Bíblia
Salmos 104
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Louva, minha alma, ao SENHOR; ó SENHOR meu Deus, tu és grandioso; de majestade e de glória estás vestido. | Bendize, minha alma, a Jeová. Ó Jeová, Deus meu, tu és mui grande; estás vestido de honra e de majestade, | Bemdize, ó alma minha, ao Senhor: Senhor Deus meu, tu és magnificentissimo, estás vestido de gloria e de magestade. |
| 2 | Tu estás coberto de luz, como que uma roupa; estendes os céus como cortinas. | tu que te cobres de luz como dum manto, que estendes o céu como uma cortina, | Elle se cobre de luz como de um vestido, estende os céus como uma cortina. |
| 3 | Ele, que fixou seus cômodos sobre as águas; que faz das nuvens sua carruagem; que se move sobre as asas do vento. | és quem põe nas águas as vigas das suas câmaras, quem faz das nuvens o seu carro, quem anda sobre as asas do vento, | Põe nas aguas as vigas das suas camaras; faz das nuvens o seu carro, anda sobre as azas do vento. |
| 4 | Que faz de seus anjos ventos, e de seus servos fogo flamejante. | quem faz dos seus mensageiros ventos, dos seus ministros, fogo chamejante; | Faz dos seus anjos espiritos, dos seus ministros um fogo abrazador. |
| 5 | Ele fundou a terra sobre suas bases; ela jamais se abalará. | quem lançou os fundamentos da terra, para que não fosse abalada para sempre. | Lançou os fundamentos da terra, para que não vacille em tempo algum. |
| 6 | Com o abismo, como um vestido, tu a cobriste; sobre os montes estavam as águas. | Cobriste-a dum abismo como duma vestidura; as águas ficaram acima das montanhas. | Tu a cobres com o abysmo, como com um vestido: as aguas estavam sobre os montes. |
| 7 | Elas fugiram de tua repreensão; pela voz de teu trovão elas se recolheram apressadamente. | À tua repreensão, fugiram; à voz do teu trovão, puseram-se em retirada | Á tua reprehensão fugiram: á voz do teu trovão se apressaram. |
| 8 | Os montes subiram e os vales desceram ao lugar que tu lhes tinha fundado. | (Elevaram-se as montanhas, desceram os vales.), para o lugar que lhes tinha preparado. | Sobem aos montes, descem aos valles, até ao logar que para ellas fundaste. |
| 9 | Tu lhes puseste um limite, que não ultrapassarão; não voltarão mais a cobrir a terra. | Puseste-lhes barreiras, para que não ultrapassem, para que não tornem a cobrir a terra. | Termo lhes pozeste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra. |
| 10 | Ele envia fontes aos vales, para que corram por entre os montes. | Tu és quem faz sair fontes no vale; elas correm entre os montes; | Tu, que fazes sair as fontes nos valles, as quaes correm entre os montes. |
| 11 | Elas dão de beber a todos os animais do campo; os asnos selvagens matam a sede com elas . | dão de beber a todos os animais do campo; os asnos monteses matam a sua sede. | Dão de beber a todo o animal do campo; os jumentos montezes matam a sua sêde. |
| 12 | Junto a elas habitam as aves dos céus, que dão sua voz dentre os ramos. | Junto delas, as aves do céu têm o seu pouso, dentre a ramagem fazem ouvir o seu canto. | Junto d'ellas as aves do céu terão a sua habitação, cantando entre os ramos. |
| 13 | Ele rega os montes desde seus cômodos; a terra se farta do fruto de tuas obras. | Ele, das suas câmaras, rega os montes; a terra se farta dos frutos das suas obras. | Elle rega os montes desde as suas camaras: a terra se farta do fructo das suas obras. |
| 14 | Ele faz brotar a erva para os animais, e as plantas para o trabalho do homem, fazendo da terra produzir o pão, | Faz crescer a relva para o gado e a erva para corresponder ao trabalho do homem, para fazer sair alimento do seio da terra, | Faz crescer a herva para as bestas, e a verdura para o serviço do homem, para fazer sair da terra o pão, |
| 15 | E o vinho, que alegra o coração do homem, e faz o rosto brilhar o rosto com o azeite; com o pão, que fortalece o coração do homem. | o vinho que alegra o coração do homem, o azeite que faz reluzir o seu rosto, e o pão que fortalece o coração do homem. | E o vinho que alegra o coração do homem, e o azeite que faz reluzir o seu rosto, e o pão que fortalece o coração do homem. |
| 16 | As árvores do SENHOR são fartamente nutridas ,os cedros do Líbano, que ele plantou. | São saciadas as árvores de Jeová, os cedros do Líbano que ele plantou, | As arvores do Senhor fartam-se de seiva, os cedros do Libano que elle plantou, |
| 17 | Onde as aves fazem ninhos, e os pinheiros são as casas para as cegonhas. | nos quais fazem ninhos as aves. Quanto à cegonha, a sua morada está nos ciprestes. | Onde as aves se aninham: emquanto á cegonha, a sua casa é nas faias. |
