Bíblia
Mateus 27
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Vinda a manhã, todos os chefes dos sacerdotes e anciãos do povo juntamente se aconselharam contra Jesus, para o matarem. | Pela manhã, todos os principais sacerdotes e os anciãos do povo entraram em conselho contra Jesus, para o entregarem à morte; | E, chegando a manhã, todos os principes dos sacerdotes, e os anciãos do povo, formavam juntamente conselho contra Jesus, para o matarem; |
| 2 | E o levaram amarrado, e o entregaram a Pilatos, o governador. | e, tendo-o maniatado, levaram-no e entregaram ao governador Pilatos. | E levaram-n'o maniatado, e entregaram-n'o ao presidente Poncio Pilatos. |
| 3 | Então Judas, o que o havia traído, ao ver que Jesus já estava condenado, devolveu, sentindo remorso, as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos; | Então, Judas, que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, tornou a levar as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos | Então Judas, o que o trahira, vendo que fôra condemnado, devolveu, arrependido, as trinta moedas de prata aos principes dos sacerdotes e aos anciãos, |
| 4 | e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Porém eles disseram: Que nos interessa? Isso é problema teu! | e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Mas eles responderam: Que nos importa? Isso é lá contigo. | Dizendo: Pequei, trahindo o sangue innocente. Elles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é comtigo. |
| 5 | Então ele lançou as moedas de prata no templo, saiu, e foi enforcar-se. | Judas, depois de arremessar as moedas de prata no santuário, retirou-se e foi enforcar-se. | E elle, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se, e, indo, enforcou-se. |
| 6 | Os chefes dos sacerdotes tomaram as moedas de prata, e disseram: Não é lícito pô-las no tesouro das ofertas, pois isto é preço de sangue. | Os principais sacerdotes, tomando as moedas, disseram: Não é lícito deitá-las no tesouro sagrado, porque é preço de sangue. | E os principes dos sacerdotes, tomando as moedas de prata, disseram: Não é licito mettel-as no cofre das offertas, porque são preço de sangue. |
| 7 | Então juntamente se aconselharam, e compraram com elas o campo do oleiro, para ser cemitério dos estrangeiros. | Depois de deliberarem em conselho, compraram com elas o Campo do Oleiro, a fim de servir de cemitério para os forasteiros. | E, tendo deliberado juntamente, compraram com ellas o campo do oleiro, para sepultura dos estrangeiros. |
| 8 | Por isso aquele campo tem sido chamado campo de sangue até hoje. | Por isso, aquele campo tem sido chamado até o dia de hoje Campo de Sangue. | Por isso foi chamado aquelle campo, até ao dia d'hoje, Campo de sangue. |
| 9 | Assim se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que disse: Tomaram as trinta moedas de prata, preço avaliado pelos filhos de Israel, o qual eles avaliaram; | Assim, se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias: E tomaram as trinta moedas de prata, preço daquele que foi avaliado, a quem alguns dos filhos de Israel apreçaram; | Então se realisou o que vaticinara o propheta Jeremias: Tomaram as trinta moedas de prata, preço do avaliado, que os filhos d'Israel avaliaram, |
| 10 | e as deram pelo campo do oleiro, conforme o que o Senhor me mandou. | e deram-nas pelo Campo do Oleiro, assim como me ordenou o Senhor. | E deram-n'as pelo campo do oleiro, segundo o que o Senhor determinou. |
| 11 | Jesus esteve diante do governador, e o governador lhe perguntou: És tu o Rei dos Judeus? E Jesus respondeu: Tu o dizes. | Jesus estava em pé perante o governador; e este assim o interrogou: És tu o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes. | E foi Jesus apresentado ao presidente, e o presidente o interrogou, dizendo: És tu o Rei dos judeos? E disse-lhe Jesus: Tu o dizes. |
| 12 | E, sendo ele foi acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. | Mas, enquanto os principais sacerdotes e os anciãos o acusavam, ele nada disse. | E, sendo accusado pelos principes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. |
| 13 | Pilatos, então, lhe disse: Não ouves quantas coisas estão testemunhando contra ti? | Então lhe perguntou Pilatos: Não ouves quantas acusações te fazem? | Disse-lhe então Pilatos: Não ouves quanto testificam contra ti? |
| 14 | Mas Jesus não lhe respondeu uma só palavra, de maneira que o governador ficou muito maravilhado. | Jesus não respondeu sequer uma palavra, de modo que Pilatos muito se maravilhou. | E nem uma palavra lhe respondeu, de sorte que o presidente estava muito maravilhado. |
| 15 | Na festa o governador costuma soltar um preso ao povo, qualquer um que quisessem. | Por ocasião da festa, costumava o governador dar liberdade a um preso, à vontade do povo. | Ora, por occasião da festa, costumava o presidente soltar um preso, escolhendo o povo aquelle que quizesse. |
| 16 | E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás. | Naquela ocasião, tinham eles um preso famoso, chamado Barrabás. | E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás. |
