Bíblia
Mateus 20
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Pois o reino dos céus é semelhante a um homem, dono de propriedade, que saiu de madrugada para empregar trabalhadores para a sua vinha. | Pois o reino dos céus é semelhante a um proprietário, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. | Porque o reino dos céus é similhante a um homem, pae de familia, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha. |
| 2 | Ele entrou em acordo com os trabalhadores por um denário ao dia, e os mandou à sua vinha. | Feito com os trabalhadores o ajuste de um denário por dia, mandou-os para a sua vinha. | E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. |
| 3 | E quando saiu perto da hora terceira, viu outros que estavam desocupados na praça. | Tendo saído cerca da hora terceira, viu estarem outros na praça desocupados, | E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça, |
| 4 | Então disse-lhes: “Ide vós também à vinha, e vos darei o que for justo”. E eles foram. | e disse-lhes: Ide também vós para a minha vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram. | E disse-lhes: Ide vós tambem para a vinha, e dar-vos-hei o que fôr justo. E elles foram. |
| 5 | Saindo novamente perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. | Saiu outra vez cerca da hora sexta e da nona, e fez o mesmo. | Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. |
| 6 | E quando saiu perto da décima primeira hora , achou outros que ali estavam, e lhes perguntou: “Por que estais aqui o dia todo desocupados?” | Cerca da undécima, saiu e achou outros que lá estavam, e perguntou-lhes: Por que estais aqui todo o dia desocupados? | E, saindo perto da hora undecima, encontrou outros que estavam ociosos, e diz-lhes: Porque estaes ociosos todo o dia? |
| 7 | Eles lhe disseram: “Porque ninguém nos empregou”. Ele lhes respondeu: “Ide vós também à vinha”. | Responderam-lhe: Porque ninguém nos assalariou. Disse-lhes: Ide também vós para a minha vinha. | Dizem-lhe elles: Porque ninguem nos assalariou. Diz-lhes elle: Ide vós tambem para a vinha, e recebereis o que fôr justo. |
| 8 | E chegando o anoitecer, o senhor da vinha disse ao seu mordomo: “Chama aos trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando dos últimos, até os primeiros”. | À tarde disse o dono da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos e acabando pelos primeiros. | E, approximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o jornal, começando desde os derradeiros até aos primeiros. |
| 9 | Então vieram os de cerca da hora décima primeira, e receberam um denário cada um. | Tendo chegado os que tinham sido assalariados cerca da undécima hora, receberam um denário cada um. | E, chegando os que tinham ido perto da hora undecima, receberam um dinheiro cada um. |
| 10 | Quando os primeiros vieram, pensavam que receberiam mais; porém eles também receberam um denário cada um. | Vindo os primeiros, pensavam que haviam de receber mais; porém receberam igualmente um denário cada um. | Chegando, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; e tambem receberam um dinheiro cada um; |
| 11 | Assim, ao receberem, murmuraram contra o chefe de casa, | Ao receberem-no, murmuravam contra o proprietário, | E, recebendo-o, murmuravam contra o pae de familia, |
| 12 | dizendo: “Estes últimos trabalharam uma única hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a carga e o calor do dia”. | alegando: Estes últimos trabalharam somente uma hora, e os igualaste a nós, que suportamos o peso do dia e o calor extremo. | Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os egualaste comnosco, que supportámos a fadiga e a calma do dia. |
| 13 | Ele, porém, respondeu a um deles: “Amigo, nada de errado estou fazendo contigo. Não concordaste tu comigo por um denário? | Mas o proprietário disse a um deles: Meu amigo, não te faço injustiça; não ajustaste comigo um denário? | Elle, porém, respondendo, disse a um d'elles: Amigo, não te faço aggravo; não ajustaste tu comigo por um dinheiro? |
| 14 | Toma o que é teu, e vai embora; e quero dar a este último tanto quanto a ti. | Toma o que é teu, e vai-te embora; pois quero dar a este último tanto como a ti. | Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti. |
| 15 | Acaso não me é lícito fazer do que é meu o que eu quiser? Ou o teu olho é mau, porque eu sou bom?” | Não me é lícito fazer o que me apraz do que é meu? Acaso o teu olho é mau, porque eu sou bom. | Ou não me é licito fazer o que quizer do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom |
| 16 | Assim os últimos serão primeiros; e os primeiros, últimos. | Assim os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos. | Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos. |
| 17 | E quando Jesus estava para subir a Jerusalém, tomou consigo os doze discípulos à parte, e no caminho lhes disse: | Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze e, em caminho lhes disse: | E Jesus, subindo a Jerusalem, chamou de parte os seus doze discipulos, e no caminho disse-lhes: |
| 18 | Eis que estamos subindo a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos escribas, e o condenarão à morte. | Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; eles o condenarão à morte | Eis que subimos a Jerusalem, e o Filho do homem será entregue aos principes dos sacerdotes, e aos escribas, e condemnal-o-hão á morte. |
