Bíblia
Provérbios 25
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Estes também são provérbios de Salomão, que foram copiados pelos homens de Ezequias, rei de Judá. | Estes também são provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá. | Tambem estes são proverbios de Salomão, os quaes transcreveram os homens d'Ezequias, rei de Judah. |
| 2 | É glória de Deus encobrir alguma coisa; mas a glória dos Reis é investigá-la. | É a glória de Deus encobrir as coisas, mas a glória dos reis, esquadrinhá-las. | A gloria de Deus é encobrir o negocio; mas a gloria dos reis esquadrinhar o negocio. |
| 3 | Para a altura dos céus, para a profundeza da terra, assim como para o coração dos reis, não há como serem investigados. | O céu na sua altura, a terra na sua profundidade e o coração dos reis são inescrutáveis. | Para a altura dos céus, e para a profundeza da terra, e para o coração dos reis, não ha investigação. |
| 4 | Tira as escórias da prata, e sairá um vaso para o fundidor. | Tirai da prata a escória, e dela o ourives tirará um vaso. | Tira da prata as escorias, e sairá vaso para o fundidor. |
| 5 | Tira o perverso de diante do rei, e seu trono se firmará com justiça. | Tirai de diante do rei o perverso, e o seu trono será estabelecido na justiça. | Tira o impio da presença do rei, e o seu throno se affirmará na justiça. |
| 6 | Não honres a ti mesmo perante o rei, nem te ponhas no lugar dos grandes; | Não te engrandeças na presença do rei, nem te ponhas no lugar dos grandes, | Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no logar dos grandes; |
| 7 | Porque é melhor que te digam: Sobe aqui;Do que te rebaixem perante a face do príncipe, a quem teus olhos viram. | porque melhor é que te digam: Sobe para cá do que seres humilhado perante o príncipe, a quem os teus olhos veem. | Porque melhor é que te digam: Sobe aqui; do que seres humilhado diante do principe que já viram os teus olhos. |
| 8 | Não sejas apressado para entrar numa disputa; senão, o que farás se no fim teu próximo te envergonhar? | Não saias depressa a contender, para que, no fim, não saibas que fazer, quando o teu próximo te houver envergonhado. | Não saias depressa a litigar, para que depois ao fim não saibas que fazer, podendo-te confundir o teu proximo. |
| 9 | Disputa tua causa com teu próximo, mas não reveles segredo de outra pessoa. | Discute a tua causa a sós com o teu próximo e não reveles o segredo de outro, | Pleiteia o teu pleito com o teu proximo, e não descubras o segredo d'ontro: |
| 10 | Para que não te envergonhe aquele que ouvir; pois tua má fama não pode ser desfeita. | Para que aquele que te ouvir não te vitupere, e não se te apegue a tua infâmia. | Para que não te deshonre o que o ouvir, e a tua infamia se não aparte de ti. |
| 11 | A palavra dita em tempo apropriado é como maçãs de ouro em bandejas de prata. | A palavra proferida a seu tempo é como maçãs de ouro em cestos de prata. | Como maçãs d'oiro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. |
| 12 | O sábio que repreende junto a um ouvido disposto a escutar é como pendentes de ouro e ornamentos de ouro refinado. | Como pendentes de ouro e joias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido obediente. | Como pendentes d'oiro e gargantilhas d'oiro fino, assim é o sabio reprehensor para o ouvido ouvinte. |
| 13 | Como frio de neve no tempo da colheita, assim é o mensageiro fiel para aqueles que o enviam; porque ele refresca a alma de seus senhores. | Como o frescor da neve no tempo da ceifa, assim é o mensageiro fiel para os que o enviam, porque ele refrigera a alma dos seus amos. | Como frieza de neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam; porque recreia a alma de seu senhor. |
| 14 | Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se orgulha de falsos presentes. | Como nuvens e ventos sem chuva, assim é o que se gaba de dádivas que não fez. | Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dadivas. |
| 15 | Com paciência para não se irar é que se convence um líder; e a língua suave quebra ossos. | Pela longanimidade se abranda o príncipe, e a língua suave quebranta ossos. | Pela longanimidade se persuade o principe, e a lingua branda quebranta os ossos. |
| 16 | Achaste mel? Come o que te for suficiente; para que não venhas a ficar cheio demais, e vomites. | Achaste mel? Come só o que te basta, para que não te fartes dele e não o vomites. | Achaste mel? come o que te basta; para que porventura não te fartes d'elle, e o venhas a vomitar. |
| 17 | Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie. | Entra raras vezes na casa do teu próximo, para que se não enfade de ti e te aborreça. | Retira o teu pé da casa do teu proximo; para que se não enfade de ti, e te aborreça. |
| 18 | Martelo, espada e flecha afiada é o homem que fala falso testemunho contra seu próximo. | O homem que diz falso testemunho contra o seu próximo é um malho, uma espada e uma flecha aguda. | Martello, e espada, e frecha aguda é o homem que diz falso testemunho contra o seu proximo. |
| 19 | Confiar num infiel no tempo de angústia é como um dente quebrado ou um pé sem firmeza. | Confiança num homem desleal no tempo da angústia é como dente quebrado e pé desconjuntado. | Como dente quebrado, e pé desengonçado, é a confiança no desleal, no tempo da angustia. |
| 20 | Quem canta canções ao coração aflito é como aquele que tira a roupa num dia frio, ou como vinagre sobre salitre. | Como aquele que despe o vestido num dia de frio e como vinagre sobre salitre, assim é aquele que canta canções ao coração triste. | O que canta canções ao coração afflicto é como aquelle que despe o vestido n'um dia de frio, e como vinagre sobre salitre. |
| 21 | Se aquele que te odeia tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; | Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; e, se tiver sede, dá-lhe de beber. | Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sêde, dá-lhe agua para beber; |
| 22 | Porque assim amontoarás brasas sobre a cabeça dele, e o SENHOR te recompensará. | Porque lhe amontoarás brasas vivas sobre a cabeça, e Jeová te recompensará. | Porque assim brazas lhe amontoarás sobre a cabeça; e o Senhor t'o pagará. |
| 23 | O vento norte traz a chuva; assim como a língua caluniadora traz a ira no rosto. | O vento do norte traz chuva, e a língua caluniadora, o rosto irado. | O vento norte afugenta a chuva, e a face irada a lingua fingida. |
| 24 | É melhor morar num canto do terraço do que com uma mulher briguenta numa casa espaçosa. | Melhor é morar no canto do eirado do que com uma mulher de contendas numa casa espaçosa. | Melhor é morar n'um canto do terraço, do que com a mulher contenciosa, e isso em casa em que mais companhia haja. |
| 25 | Como água refrescante para a alma cansada, assim são boas notícias de uma terra distante. | Como água fria a quem tem sede, tais são as boas notícias vindas dum país remoto. | Como agua fria á alma cançada, taes são as boas novas de terra remota. |
| 26 | O justo que se deixa levar pelo perverso é como uma fonte turva e um manancial poluído. | Como a fonte turvada e o manancial corrompido, assim é o justo que se abate perante o perverso. | Como fonte turva, e manancial corrupto, assim é o justo que cae diante do impio. |
| 27 | Comer muito mel não é bom; assim como buscar muita glória para si. | Comer muito mel não é bom. Assim, esquadrinhar a própria glória não é glória. | Comer muito mel não é bom; assim a pesquiza da propria gloria não é gloria. |
| 28 | O homem que não pode conter seu espírito é como uma cidade derrubada sem muro. | Aquele que não pode conter o seu espírito é como uma cidade derrubada, que não tem muros. | Como a cidade derribada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espirito. |