Bíblia
Provérbios 30
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Palavras de Agur, filho de Jaque, o de fala solene; Este homem diz a Itiel; a Itiel e a Ucal: | Palavras de Agur, filho de Jaque: o oráculo. Diz o homem a Itiel, a Itiel e a Ucal: | Palavras d'Agur, filho de Jake, a prophecia: disse este varão a Ithiel; a Ithiel e a Ucal: |
| 2 | Certamente eu sou o mais bruto dos homens, e não tenho entendimento humano. | Na verdade, sou mais estúpido do que qualquer homem; não tenho a inteligência de homem. | Na verdade que eu sou mais brutal do que ninguem, não tenho o entendimento do homem. |
| 3 | Não aprendi sabedoria, nem tenho conhecimento do Santo Deus . | Não tenho aprendido a sabedoria, nem tenho conhecimento do Santo. | Nem aprendi a sabedoria, nem conheci o conhecimento dos sanctos. |
| 4 | Quem subiu ao céu, e desceu? Quem juntou os ventos com suas mãos? Quem amarrou as águas numa capa? Quem estabeleceu todos os limites da terra? Qual é o seu nome? e qual é o nome de seu filho, se tu o sabes? | Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou o vento nos seus punhos? Quem amarrou as águas num vestido? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se o sabes? | Quem subiu ao céu e desceu? quem encerrou os ventos nos seus punhos? quem amarrou as aguas n'um panno? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome? e qual é o nome de seu filho? se é que o sabes? |
| 5 | Toda palavra de Deus é pura; é escudo para os que nele confiam. | Toda palavra de Deus é provada. Ele é um escudo para os que nele confiam. | Toda a palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam n'elle. |
| 6 | Nada acrescentes às suas palavras, para que ele não te repreenda, e sejas mostrado como mentiroso. | Nada acrescentes às suas palavras, para que ele não te repreenda, e tu sejas achado mentiroso. | Nada accrescentes ás suas palavras, para que não te reprehenda e sejas achado mentiroso. |
| 7 | Duas coisas eu te pedi; não as negues a mim antes que eu morra. | Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra: | Duas coisas te pedi; não m'as negues, antes que morra: |
| 8 | Afasta de mim a inutilidade e palavra mentirosa; e não me dês nem pobreza nem riqueza, mantém-me com o pão que me for necessário. | Alonga de mim a vaidade e as mentiras, não me dês nem a pobreza nem as riquezas; dá-me o alimento que me é necessário, | Alonga de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: mantem-me do pão da minha porção acostumada. |
| 9 | Para que não aconteça de eu ficar farto e te negar, dizendo: Quem é o SENHOR?Nem também que eu empobreça, e venha a furtar, e desonre o nome do meu Deus. | para não suceder que, estando eu farto, eu te negue e diga: Quem é Jeová? Ou que, estando pobre, me ponha a furtar e profane o nome do meu Deus. | Para que porventura de farto te não negue, e diga: Quem é o Senhor? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e lance mão do nome de Deus. |
| 10 | Não difames do servo ao seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e fiques culpado. | Não calunies o servo diante do seu senhor, para que ele não te amaldiçoe, e tu sejas tido por culpado. | Não calumnies o servo diante de seu senhor, para que te não amaldiçoe e fiques culpado. |
| 11 | Há gente que amaldiçoa a seu pai e não bendiz à sua mãe; | Há gente que amaldiçoa a seu pai e que não abençoa a sua mãe. | Ha uma geração que amaldiçoa a seu pae, e que não bemdiz a sua mãe |
| 12 | Há gente que é pura aos seus próprios olhos, mas que não foi lavada de sua imundície; | Há gente que é pura aos seus olhos e, contudo, não foi lavada da sua imundícia. | Ha uma geração que é pura aos seus olhos, e que nunca foi lavada da sua immundicia. |
| 13 | Há gente cujos olhos são arrogantes, e cujas sobrancelhas são levantadas; | Há gente (Ó quão altivos são os seus olhos!) cujas pálpebras são levantadas para cima. | Ha uma geração cujos olhos são altivos, e as suas palpebras levantadas para cima. |
| 14 | Há gente cujos dentes são espadas, e cujos queixos são facas, para devorarem aos aflitos da terra aos aflitos, e aos necessitados dentre os homens. | Há gente cujos dentes são como espadas e cujos queixais são como facas, para devorar da terra os pobres e, dentre os homens, os necessitados. | Ha uma geração cujos dentes são espadas, e cujos queixaes são facas, para consumirem da terra os afflictos, e os necessitados d'entre os homens. |
| 15 | A sanguessuga tem duas filhas: “Dá” e “Dá”; estas três coisas nunca se fartam, e quatro nunca dizem “É o suficiente”: | A sanguessuga tem duas filhas, que dizem: Dá! Dá! Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta: | A sanguesuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Estas tres coisas nunca se fartam; e quatro nunca dizem: Basta. |
