Bíblia
Provérbios 31
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Palavras do rei Lemuel, a profecia que sua mãe o ensinava. | Palavra do rei Lemuel, o oráculo que sua mãe lhe ensinou. | Palavras do rei Lemuel: a prophecia com que lhe ensinou a sua mãe. |
| 2 | O que posso te dizer ,meu filho, ó filho do meu ventre? O que te direi ,filho de minhas promessas? | Que te direi, filho meu? Que te direi, filho do meu ventre? E que te direi, filho concedido aos meus votos? | Como, filho meu? e como, ó filho do meu ventre? e como, ó filho das minhas promessas? |
| 3 | Não dês tua força às mulheres, nem teus caminhos para coisas que destroem reis. | Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos às que perdem os reis. | Não dês ás mulheres a tua força, nem os teus caminhos ás que destroem os reis |
| 4 | Lemuel, não convém aos reis beber vinho; nem aos príncipes desejar bebida alcoólica. | Não é dos reis, Lemuel, não é dos reis beber vinho; nem dos príncipes dizer: Onde está bebida forte? | Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos principes desejar bebida forte. |
| 5 | Para não acontecer de que bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos. | Para não suceder que bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito. | Para que não bebam, e se esqueçam do estatuto, e pervertam o juizo de todos os afflictos. |
| 6 | Dai bebida alcoólica aos que estão a ponto de morrer, e vinho que têm amargura na alma, | Dai bebida forte ao que está para perecer e vinho, ao que está em amargura de coração. | Dae bebida forte aos que perecem, e o vinho aos amargosos d'espirito: |
| 7 | Para que bebam, e se esqueçam de sua pobreza, e não se lembrem mais de sua miséria. | Beba um tal, e se esqueça da sua pobreza, e não se lembre mais da sua miséria. | Para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e do seu trabalho não se lembrem mais. |
| 8 | Abre tua boca no lugar do mudo pela causa judicial de todos os que estão morrendo. | Abre a tua boca a favor do mudo, na defesa de todos os que estão desolados. | Abre a tua bocca a favor do mudo, pelo direito de todos que vão perecendo. |
| 9 | Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados. | Abre a boca, julga retamente e faze justiça ao pobre e ao necessitado. | Abre a tua bocca; julga rectamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados. |
| 10 | Mulher virtuosa, quem a encontrará? Pois seu valor é muito maior que o de rubis. | A mulher virtuosa, quem a pode achar? Porque a sua valia muito excede a dos corais. | Aleph. Mulher virtuosa quem a achará? porque a sua valia muito excede a de rubins. |
| 11 | O coração de seu marido confia nela, e ele não terá falta de bens. | O coração de seu marido confia nela, e não lhe haverá falta de lucro. | Beth. O coração do seu marido está n'ella tão confiado que fazenda lhe não faltará. |
| 12 | Ela lhe faz bem, e não o mal, todos os dias de sua vida. | Ela lhe faz o bem e não o mal, em todos os dias da sua vida. | Gimel. Ella lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida. |
| 13 | Ela busca lã e linho, e com prazer trabalha com suas mãos. | Ela busca lã e linho e de bom grado trabalha com as suas mãos. | Daleth. Busca lã e linho, e trabalha com a industria de suas mãos. |
| 14 | Ela é como um navio mercante; de longe traz a sua comida. | É como os navios do negociante; de longe traz o seu pão. | He. É como o navio de mercador; de longe traz o seu pão. |
| 15 | Ainda de noite ela se levanta, e dá alimento a sua casa; e ordens às suas servas. | Também se levanta, quando ainda está escuro, e dá mantimento à sua casa, e, às suas escravas, a tarefa. | Vau. Ainda até de noite se levanta, e dá mantimento á sua casa, e ordinaria porção ás suas servas. |
