Bíblia
Provérbios 27
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Não te orgulhes do dia de amanhã; porque não sabes o que o dia trará. | Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que um dia pode dar à luz. | Não presumas do dia d'ámanhã, porque não sabes o que parirá o dia. |
| 2 | Que o estranho te louve, e não tua própria boca; o estrangeiro, e não teus próprios lábios. | Seja outro o que te louve, e não a tua boca; seja um estrangeiro, e não os teus lábios. | Louve-te o estranho, e não a tua bocca, o estrangeiro e não os teus labios. |
| 3 | A pedra é pesada, e a areia tem seu peso; mas a provocação do tolo é mais pesada do que estas ambas. | A pedra é pesada, e a areia é carregada; mas a cólera de um insensato é mais pesada do que ambas elas. | Pesada é a pedra, e a areia é carregada; porém a ira do insensato é mais pesada do que ellas ambas. |
| 4 | O furor é cruel, e a ira impetuosa; mas quem resistirá firme perante à inveja? | Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir a inveja? | Cruel é o furor e a impetuosa ira, mas quem parará perante a inveja? |
| 5 | Melhor é a repreensão clara do que o amor escondido. | Melhor é a repreensão aberta do que o amor escondido. | Melhor é a reprehensão aberta do que o amor encoberto. |
| 6 | Fiéis são as feridas feitas por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos. | Fiéis são as feridas dum amigo, mas os beijos dum inimigo são enganadores. | Fieis são as feridas feitas pelo que ama, mas os beijos do que aborrece são enganosos. |
| 7 | A alma saciada rejeita o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce. | A alma farta pisa ao favo de mel, mas para o faminto todo amargo é doce. | A alma farta piza o favo de mel, mas á alma faminta todo o amargo é doce. |
| 8 | Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar. | Como o pássaro que vagueia do seu ninho, assim é o homem que vagueia do seu lugar. | Qual é a ave que vagueia do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando do seu logar. |
| 9 | O óleo e o perfume alegram ao coração; assim é a doçura de um amigo com um conselho sincero. | O óleo e o perfume alegram o coração; O mesmo fazem os doces conselhos dum amigo afetuoso. | O oleo e o perfume alegram o coração: assim a doença do amigo d'alguem com o conselho cordial. |
| 10 | Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe. | Não abandones o teu amigo ou o amigo de teu pai; e não entres na casa de teu irmão no dia da tua calamidade. Mais vale um vizinho que está perto do que um irmão que está longe. | Não deixes a teu amigo, nem ao amigo de teu pae, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade: melhor é o visinho de perto do que o irmão ao longe. |
| 11 | Sê sábio, meu filho, e alegra meu coração; para que eu tenha algo a responder para aquele que me desprezar. | Filho meu, sê sábio e alegra ao meu coração, para que eu responda àquele que me vitupera. | Sê sabio, filho meu, e alegra o meu coração; para que tenha alguma coisa que responder áquelle que me desprezar. |
| 12 | O prudente vê o mal, e se esconde; mas os ingênuos passam adiante, e sofrem as consequências. | O homem prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e recebem dano. | O avisado vê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e pagam a pena. |
| 13 | Toma a roupa daquele que fica por fiador de estranho; toma penhor daquele que fica por fiador da estranha. | Deve-se tirar o vestido àquele que é fiador por outro e tomar como penhor quem se obriga por uma mulher estranha. | Quando alguem fica por fiador do estranho, toma-lhe tu a sua roupa; e o penhora pela estranha. |
| 14 | Aquele que bendiz ao seu amigo em alta voz durante a madrugada lhe será considerado como maldição. | Quem bendiz ao seu amigo em alta voz, levantando-se de manhã cedo, isso lhe será contado como maldição. | O que bemdiz ao seu amigo em alta voz, madrugando pela manhã, por maldição se lhe contará. |
| 15 | A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva; | A goteira contínua num dia chuvoso e a mulher contenciosa são semelhantes. | O gotejar continuo no dia de grande chuva, e a mulher contenciosa, uma e outra são similhantes. |
| 16 | Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita. | Aquele que quer retê-la retém o vento, e a sua direita pega em óleo. | Todos os que a esconderem esconderão o vento: e o oleo da sua dextra clama. |
| 17 | O ferro é afiado com ferro; assim também o homem afia o rosto de seu amigo. | O ferro com o ferro se aguça, assim o homem aguça o rosto do seu amigo. | Como o ferro com o ferro se aguça, assim o homem aguça o rosto do seu amigo. |
| 18 | Aquele que guarda a figueira comerá de seu fruto; e o que dá atenção ao seu senhor será honrado. | Quem guarda a figueira comerá do fruto dela; e aquele que ministra ao seu senhor será honrado. | O que guarda a figueira comerá do seu fructo; e o que attenta para seu senhor, será honrado. |
| 19 | Assim como a água reflete o rosto, assim também o coração reflete o ser humano. | Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem, ao homem. | Como na agua o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem. |
| 20 | O mundo dos mortos e a destruição nunca estão fartos; assim também os olhos do homem nunca estão satisfeitos. | Sheol e Abadom nunca se fartam; e os olhos do homem nunca se saciam. | Como o inferno e a perdição nunca se fartam, assim os olhos do homem nunca se fartam. |
| 21 | Como o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem é provado pelos louvores que lhe dizem. | O crisol é para a prata, e o forno, para o ouro; e o homem é provado pelos louvores que recebe. | Como o crisol é para a prata, e o forno para o oiro, assim se prova o homem pelos louvores. |
| 22 | Ainda que esmagues ao tolo em um pilão junto com os grãos, ainda assim sua loucura não se separaria dele. | Ainda que pises num gral o insensato entre grãos pilados, contudo, dele não se apartará a sua estultícia. | Ainda quando pizares o tolo com uma mão de gral entre grãos de cevada pilada, não se irá d'elle a sua estulticia. |
| 23 | Procura conhecer a condição de tuas ovelhas; põe teu coração sobre o gado; | Procura conhecer o estado dos teus rebanhos, atende bem aos teus gados, | Procura conhecer o estado das tuas ovelhas: põe o teu coração sobre o gado. |
| 24 | porque o tesouro não dura para sempre; nem uma coroa dura de geração em geração. | porque as riquezas não duram para sempre. Acaso, permanece a coroa para todas as gerações? | Porque o thesouro não dura para sempre: ou durará a corôa de geração em geração? |
| 25 | Quando a erva aparecer, e surgirem a folhagem, e se juntarem as ervas dos montes, | O feno é removido, aparece a erva verde, e recolhem-se as ervas dos montes. | Quando se mostrar a herva, e apparecerem os renovos, então ajunta as hervas dos montes. |
| 26 | Os cordeiros serão para tuas roupas, e os bodes para o preço do campo; | Os cordeiros são para te vestires, e os cabritos, para o preço do campo. | Os cordeiros serão para te vestires, e os bodes para o preço do campo. |
| 27 | E o leite das cabras será o suficiente para tua alimentação, para a alimentação de tua casa, e para o sustento de tuas servas. | Bastará o leite das cabras para o teu alimento, para o alimento da tua casa e para o sustento das tuas escravas. | E a abastança do leite das cabras para o teu sustento, para sustento da tua casa, e para sustento das tuas creadas. |