aproveitar de mim; desobrigado fica. Esse não honrará de modo algum nem a seu pae nem a sua mãe,
6E assim invalidastes a palavra de Deus por vossa tradição.o tal não precisará mais honrar a seu pai, nem a sua mãe. Assim, invalidais a palavra de Deus por causa da vossa tradição.E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus.
7Hipócritas! Isaías bem profetizou sobre vós, dizendo:Hipócritas, bem profetizou de vós Isaías:Hypocritas, bem prophetizou Isaias a vosso respeito, dizendo:
8Este povo com os lábios me honra; mas o seu coração está longe de mim.Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim;Este povo honra-me com os seus labios, mas o seu coração está longe de mim.
9Em vão, porém, me veneram, ensinando doutrinas que são regras humanas.Adoram-me, porém, em vão, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.Mas em vão me veneram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.
10Assim chamou a multidão para si, e disse-lhes: Ouvi e entendei.Chamando a si a multidão, disse-lhe: Ouvi e entendei:E, chamando a si a multidão, disse-lhes: Ouvi, e entendei:
11Não é o que entra na boca que contamina o ser humano; mas sim o que sai da boca, isso contamina o ser humano.Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, é isso o que o contamina.O que contamina o homem não é o que entra na bocca, mas o que sae da bocca isso é o que contamina o homem.
12Então os discípulos se aproximaram dele, e lhe perguntaram: Tu sabes que os fariseus se ofenderam quando ouviram esta palavra?Então, os discípulos, aproximando-se de Jesus, perguntaram-lhe: Sabes que os fariseus, ouvindo o que disseste, ficaram escandalizados?Então, acercando-se d'elle os seus discipulos, disseram-lhe: Sabes que os phariseos, ouvindo essas palavras, se escandalizaram?
13Mas ele respondeu: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada pela raiz.Mas ele respondeu: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada pela raiz.Elle, porém, respondendo, disse: Toda a planta, que meu Pae celestial não plantou, será arrancada.
14Deixai-os, são guias cegos de cegos. E se o cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.Deixae-os: são conductores cegos de cegos: ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.
15E Pedro lhe disse: Explica-nos a parábola.Disse-lhe Pedro: Explica-nos a parábola.E Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Explica-nos essa parabola.
16Porém Jesus disse: Até vós ainda estais sem entender?Respondeu Jesus: Também vós não entendeis ainda?Jesus, porém, disse: Até vós mesmos estaes ainda sem entender?
17Não percebeis que tudo o que entra na boca vai ao ventre, mas depois é lançado na privada?Não sabeis que tudo o que entra pela boca desce ao ventre e é lançado em lugar escuso?Ainda não comprehendeis que tudo o que entra pela bocca desce para o ventre, e é evacuado?
18Porém as coisas que saem da boca procedem do coração; e elas contaminam o ser humano.Mas tudo o que sai da boca vem do coração, e isso contamina o homem.Mas o que sae da bocca, procede do coração, e isso contamina o homem.
19Pois do coração procedem maus pensamentos, mortes, adultérios, pecados sexuais, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias.Pois do coração procedem maus pensamentos, homicídios, adultérios, fornicações, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias.Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adulterios, fornicações, furtos, falsos testemunhos e blasphemias.
20Estas coisas são as que contaminam o ser humano; mas comer sem lavar as mãos não contamina o ser humano.Estas coisas são as que contaminam o homem; porém o comer sem lavar as mãos não o contamina.São estas coisas que contaminam o homem; comer, porém, sem lavar as mãos não contamina o homem.
21E, tendo Jesus partido dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom.Tendo saído Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e de Sidom.E, partindo Jesus d'ali, foi para as partes de Tyro e de Sidon.
22E eis que uma mulher Cananeia, que tinha saído daquela região, clamou: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Minha filha está miseravelmente endemoninhada.Uma mulher cananeia, que tinha vindo daquelas regiões, clamava: Senhor, filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada.E eis que uma mulher cananea, que saira d'aquellas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de David, tem misericordia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.
23Mas ele não lhe respondeu palavra. Então seus discípulos se aproximaram dele, e rogaram-lhe, dizendo: Manda-a embora, porque ela está gritando atrás de nós.Todavia, ele não lhe respondeu palavra. Chegando seus discípulos, rogaram-lhe: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.Mas elle não lhe respondeu palavra. E os seus discipulos, chegando ao pé d'elle, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando após nós.
24E ele respondeu: Não fui enviado para ninguém além das ovelhas perdidas da casa de Israel.Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.E elle, respondendo, disse: Eu não sou enviado senão ás ovelhas perdidas da casa d'Israel.