| 18 | Os altos montes são para as cabras selvagens; as rochas, refúgio para os coelhos. | Para as cabras monteses são as altas montanhas; os penhascos são refúgios para os querogrilos. | Os altos montes são um refugio para as cabras montezes, e as rochas para os coelhos. |
| 19 | Ele fez a lua para marcar os tempos, e o sol sobre seu poente. | Ele fez a lua para marcar as estações; o sol conhece o seu ocaso. | Designou a lua para as estações: o sol conhece o seu occaso. |
| 20 | Ele dá ordens à escuridão, e faz haver noite, quando saem todos os animais do mato. | Tu fazes as trevas, e vem a noite, na qual saem todos os animais da selva. | Ordenas a escuridão, e faz-se noite, na qual saem todos os animaes da selva. |
| 21 | Os filhos dos leões, rugindo pela presa, e para buscar de Deus sua comida. | Os leões novos rugem em busca da presa e pedem a Deus de comer. | Os leõesinhos bramam pela preza, e de Deus buscam o seu sustento. |
| 22 | Quando o sol volta a brilhar, logo se recolhem, e vão se deitar em suas tocas. | Mal nasce o sol, recolhem-se e vão deitar-se nos seus covis. | Nasce o sol e logo se acolhem, e se deitam nos seus covis. |
| 23 | Então o homem sai para seu trabalho e sua obra até o entardecer. | O homem sai para o seu trabalho e para a sua ocupação, até à tarde. | Então sae o homem á sua obra e ao seu trabalho, até á tarde. |
| 24 | Como são muitas as suas obras, SENHOR! Tu fizeste todas com sabedoria; a terra está cheia de teus bens. | Quão numerosas são as tuas obras, Jeová! Todas elas as fizeste com sabedoria. Cheia está a terra das tuas riquezas. | Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras! todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas. |
| 25 | Este grande e vasto mar, nele há inúmeros seres, animais pequenos e grandes. | Eis ali o mar grande e vasto, no qual se movem inumeráveis seres, animais, tanto pequenos como grandes. | Assim é este mar grande e muito espaçoso, onde ha reptis sem numero, animaes pequenos e grandes. |
| 26 | Por ali andam os navios e o Leviatã que formastes, para que te alegrasses nele. | Ali, andam os navios; ali, está leviatã, que formaste para nele folgar. | Ali andam os navios; e o leviathan que formaste para n'elle folgar. |
| 27 | Todos eles aguardam por ti, que lhes dês seu alimento a seu tempo devido . | Todos estes esperam de ti que lhes dês de comer, a tempo. | Todos esperam de ti, que lhes dês o seu sustento em tempo opportuno. |
| 28 | O que tu dás, eles recolhem; tu abres tua mão, e eles se fartam de coisas boas. | Tu lhes distribuis, e eles apanham; abres a mão, eles são saciados de bens. | Dando-lh'o tu, elles o recolhem; abres a tua mão, e se enchem de bens. |
| 29 | Quando tu escondes teu rosto, eles ficam perturbados; quando tu tiras o fôlego deles, logo eles morrem, e voltam ao seu pó. | Escondes o teu rosto, e eles ficam perturbados; tira-lhes o fôlego, eles morrem, e voltam ao seu pó. | Escondes o teu rosto, e ficam perturbados: se lhes tiras o folego, morrem, e voltam para o seu pó. |
| 30 | Tu envias o teu fôlego, e logo são criados; e assim tu renovas a face da terra. | Envias o teu Espírito, e eles são criados; e renovas a face da terra. | Envias o teu Espirito, e são creados, e assim renovas a face da terra. |
| 31 | A glória do SENHOR será para sempre; alegre-se o SENHOR em suas obras. | Permaneça para sempre a glória de Jeová; regozije-se Jeová nas suas obras. | A gloria do Senhor durará para sempre: o Senhor se alegrará nas suas obras. |
| 32 | Quando ele olha para a terra, logo ela treme; quando ele toca nos montes, eles soltam fumaça. | Ele olha para a terra, e ela estremece; toca as montanhas, e elas fumegam. | Olhando elle para a terra, ella treme; tocando nos montes, logo fumegam. |
| 33 | Cantarei ao SENHOR em toda a minha vida; tocarei música ao meu Deus enquanto eu existir. | Cantarei a Jeová, enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu subsistir. | Cantarei ao Senhor emquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus, emquanto eu tiver existencia. |
| 34 | Meus pensamentos lhe serão agradáveis; eu me alegrarei no SENHOR. | Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me regozijarei em Jeová. | A minha meditação ácerca d'elle será suave: eu me alegrarei no Senhor. |
| 35 | Os pecadores serão consumidos da terra, e os maus não existirão mais. Bendizei, ó minha alma, ao SENHOR! Aleluia! | Sejam da terra extirpados os pecadores, e não subsistam mais os perversos. Bendize, minha alma, a Jeová! Louvai a Jeová! | Desçam da terra os peccadores, e os impios não sejam mais. Bemdize, ó alma minha, ao Senhor. Louvae ao Senhor. |