| 17 | Quando, pois, se ajuntaram, Pilatos lhes perguntou: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, que é chamado Cristo? | Estando, pois, o povo reunido, perguntou-lhe Pilatos: Qual dos dois quereis que eu vos solte, Barrabás ou Jesus, chamado Cristo? | Portanto, reunindo-se elles, disse-lhes Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado Christo? |
| 18 | Pois ele sabia que foi por inveja que o entregaram. | Pois sabia que, por inveja, lho tinham entregado. | Porque sabia que por inveja o haviam entregado. |
| 19 | E, enquanto ele estava sentado no assento de juiz, sua mulher lhe enviou a seguinte mensagem: Nada faças com aquele justo, pois hoje sofri muito em sonhos por causa dele. | Estava Pilatos sentado no tribunal, quando sua esposa mandou dizer-lhe: Não te envolvas na questão deste justo; porque hoje, em sonhos, muito padeci por causa dele. | E, estando elle assentado no tribunal, mandou sua mulher dizer-lhe: Não entres na questão d'esse justo, porque n'um sonho muito soffri por causa d'elle. |
| 20 | Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus. | Os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que escolhesse a Barrabás e fizesse morrer a Jesus. | Mas os principes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram á multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus. |
| 21 | O governador lhes perguntou: Qual destes dois quereis que vos solte? E responderam: Barrabás! | O governador perguntou: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás. | E, respondendo o presidente, disse-lhes: Qual d'esses dois quereis vós que eu solte? E elles disseram: Barrabás. |
| 22 | Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos disseram: Seja crucificado! | Replicou-lhes Pilatos: Que hei de fazer, então, de Jesus, a quem chamam Cristo? Bradaram todos: Seja crucificado! | Disse-lhes Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Christo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado. |
| 23 | E o governador perguntou: Ora, que mal ele fez? Porém gritavam mais: Seja crucificado! | Pilatos continuou: Pois que mal fez ele? Mas eles clamavam cada vez mais: Seja crucificado! | O presidente, porém, disse: Pois que mal tem feito? E elles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado. |
| 24 | Quando, pois, Pilatos viu que nada adiantava, em vez disso se fazia mais tumulto, ele pegou água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: Estou inocente do sangue dele. A responsabilidade é vossa. | Vendo Pilatos que nada conseguia e que, ao contrário, o tumulto aumentava, mandando vir água, lavou as mãos diante da multidão e declarou: Sou inocente deste sangue; isso é lá convosco! | Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando agua, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou innocente do sangue d'este justo: considerae-o vós. |
| 25 | E todo o povo respondeu: O sangue dele venha sobre nós, e sobre os nossos filhos. | Todo o povo disse: O sangue dele caia sobre nós e sobre nossos filhos! | E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue seja sobre nós e sobre nossos filhos. |
| 26 | Então soltou-lhes Barrabás, enquanto que mandou açoitar Jesus, e o entregou para ser crucificado. | Então, Pilatos soltou a Barrabás; e, mandando açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado. | Então soltou-lhes Barrabás, e, tendo mandado açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado. |
| 27 | Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus consigo ao pretório, ajuntaram-se a ele toda a unidade miltar. | Depois, os soldados do governador, conduzindo Jesus ao Pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. | E logo os soldados do presidente, conduzindo Jesus á audiencia, reuniram junto d'elle toda a cohorte. |
| 28 | Eles o despiram e o cobriram com um manto vermelho. | Despindo-o, vestiram-lhe um manto carmesim. | E, despindo-o, o cobriram com uma capa de escarlata; |
| 29 | E, depois de tecerem uma coroa de espinhos, puseram-na sobre a sua cabeça, e uma cana em sua mão direita. Em seguida, puseram-se de joelhos diante dele, zombando-o, e diziam: Felicitações, Rei dos Judeus! | Em seguida, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e uma cana na mão direita; e, ajoelhando-se diante dele, escarneciam-no, dizendo: Salve, rei dos judeus! | E, tecendo uma corôa d'espinhos, pozeram-lh'a na cabeça, e em sua mão direita uma canna; e, ajoelhando diante d'elle, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeos. |
| 30 | E cuspiram nele, tomaram a cana, e deram-lhe golpes na cabeça. | E, cuspindo nele, tomaram a cana e davam-lhe com ela na cabeça. | E, cuspindo n'elle, tiraram-lhe a canna, e batiam-lhe com ella na cabeça. |
| 31 | Depois de terem o zombado, despiram-lhe a capa, vestiram-no com suas roupas, e o levaram para crucificar. | Depois de o terem escarnecido, tiraram-lhe o manto, vestiram-lhe as vestes e levaram-no para ser crucificado. | E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe os seus vestidos e o levaram a crucificar. |
| 32 | Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz. | Ao saírem, encontraram um homem cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a levar a cruz de Jesus. | E, quando sahiam, encontraram um homem cyreneo, chamado Simão: a este constrangeram a levar a sua cruz. |
