Bíblia
Provérbios 6
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Filho meu, se ficaste fiador por teu próximo, se deste tua garantia ao estranho; | Filho meu, se tiveres ficado por fiador do teu próximo, se tiveres dado um penhor por outro, | Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro, se déste a tua mão ao estranho, |
| 2 | Se tu foste capturado pelas palavras de tua própria boca, e te prendeste pelas palavras de tua boca, | estás enredado pelas palavras da tua boca, estás preso pelas palavras da tua boca. | Enredaste-te com as palavras da tua bocca: prendeste-te com as palavras da tua bocca. |
| 3 | Então faze isto agora, meu filho, e livra-te, pois caíste nas mãos de teu próximo; vai, humilha-te, e insiste exaustivamente ao teu próximo. | Faze isso, pois, filho meu, e livra-te, visto que caíste no poder do teu próximo; vai, humilha-te e importuna ao teu próximo. | Faze pois isto agora, filho meu, e livra-te, pois já caiste nas mãos do teu companheiro; vae, humilha-te, e aperta com o teu companheiro. |
| 4 | Não dês sono aos teus olhos, nem cochilo às tuas pálpebras. | Não dês sono aos teus olhos, nem adormecimento às tuas pálpebras. | Não dês somno aos teus olhos, nem adormecimento ás tuas palpebras. |
| 5 | Livra-te, como a corça do caçador, como o pássaro do caçador de aves. | Livra-te como gazela da mão do caçador e, como pássaro, da mão do passarinheiro. | Livra-te como o corço da mão do passarinheiro. |
| 6 | Vai até a formiga, preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio. | Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. | Vae-te á formiga, ó preguiçoso: olha para os seus caminhos, e sê sabio. |
| 7 | Ela, mesmo não tendo chefe, nem fiscal, nem dominador, | Ela, não tendo chefe, nem superintendente, nem governador, | A qual, não tendo superior, nem official, nem dominador, |
| 8 | Prepara seu alimento no verão, na ceifa ajunta seu mantimento. | faz a provisão do seu mantimento no estio e ajunta, no tempo da ceifa, o seu alimento. | Prepara no verão o seu pão: na sega ajunta o seu mantimento. |
| 9 | Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono? | Até quando, ó preguiçoso, ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? | Oh! preguiçoso, até quando ficarás deitado? quando te levantarás do teu somno? |
| 10 | Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas; | Um pouco para dormir, um pouco para toscanejar, um pouco para cruzar os braços em repouso. | Um pouco de somno, um pouco tosquenejando; um pouco encruzando as mãos, para estar deitado. |
| 11 | Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade chegará a ti como um homem armado. | Assim, virá a tua pobreza como um salteador, e a tua indigência, como um homem armado. | Assim te sobrevirá a tua pobreza como o caminhante, e a tua necessidade como um homem armado. |
| 12 | O homem mal, o homem injusto, anda com uma boca perversa. | O homem vil, o homem iníquo, anda com a perversidade na boca; | O homem de Belial, o homem vicioso, anda em perversidade de bocca. |
| 13 | Ele acena com os olhos, fala com seus pés, aponta com seus dedos. | pisca os olhos, faz sinais com os pés e acena com os dedos. | Acena com os olhos, falla com os pés, ensina com os dedos. |
| 14 | Perversidades há em seu coração; todo o tempo ele trama o mal; anda semeando brigas. | A perversidade está no seu coração, sempre maquina o mal; semeia discórdias. | Perversidade ha no seu coração, todo o tempo maquina mal: anda semeando contendas. |
| 15 | Por isso sua perdição virá repentinamente; subitamente ele será quebrado, e não haverá cura. | Portanto, virá de repente a sua calamidade; de improviso, será quebrantado, sem que haja remédio. | Pelo que a sua destruição virá repentinamente: subitamente será quebrantado, sem que haja cura. |
| 16 | Estas seis coisas o SENHOR odeia; e sete sua alma abomina: | Há seis coisas que Jeová aborrece, sim, há sete que a sua alma abomina: | Estas seis coisas aborrece o Senhor, e sete a sua alma abomina: |
| 17 | Olhos arrogantes, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; | olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; | Olhos altivos, lingua mentirosa, e mãos que derramam sangue innocente: |
| 18 | O coração que trama planos malignos, pés que se apressam a correr para o mal; | coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal; | O coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal; |