| 16 | Ela avalia um campo, e o compra; do fruto de suas mãos planta uma vinha. | Considera um campo e compra-o; com o fruto das suas mãos planta uma vinha. | Zain. Considera uma herdade, e adquire-a: planta uma vinha do fructo de suas mãos. |
| 17 | Ela prepara seus lombos com vigor, e fortalece seus braços. | Cinge os seus lombos de fortaleza e corrobora os seus braços. | Heth. Cinge os seus lombos de força, e corrobora os seus braços. |
| 18 | Ela prova que suas mercadorias são boas, e sua lâmpada não se apaga de noite. | Percebe que a sua negociação é proveitosa; a sua lâmpada não se apaga de noite. | Teth. Prova e vê que é boa a sua mercancia; e a sua lampada não se apaga de noite. |
| 19 | Ela estende suas mãos ao rolo de linha, e com suas mãos prepara os fios. | Estende as suas mãos ao fuso e com a mão pega na roca. | Jod. Estende as suas mãos ao fuso, e as palmas das suas mãos pegam na roca. |
| 20 | Ela estende sua mão ao aflito, e estica os braços aos necessitados. | Abre a sua mão para o pobre, estende ao necessitado as suas mãos. | Caph. Abre a sua mão ao afflicto; e ao necessitado estende as suas mãos. |
| 21 | Ela não terá medo da neve por sua casa, pois todos os de sua casa estão agasalhados. | Não tem medo da neve pela sua família, pois todos os da sua casa estão vestidos de escarlate. | Lamed. Não temerá, por causa da neve, por sua casa, porque toda a sua casa anda forrada de roupa dobrada. |
| 22 | Ela faz cobertas para sua cama; de linho fino e de púrpura é o seu vestido. | Faz para si cobertas, veste-se de linho finíssimo e de púrpura. | Mem. Faz para si tapeçaria; de linho fino e purpura é o seu vestido. |
| 23 | Seu marido é famoso às portas da cidade ,quando ele se senta com os anciãos da terra. | Conhece-se seu marido nas portas, quando se assenta entre os anciãos da terra. | Nun. Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta com os anciãos da terra. |
| 24 | Ela faz panos de linho fino, e os vende; e fornece cintos aos comerciantes. | Faz vestidos de linho e vende-os; e entrega cintas ao negociante. | Samech. Faz pannos de linho fino, e vende-os, e dá cintas aos mercadores. |
| 25 | Força e glória são suas roupas, e ela sorri pelo seu futuro. | A força e a dignidade são os seus vestidos, e ri-se do tempo vindouro. | Ain. A força e a gloria são os seus vestidos, e ri-se do dia futuro. |
| 26 | Ela abre sua boca com sabedoria; e o ensinamento bondoso está em sua língua. | Abre a sua boca com sabedoria, e a instrução amável está na sua língua. | Pé. Abre a sua bocca com sabedoria, e a lei da beneficencia está na sua lingua. |
| 27 | Ela presta atenção aos rumos de sua casa, e não come pão da preguiça. | Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. | Tsade. Attenta pelos passos de sua casa, e não come o pão da preguiça. |
| 28 | Seus filhos se levantam e a chamam de bem-aventurada; seu marido também a elogia, dizendo : | Seus filhos levantam-se e chamam-na bem-aventurada; também seu marido a louva, dizendo: | Koph. Levantam-se seus filhos, prezam-n'a por bemaventurada; como tambem seu marido, que a louva, dizendo: |
| 29 | Muitas mulheres agem com virtude, mas tu és melhor que todas elas. | Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. | Res. Muitas filhas obraram virtuosamente; porém tu a todas as sobrepujas. |
| 30 | A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada. | A graça é enganadora, e a formosura é vã; mas a mulher que teme a Jeová, esta será louvada. | Sin. Enganosa é a graça e vaidade a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor essa será louvada. |
| 31 | Dai a ela conforme o fruto de suas mãos, e que suas obras a louvem às portas da cidade . | Dai-lhe do fruto das suas mãos; e, nas portas, louvem-na as suas obras. | Thau. Dae-lhe do fructo das suas mãos, e louvem-n'a nas portas as suas obras. |