| 33 | E quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, que significa “o lugar da caveira”, | Chegados a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer Lugar da Caveira, | E, chegando ao logar chamado Golgotha, que se diz: Logar da Caveira, |
| 34 | deram-lhe de beber vinho misturado com fel. E, depois de provar, não quis beber. | deram-lhe a beber vinho com fel; e ele, tendo-o provado, não o quis beber. | Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas, provando-o, não quiz beber. |
| 35 | E havendo-o crucificado, repartiram suas roupas, lançando sortes. | Depois de o crucificarem, repartiram entre si as vestes dele, deitando sortes; | E, havendo-o crucificado, repartiram os seus vestidos, lançando sortes: para que se cumprisse o que foi dito pelo propheta: Repartiram entre si os meus vestidos, e sobre a minha tunica lançaram sortes. |
| 36 | Então se sentaram, e ali o vigiavam. | e, sentados, ali o guardavam. | E, assentados, o guardavam ali. |
| 37 | E puseram, por cima de sua cabeça, sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. | Puseram-lhe sobre a cabeça a sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. | E por cima da sua cabeça pozeram escripta a sua accusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEOS. |
| 38 | Então foram crucificados com ele dois criminosos, um à direita, e outro à esquerda. | Então, foram crucificados com ele dois salteadores, um à sua direita e outro à sua esquerda. | E foram crucificados com elle dois salteadores, um á direita, e outro á esquerda. |
| 39 | Os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças, | Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça | E os que passavam blasphemavam d'elle, meneando as cabeças, |
| 40 | e dizendo: Tu, que derrubas o Templo, e em três dias o reconstróis, salva a ti mesmo! Se és Filho de Deus, desce da cruz. | e dizendo: Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo; se és Filho de Deus, desce da cruz. | E dizendo: Tu, que destroes o templo, e em tres dias o reedificas, salva-te a ti mesmo; se és Filho de Deus, desce da cruz. |
| 41 | E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas e os anciãos, escarnecendo dele ,diziam: | Do mesmo modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam: | E da mesma maneira tambem os principes dos sacerdotes, com os escribas, e anciãos, e phariseos, escarnecendo, diziam: |
| 42 | Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Ele é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele. | Ele salvou aos outros, a si mesmo não se pode salvar; rei de Israel é ele! Desça agora da cruz, e creremos nele. | Salvou a outros, a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei d'Israel, desça agora da cruz, e creremos n'elle; |
| 43 | Confiou em Deus, livre-o agora, se lhe quer bem; pois disse: “Sou Filho de Deus”. | Confia em Deus; Deus que o livre agora, se lhe quer bem; pois disse: Sou Filho de Deus. | Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus. |
| 44 | E os ladrões que estavam crucificados com ele também lhe insultavam. | Também os salteadores que foram crucificados com ele dirigiram-lhe os mesmos impropérios. | E o mesmo lhe lançaram tambem em rosto os salteadores que estavam crucificados com elle. |
| 45 | Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até a hora nona. | Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas sobre toda a terra. | E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra, até á hora nona. |
| 46 | E perto da hora nona, Jesus gritou em alta voz: Eli, Eli, lemá sabactâni?, Isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? | Cerca da hora nona, deu Jesus um alto brado: Eli, Eli, lamá sabactâni? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? | E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lama sabachthani; isto é, Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? |
| 47 | E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Ele está chamando Elias. | Alguns daqueles que estavam presentes, ouvindo isso, disseram: Ele chama por Elias. | E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Este chama por Elias. |
| 48 | Logo um deles correu e tomou uma esponja. Então a encheu de vinagre, colocou-a em uma cana, e lhe dava de beber. | No mesmo instante, um deles correu, tomou uma esponja, ensopou-a em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lhe de beber. | E logo um d'elles, correndo, tomou uma esponja, e encheu-a de vinagre, e, pondo-a n'uma canna, dava-lhe de beber. |
| 49 | Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo. | Mas os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem salvá-lo. | Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem livral-o. |
| 50 | Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito. | De novo, dando Jesus um alto brado, expirou. | E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espirito. |
| 51 | E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam. | O véu do santuário rasgou-se em duas partes de alto a baixo, tremeu a terra, fenderam-se as rochas, | E eis que o véu do templo se rasgou em dois, d'alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras, |