25Então ela veio e se prostrou diante dele, dizendo: Senhor, socorre-me.Contudo, ela, aproximando-se, o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me!Então chegou ella, e adorou-o, dizendo: Senhor, soccorre-me.
26Mas ele respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.Ele respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.Elle, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deital-o aos cachorrinhos.
27Ela, porém, disse: Sim, Senhor. Porém os cachorrinhos também comem, das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.Ela, porém, replicou: Assim é, Senhor; mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos.E ella disse: Sim, Senhor, mas tambem os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
28Então Jesus lhe respondeu: Ó mulher, grande é a tua fé. A ti seja feito como tu queres. E desde aquela hora sua filha ficou curada.Então lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã.Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher! grande é a tua fé: seja-te feito como tu desejas. E desde aquella mesma hora a sua filha ficou sã
29E tendo Jesus partido dali, veio ao mar da Galileia. Ele subiu a um monte, e ali se sentou.Partiu Jesus daquele lugar e voltou ao mar da Galileia; e, tendo subido ao monte, ali se assentou.E Jesus, partindo d'ali, chegou ao pé do mar da Galilea, e, subindo a um monte, assentou-se ali.
30E vieram a ele muitas multidões, que tinham consigo mancos, aleijados, cegos, mudos, e muitos outros; e os lançaram aos pés de Jesus, e ele os curou.Veio a ele uma grande multidão, trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos, e puseram-lhos aos pés; ele os curou,E veiu ter com elle muito povo, que trazia côxos, cegos, mudos, aleijados, e outros muitos: e os pozeram aos pés de Jesus, e elle os sarou:
31Desta maneira, as multidões se maravilhavam quando viam os mudos falarem, os aleijados ficarem sãos, os mancos andarem, e os cegos verem; então glorificaram ao Deus de Israel.de modo que a multidão se maravilhou, ao ver mudos falar, aleijados ficar sãos, coxos andar, cegos ver; e glorificaram ao Deus de Israel.De tal sorte, que a multidão se maravilhou vendo os mudos a fallar, os aleijados sãos, os côxos a andar, e os cegos a ver; e glorificava o Deus d'Israel.
32Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse: Estou compadecido com a multidão, porque já há três dias que estão comigo, e não têm o que comer. E não quero os deixar ir em jejum, para que não desmaiem no caminho.Chamando Jesus a seus discípulos, disse: Tenho compaixão deste povo, porque há três dias que estão sempre comigo e nada têm o que comer. Não quero despedi-los em jejum, para que não desfaleçam no caminho.E Jesus, chamando os seus discipulos, disse: Tenho intima compaixão da multidão, porque já está comigo ha tres dias, e não tem que comer; e não quero despedil-a em jejum, para que não desfalleça no caminho
33E os discípulos lhe responderam: De onde conseguiremos tantos pães no deserto, para saciar tão grande multidão?Disseram-lhe os discípulos: Onde encontraremos neste deserto tantos pães para fartar tão grande multidão?E os seus discipulos disseram-lhe: D'onde nos viriam no deserto tantos pães, para saciar tal multidão?
34Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete; e uns poucos peixinhos.Perguntou-lhes Jesus: Quantos pães tendes? Responderam: Sete e alguns peixinhos.E Jesus disse-lhes: Quantos pães tendes? E elles disseram: Sete, e uns poucos de peixinhos.
35Então mandou as multidões que se sentassem pelo chão.Tendo mandado ao povo que se assentasse no chão,E mandou á multidão que se assentasse no chão.
36Tomou os sete pães e os peixes, deu graças e os partiu. Em seguida, ele os deu aos discípulos, e os discípulos às multidões.tomou os sete pães e os peixes, e, dando graças, partiu-os, e entregou aos discípulos, e os discípulos entregaram-nos ao povo.E, tomando os sete pães e os peixes, e dando graças, partiu-os, e deu-os aos seus discipulos, e os discipulos á multidão.
37E todos comeram e se saciaram; e levantaram dos pedaços que sobraram sete cestos cheios.Todos comeram e se fartaram; e do que sobejou levantaram sete alcofas cheias de pedaços.E todos comeram e se saciaram; e levantaram, do que sobejou dos pedaços, sete cestos cheios.
38E foram os que comeram quatro mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.Ora, os que comeram foram quatro mil homens, além de mulheres e crianças.Ora os que tinham comido eram quatro mil homens, além de mulheres e creanças.
39Depois de despedir as multidões, Jesus entrou em um barco, e veio à região de Magadã.Despedido o povo, Jesus entrou na barca e foi para os confins de Magadã.E, tendo despedido a multidão, entrou no barco, e dirigiu-se ao territorio de Magdala.