| 19 | E o entregarão aos gentios, para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem; mas ao terceiro dia será ressuscitado. | e o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado, e ao terceiro dia ressuscitará. | E o entregarão aos gentios para que d'elle escarneçam, e o açoitem e crucifiquem; e ao terceiro dia resuscitará. |
| 20 | Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com os seus filhos. Ela o adorou para lhe pedir algo. | Então se chegou a ele a mulher de Zebedeu com seus filhos, adorando-o e pedindo-lhe um favor. | Então se approximou d'elle a mãe dos filhos de Zebedeo, com seus filhos, adorando-o, e pedindo-lhe alguma coisa. |
| 21 | E ele lhe perguntou: O que queres? Ela lhe disse: Dá ordem para que estes meus dois filhos se sentem, um à direita e outro à esquerda, no teu Reino. | Jesus perguntou-lhe: Que queres? Ela respondeu: Manda que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e outro à tua esquerda, no teu reino. | E elle diz-lhe: Que queres? Diz-lhe ella: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um á tua direita e outro á tua esquerda, no teu reino. |
| 22 | Porém Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu beberei? Eles lhe disseram: Podemos. | Mas ele replicou: Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que eu estou para beber? Responderam eles: Podemos: | Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis; podeis vós beber o calix que eu hei de beber, e ser baptizados com o baptismo com que eu sou baptizado? Dizem-lhe elles: Podemos. |
| 23 | E ele lhes disse: De fato meu cálice bebereis; mas sentar-se à minha direita, e à minha esquerda, não me cabe concedê-lo, mas será para os que por meu Pai está preparado. | Ele lhes disse: Na verdade, haveis de beber o meu cálice; mas o tomar assento à minha direita ou à minha esquerda não me pertence concedê-lo, porém será dado àqueles para quem está destinado por meu Pai. | E diz-lhes elle: Na verdade bebereis o meu calix e sereis baptizados com o baptismo com que eu sou baptizado, mas assentar-se á minha direita ou á minha esquerda não me pertence concedel-o, mas será para aquelles a quem meu Pae o tem preparado. |
| 24 | E quando os dez ouviram isso ,indignaram-se contra os dois irmãos. | Ouvindo isso os dez, indignaram-se contra os dois irmãos. | E, quando os dez ouviram isto, indignaram-se contra os dois irmãos. |
| 25 | Então Jesus os chamou a si, e disse: Vós bem sabeis que os chefes dos gentios os dominam, e os grandes usam de autoridade sobre eles. | Mas Jesus chamou-os a si e disse: Sabeis que os governadores dos gentios dominam os seus vassalos, e sobre eles os grandes exercem autoridade. | Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que os principes dos gentios os dominam, e que os grandes exercem auctoridade sobre elles. |
| 26 | Mas não é assim entre vós. Ao contrário, quem quiser se tornar grande entre vós será o vosso assistente; | Não é assim entre vós. Mas quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; | Não será assim entre vós; mas todo aquelle que quizer entre vós fazer-se grande seja vosso servente; |
| 27 | e quem quiser ser o primeiro entre vós será o vosso servo; | e quem quiser ser o primeiro entre vós, será esse o vosso servo. | E qualquer que entre vós quizer ser o primeiro seja vosso servo; |
| 28 | assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas sim para servir, e para dar a sua vida em resgate por muitos. | É assim que o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos. | Assim como o Filho do homem não veiu para ser servido, mas a servir, e a dar a sua vida em resgate por muitos. |
| 29 | Quando eles saíram de Jericó, uma grande multidão o seguiu. | Saindo eles de Jericó, acompanhou a Jesus uma grande multidão. | E, saindo elles de Jericó, seguiu-o grande multidão, |
| 30 | E eis que dois cegos assentados junto ao caminho, ao ouvirem que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós! | Dois cegos, sentados à beira do caminho, sabendo que Jesus passava, clamaram: Senhor, filho de Davi, tem compaixão de nós! | E eis que dois cegos, assentados junto do caminho, ouvindo que Jesus passava, clamaram, dizendo: Senhor, Filho de David, tem misericordia de nós. |
| 31 | E a multidão os repreendia, para que se calassem, mas eles clamavam ainda mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós! | A multidão mandou que se calassem, mas eles clamavam cada vez mais: Tem compaixão de nós, Senhor, filho de Davi! | E a multidão os reprehendia, para que se calassem; elles, porém, cada vez clamavam mais, dizendo: Senhor, Filho de David, tem misericordia de nós. |
| 32 | Então Jesus parou, chamou-os, e perguntou: Que quereis que eu vos faça? | Jesus, parando, chamou-os e perguntou-lhes: Que desejais que eu vos faça? | E Jesus, parando, chamou-os, e disse: Que quereis que vos faça? |
| 33 | Eles lhe responderam: Senhor, que nossos olhos sejam abertos. | Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos. | Disseram-lhe elles: Senhor, que os nossos olhos sejam abertos. |
| 34 | E Jesus, compadecido deles, tocou-lhes os olhos. E logo os olhos deles enxergaram, e o seguiram. | Jesus, condoído, tocou-lhes os olhos; no mesmo instante, recuperaram a vista e seguiram-no. | Então Jesus, movido de intima compaixão, tocou-lhe nos olhos, e logo viram; e o seguiram. |