| 19 | A falsa testemunha, que sopra mentiras; e o que semeia brigas entre irmãos. | testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia discórdia entre seus irmãos. | A testemunha falsa que respira mentiras: e o que semeia contendas entre irmãos. |
| 20 | Filho meu, guarda o mandamento de teu pai; e não abandones a lei de tua mãe. | Filho meu, guarda os mandamentos de teu pai e não abandones a instrução de tua mãe. | Filho meu, guarda o mandamento de teu pae, e não deixes a lei de tua mãe; |
| 21 | Amarra-os continuamente em teu coração; e pendura-os ao teu pescoço. | Ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os à roda do teu pescoço. | Ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. |
| 22 | Quando caminhares, isto te guiará; quando deitares, isto te guardará; quando acordares, isto falará contigo. | Quando andares, ela te guiará; quando te deitares, te guardará; e, quando acordares, ela falará contigo. | Quando caminhares, te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, ella fallará comtigo. |
| 23 | Porque o mandamento é uma lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões para correção são o caminho da vida; | Pois o mandamento é uma lâmpada, e a lei, uma luz; e as repreensões da instrução são o caminho da vida | Porque o mandamento é uma lampada, e a lei uma luz: e as reprehensões da correcção são o caminho da vida |
| 24 | Para te protegerem da mulher má, das lisonjas da língua da estranha. | para te guardarem da má mulher e das lisonjas da língua da estrangeira. | Para te guardarem da má mulher, e das lisonjas da lingua estranha. |
| 25 | Não cobices a formosura dela em teu coração; nem te prenda em seus olhos. | Não cobices no teu coração a sua formosura e não te deixes render pelas suas pálpebras. | Não cubices no teu coração a sua formosura, nem te prendas com os seus olhos. |
| 26 | Porque pela mulher prostituta chega-se a pedir um pedaço de pão; e a mulher de outro homem anda à caça de uma alma preciosa. | Pois, por causa duma mulher prostituída, o homem é reduzido a um bocado de pão; e a que é adúltera caça a vida preciosa. | Porque por causa d'uma mulher prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a mulher dada a homens anda á caça da preciosa alma. |
| 27 | Por acaso pode alguém botar fogo em seu peito, sem que suas roupas se queimem? | Poderá o homem tomar fogo no seu seio, sem que ardam os seus vestidos? | Porventura tomará alguem fogo no seu seio, sem que os seus vestidos se queimem? |
| 28 | Ou alguém pode andar sobre as brasas, sem seus pés se arderem? | Ou poderá andar por cima de brasas vivas, sem que se queimem os pés? | Ou andará alguem sobre as brazas, sem que se queimem os seus pés? |
| 29 | Assim será aquele que se deitar com a mulher de seu próximo; não será considerado inocente todo aquele que a tocar. | Assim será com aquele que se chega à mulher do seu próximo; não ficará sem castigo quem a tocar. | Assim será o que entrar á mulher do seu proximo: não ficará innocente todo aquelle que a tocar. |
| 30 | Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome; | O ladrão não é desprezado, se furtar para matar a fome, quando estiver faminto; | Não injuriam ao ladrão, quando furta, para saciar a sua alma, tendo fome; |
| 31 | Mas, se for achado, ele pagará sete vezes mais; ele terá que dar todos os bens de sua casa. | porém, se for colhido, pagará sete vezes tanto; entregará todos os bens de sua casa. | Mas, achado, pagará sete vezes tanto: dará toda a fazenda de sua casa. |
| 32 | Porém aquele que adultera com mulher alheia tem falta de entendimento; quem faz isso destrói sua própria alma. | Quem comete adultério é falto de entendimento; destrói-se a si mesmo quem assim procede. | Porém o que adultéra com uma mulher é falto de entendimento; destroe a sua alma, o que tal faz. |
| 33 | Ele encontrará castigo e desgraça; e sua desonra nunca será apagada. | Ele receberá feridas e ignomínia, e o seu opróbrio não se apagará; | Achará castigo e vilipendio, e o seu opprobrio nunca se apagará. |
| 34 | Porque ciúmes são a fúria do marido, e ele de maneira nenhuma terá misericórdia no dia da vingança. | porque o ciúme enfurece o homem; e não poupará no dia da vingança. | Porque ciumes são furores do marido, e de maneira nenhuma perdoará no dia da vingança. |
| 35 | Ele não aceitará nenhum pagamento pela culpa; nem consentirá, ainda que aumentes os presentes. | Não aceitará resgate algum, nem se contentará, ainda que dês muitos presentes. | Nenhum resgate acceitará, nem consentirá, ainda que augmentes os presentes. |