| 52 | Os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham morrido foram ressuscitados. | abriram-se os túmulos e muitos corpos de santos, já falecidos, foram ressuscitados; | E abriram-se os sepulchros, e muitos corpos de sanctos que dormiam foram resuscitados, |
| 53 | E, depois de ressuscitarem, saíram dos sepulcros, vieram à santa cidade, e apareceram a muitos. | e, saindo dos túmulos depois da ressurreição de Jesus, entraram na Cidade Santa e apareceram a muitos. | E, saindo dos sepulchros, depois da resurreição d'elle, entraram na cidade sancta, e appareceram a muitos. |
| 54 | E o centurião, e os que com ele vigiavam Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram muito medo, e disseram: Verdadeiramente ele era Filho de Deus. | O centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto e o que se passara, tiveram muito medo e disseram: Verdadeiramente, este era Filho de Deus. | E o centurião e os que com elle guardavam a Jesus, vendo o terremoto, e as coisas que haviam succedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era o Filho de Deus. |
| 55 | Muitas mulheres, que desde a Galileia haviam seguido Jesus, e o serviam, estavam ali, olhando de longe. | Estavam ali muitas mulheres, observando de longe, as quais desde a Galileia tinham seguido a Jesus para o servir; | E estavam ali olhando de longe muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galilea, servindo-o, |
| 56 | Entre elas estavam Maria Madalena, e Maria mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. | entre elas se achavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mulher de Zebedeu. | Entre as quaes estavam Maria Magdalena, e Maria, mãe de Thiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeo. |
| 57 | E chegado o entardecer, veio um homem rico de Arimateia, por nome José, que também era discípulo de Jesus. | À tarde, veio um homem rico de Arimateia, chamado José, que era também discípulo de Jesus; | E, vinda já a tarde, chegou um homem rico de Arimathea, por nome José, que tambem era discipulo de Jesus. |
| 58 | Ele chegou a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe fosse entregue. | ele foi a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então, Pilatos mandou que lho entregassem. | Este chegou a Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse dado. |
| 59 | José tomou o corpo, e o envolveu em um lençol limpo, de linho fino, | José levou o corpo, envolveu-o em pano limpo de linho | E José, tomando o corpo, envolveu-o n'um fino e limpo lençol, |
| 60 | e o pôs em seu sepulcro novo, que tinha escavado numa rocha; em seguida rolou uma grande pedra à porta do sepulcro, e foi embora. | e depositou-o no seu túmulo novo, que fizera abrir na rocha; e, pondo uma grande pedra à entrada do túmulo, retirou-se. | E o poz no seu sepulchro novo, que havia lavrado n'uma rocha, e, revolvendo uma grande pedra para a porta do sepulchro, foi-se. |
| 61 | E ali estavam Maria Madalena e a outra Maria, sentadas de frente ao sepulcro. | Achavam-se ali Maria Madalena e a outra Maria, sentadas em frente do sepulcro. | E estavam ali Maria Magdalena e a outra Maria, assentadas defronte do sepulchro. |
| 62 | No dia seguinte, que é o depois da preparação, os chefes dos sacerdotes, e os fariseus se reuniram com Pilatos, | No outro dia, que era o seguinte a Parasceve, reunidos os principais sacerdotes e os fariseus, dirigiram-se a Pilatos | E no dia seguinte, que é depois da preparação, reuniram-se os principes dos sacerdotes e os phariseos em casa de Pilatos, |
| 63 | e disseram: Senhor, nos lembramos que aquele enganador, enquanto ainda vivia, disse: “Depois de três dias serei ressuscitado”. | e disseram-lhe: Senhor, lembramo-nos de que aquele embusteiro, ainda em vida, afirmou: Depois de três dias, ressuscitarei. | Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquelle enganador, vivendo ainda, disse: Depois de tres dias resuscitarei. |
| 64 | Portanto, manda que o sepulcro esteja em segurança até o terceiro dia, para que não aconteça dos os discípulos virem, e o furtem, e digam ao povo que ele ressuscitou dos mortos; e assim o último engano será pior que o primeiro. | Ordena, pois, que se faça seguro o sepulcro até o terceiro dia, para não suceder que, vindo os discípulos, o furtem e, depois, digam ao povo que ele ressuscitou dos mortos; e será o último embuste pior que o primeiro. | Manda pois que o sepulchro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, não seja caso que os seus discipulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Resuscitou dos mortos; e assim o ultimo erro será peior do que o primeiro. |
| 65 | Pilatos lhes disse: Vós tendes uma guarda. Ide fazer segurança como o entendeis. | Disse-lhes Pilatos: Aí tendes uma guarda; ide segurá-lo, como entendeis. | E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardae-o como entenderdes. |
| 66 | E eles se foram, e fizeram segurança no sepulcro com a guarda, selando a pedra. | Partiram eles e tornaram seguro o sepulcro, selando a pedra e deixando ali a guarda. | E, indo elles, seguraram o sepulchro com a guarda, sellando a pedra. |