| 16 | O mundo dos mortos, o ventre feminino estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que nunca diz estar satisfeito. | a sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que não diz: Basta. | A sepultura; a madre esteril; a terra que se não farta d'agua; e o fogo nunca diz: Basta. |
| 17 | Os olhos que zombam do pai ou desprezam obedecer à mãe, os corvos do riacho os arrancarão, e os filhotes de abutre os comerão. | Os olhos de quem zomba de seu pai e de quem despreza a obediência a sua mãe, os corvos do vale os arrancarão, e os filhos da águia os comerão. | Os olhos que zombam do pae, ou desprezam a obediencia da mãe, corvos do ribeiro os arrancarão e os pintãos da aguia os comerão. |
| 18 | Estas três coisas me maravilham, e quatro que não entendo: | Há três coisas que são maravilhas demais para mim, sim, há quatro que não conheço: | Estas tres coisas me maravilham; e quatro ha que não conheço: |
| 19 | O caminho da águia no céu, o caminho da serpente na rocha, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com uma moça. | O caminho da águia no ar, o caminho da serpente sobre a pedra, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com uma moça. | O caminho da aguia no céu; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem. |
| 20 | Assim é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca, e diz: Não fiz mal algum. | Tal é o caminho duma mulher adúltera: ela come e limpa a boca e diz: Não fiz mal nenhum. | Tal é o caminho da mulher adultera: ella come, e limpa a sua bocca, e diz: Não commetti maldade. |
| 21 | Por três coisas a terra se alvoroça, e por quatro que não pode suportar: | Com três coisas estremece a terra e com quatro não pode subsistir: | Por tres coisas se alvoroça a terra: e por quatro, que não pode supportar: |
| 22 | Pelo servo que governa como rei; pelo tolo que se enche de comida; | com o escravo quando reina, com o tolo quando se farta de comer, | Pelo servo, quando reina; e pelo tolo, quando anda farto de pão: |
| 23 | Pela mulher odiada, quando se casa; e pela serva quando toma o lugar de sua senhora. | com a mulher desdenhada quando se casa e com a escrava que é herdeira da sua senhora. | Pela mulher aborrecida, quando se casa; e pela serva, quando ficar herdeira da sua senhora. |
| 24 | Estas quatro coisas são pequenas sobre a terra, porém muito sábias: | Quatro coisas há na terra que são pequenas, mas que são extremamente sábias: | Estas quatro coisas são das mais pequenas da terra, porém sabias, bem providas de sabedoria: |
| 25 | As formigas não são criaturas fortes, mas no verão preparam sua comida; | as formigas são povo sem força; contudo, preparam no verão a sua comida; | As formigas são um povo impotente; todavia no verão preparam a sua comida: |
| 26 | Os roedores são um “povo” fraco, mas fazem suas casas nas rochas; | os querogrilos são povo débil; contudo, fazem as suas casas nos rochedos; | Os coelhos são um povo debil; e comtudo põem a sua casa na penha: |
| 27 | Os gafanhotos não têm rei; mas todos saem em bandos; | os gafanhotos não têm rei; contudo, todos saem em bandos; | Os gafanhotos não teem rei; e comtudo todos saem, e em bandos se repartem: |
| 28 | As lagartixas podem ser pegas com as mãos, e mesmo assim estão nos palácios dos reis. | a lagartixa que se apanha com as mãos; contudo, anda nos palácios dos reis. | A aranha apanha com as mãos, e está nos paços dos reis. |
| 29 | Estes três tem um bom andar, e quatro que se movem muito bem: | Há três coisas que andam com elegância, sim, quatro que se movem airosamente: | Estas tres teem um bom andar, e quatro que passeiam mui bem: |
| 30 | O leão, forte entre os animais, que não foge de ninguém; | o leão que é o mais forte entre os animais e que não se desvia de ninguém; | O leão, o mais forte entre os animaes, que por ninguem torna atraz: |
| 31 | O galo, o bode, e o rei com seu exército. | o galgo, também o bode e o rei a quem não se pode resistir. | O cavallo de guerra, bem cingido pelos lombos; e o bode; e o rei a quem se não pode resistir. |
| 32 | Se agiste como tolo, exaltando-te, e se planejaste o mal, põe tua mão sobre a boca; | Se tiveres procedido insensatamente em te exaltares ou se tiveres planejado o mal, põe a tua mão sobre a boca. | Se obraste loucamente, elevando-te, e se imaginaste o mal, põe a mão na bocca. |
| 33 | Porque como o forçar do leite produz manteiga, e o forçar do nariz produz sangue, assim também o forçar da ira produz briga. | Pois o bater do leite produz manteiga, e o torcer do nariz produz sangue, e o espremer da ira produz contenda. | Porque o espremer do leite produz manteiga, e o espremer do nariz produz sangue, e o espremer da ira produz contenda. |