Bíblia
Provérbios 7
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Filho meu, guarda minhas palavras; e deposita em ti meus mandamentos. | Filho meu, observa as minhas palavras e entesoura em ti os meus mandamentos. | Filho meu, guarda as minhas palavras, e esconde dentro de ti os meus mandamentos. |
| 2 | Guarda meus mandamentos, e vive; e minha lei, como as pupilas de teus olhos. | Observa os meus mandamentos, e vive, e guarda a minha lei como a menina dos teus olhos; | Guarda os meus mandamentos, e vive; e a minha lei, como as meninas dos teus olhos. |
| 3 | Ata-os aos teus dedos; escreve-os na tábua do teu coração. | ata-os aos teus dedos e escreve-os na tábua do teu coração. | Ata-os aos teus dedos, escreve-os na taboa do teu coração. |
| 4 | Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; E à prudência chama de parente. | Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; e chama ao entendimento a tua parenta, | Dize á sabedoria, Tu és minha irmã; e á prudencia chama parenta. |
| 5 | Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, que lisonjeia com suas palavras. | para te guardarem da mulher estranha, da estrangeira que lisonjeia com as suas palavras. | Para te guardarem da mulher alheia, da estrangeira, que lisongeia com as suas palavras. |
| 6 | Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei; | Pois, estando eu à janela da minha casa, espiei pelas minhas grades; | Porque da janella da minha casa, por minhas grades olhando eu, |
| 7 | E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo; | vi entre os simples, discerni entre os moços um mancebo falto de entendimento, | Vi entre os simplices, descobri entre os moços, um mancebo falto de juizo, |
| 8 | Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela; | que passava pelas ruas junto à esquina da estrangeira, seguindo o caminho da casa dela, | Que passava pela rua junto á sua esquina, e seguia o caminho da sua casa; |
| 9 | No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas. | no crepúsculo, à tarde do dia, à noite fechada e na escuridão. | No crepusculo, á tarde do dia, na tenebrosa noite e na escuridão; |
| 10 | E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração. | Eis que lhe saía ao encontro uma mulher ornada à moda das prostitutas e astuta de coração. | E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, com enfeites de prostituta, e astuta de coração: |
| 11 | Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa. | Ela é turbulenta e obstinada; os seus pés não param em casa. | Esta era alvoroçadora, e contenciosa; não paravam em sua casa os seus pés; |
| 12 | De tempos em tempos ela fica fora de casa ,nas ruas, espreitando em todos os cantos. | Ora está nas ruas, ora, nas praças e põe-se de emboscada a cada esquina. | Agora por fóra, depois pelas ruas, e espreitando por todos os cantos: |
| 13 | Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe: | Assim, pegou dele, e o beijou, e, com uma cara sem vergonha, lhe disse: | E pegou d'elle, e o beijou; esforçou o seu rosto, e disse-lhe: |
| 14 | Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei meus votos. | Sacrifícios de ofertas pacíficas estão comigo; hoje, paguei os meus votos. | Sacrificios pacificos tenho comigo; hoje paguei os meus votos. |
| 15 | Por isso saí para te encontrar; para buscar apressadamente a tua face, e te achei. | Por isso, saí para me encontrar contigo, para te procurar, e te achei. | Por isto sahi ao encontro a buscar diligentemente a tua face, e te achei. |
| 16 | Já preparei minha cama com cobertas; com tecidos de linho fino do Egito. | Cobri a minha cama com cobertas, com colchas de linho do Egito, de várias cores. | Já cobri a minha cama com cobertas de tapeçaria, com obras lavradas com linho fino do Egypto. |
| 17 | Já perfumei meu leito com mirra, aloés e canela. | Perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo. | Já perfumei o meu leito com myrrha, aloes, e canella. |
| 18 | Vem comigo ; iremos nos embebedar de paixões até a manhã, e nos alegraremos de amores. | Vem, embriaguemo-nos de amor, até que amanheça o dia; alegremo-nos com amores. | Vem, saciemo-nos de amores até pela manhã: alegremo-nos com amores. |
| 19 | Porque meu marido não está em casa; ele viajou para longe. | Pois meu marido não está em casa, foi fazer uma viagem dilatada. | Porque já o marido não está em sua casa: foi fazer uma jornada ao longe: |
| 20 | Ele tomou uma bolsa de dinheiro em sua mão; e só volta para casa no dia determinado. | Levou consigo um saquitel de dinheiro; lá para o dia da lua cheia voltará para casa. | Um saquitel de dinheiro levou na sua mão: ao dia apontado virá a sua casa. |
| 21 | Ela o convenceu com suas muitas palavras sedutoras; com a lisonja de seus lábios ela o persuadiu. | Ela fê-lo ceder com o seu muito falar; com a lisonja dos seus lábios o arrasta. | Seduziu-o com a multidão das suas palavras, com as lisonjas dos seus labios o persuadiu. |
| 22 | Ele foi logo após ela, como o boi vai ao matadouro; e como o louco ao castigo das prisões. | Ele a segue logo, como o boi que vai ao matadouro ou como louco agrilhoado para a correção, | Segue-a logo, como boi que vae ao matadouro, e como o louco ao castigo das prisões; |
| 23 | Até que uma flecha atravesse seu fígado; como a ave que se apressa para a armadilha, e não sabe que está armada contra sua vida. | até que uma seta lhe traspasse o fígado, como o pássaro se apressa para o laço, sem saber que está armado contra a sua vida. | Até que a frecha lhe atravesse o figado, como a ave que se apressa para o laço, e não sabe que está armado contra a sua vida. |
| 24 | Agora pois, filhos, escutai-me; e prestai atenção às palavras de minha boca. | Agora, pois, filhos, escutai-me; e atendei às palavras da minha boca. | Agora pois, filhos, dae-me ouvidos, e estae attentos ás palavras da minha bocca. |
| 25 | Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela. | Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, não andes perdido pelas suas veredas. | Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas. |
| 26 | Porque ela derrubou a muitos feridos; e o total dos mortos por ela foram muitos. | Pois ela a muitos tem feito cair feridos; e muitíssimos são os que têm sido mortos por ela. | Porque a muitos feridos derribou; e são muitissimos os que por ella foram mortos. |
| 27 | A casa dela são caminhos para o mundo dos mortos, que descem para as câmaras da morte. | A sua casa é o caminho do Sheol, que desce às câmaras da morte. | Caminhos da sepultura são a sua casa, que descem ás camaras da morte. |