Bíblia
Salmos 144
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Bendito seja o SENHOR, rocha minha, que ensina minhas mãos para a batalha, e meus dedos para a guerra. | Bendito seja Jeová, rocha minha, que adestra as minhas mãos para a batalha e os meus dedos, para a guerra; | Bemdito seja o Senhor, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra; |
| 2 | Ele é minha bondade e meu castelo; meu alto refúgio, e meu libertador; ele é meu escudo, em quem confio; e aquele que faz meu povo se submeter a mim. | que é a minha benignidade e a minha fortaleza, o meu alto refúgio e o meu libertador, o meu escudo e aquele a quem me acolho; ele é quem me sujeita o meu povo. | Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu: escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo. |
| 3 | Ó SENHOR, o que é o homem para que lhe dês atenção? E o filho do homem, para que com ele te importes? | Ó Jeová, que é o homem para que dele tomes conhecimento? Ou o filho do homem, para que dele faças conta? | Senhor, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes? |
| 4 | O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa. | O homem é semelhante a um sopro; e os seus dias são como a sombra que passa. | O homem é similhante á vaidade; os seus dias são como a sombra que passa. |
| 5 | Ó SENHOR, abaixa teus céus, e desce; toca os montes, e fumeguem. | Abaixa, Jeová, os teus céus e desce; toca os montes, e fumegarão. | Abaixa, ó Senhor, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão. |
| 6 | Lança relâmpagos, e os dispersa; envia tuas flechas, e os derrota. | Despede relâmpagos e dissipa-os; Arremessa as tuas setas, e desbarata-os. | Vibra os teus raios, e dissipa-os; envia as tuas frechas, e desbarata-os. |
| 7 | Estende tuas mãos desde o alto; livra-me, e resgata-me das muitas águas, das mãos dos filhos de estrangeiros; | Estende lá do alto a tua mão; salva-me e livra-me de muitas águas, da mão do estrangeiro, | Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e, arrebata-me das muitas aguas e das mãos dos filhos estranhos, |
| 8 | Cuja boca fala coisas inúteis, e sua mão direita é a mão direita da mentira. | cuja boca fala vaidade, e cuja direita é direita de falsidade. | Cuja bocca falla vaidade, e a sua direita é direita de falsidade. |
| 9 | Ó Deus, a ti cantarei uma canção nova; com harpa e instrumento de dez cordas tocarei música a ti. | a ti, ó Deus, cantarei um novo cântico; no saltério de dez cordas, te cantarei louvores. | A ti, ó Deus, cantarei um cantico novo, com o psalterio e instrumento de dez cordas te cantarei louvores. |
| 10 | Tu és o que dás vitória aos reis, e livras a Davi, teu servo, da espada maligna. | É ele quem dá aos reis a salvação; quem livra da espada maligna a Davi, seu servo. | A ti, que dás a salvação aos reis, e que livras a David, teu servo, da espada maligna. |
| 11 | Livra-me e resgata-me das mãos dos filhos de estrangeiros; cuja boca fala mentiras, e sua mão direita é mão direita de falsidade. | Salva-me e livra-me da mão de estrangeiros, cuja boca profere vaidade, e cuja direita é direita de falsidade; | Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja bocca falla vaidade, e a sua direita é direita de iniquidade; |
| 12 | Para que nossos filhos sejam como plantas, que crescem em sua juventude; e nossas filhas sejam como esquinas entalhadas ao modo do palácio. | para que nossos filhos sejam na sua mocidade como plantas bem desenvolvidas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como as de palácio; | Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras d'esquina lavradas á moda de palacio. |
| 13 | Nossos celeiros sejam cheios de todos os tipos de mantimentos; nosso gado seja aos milhares, e dezenas de milhares em nossos campos. | para que sejam atulhados os nossos celeiros, fornecendo toda sorte de provisões; para que as nossas ovelhas produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossos campos; | Para que as nossas dispensas se encham de todo o provimento; para que os nossos gados produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas. |
| 14 | Nossos bois sejam vigorosos; não haja nem assalto, nem fugas, nem gritos em nossas ruas. | para que os nossos bois tirem carros bem carregados; para que não haja invasão, nem sortida, nem gritos em nossas ruas. | Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saidas, nem gritos nas nossas ruas. |
| 15 | Bem-aventurado é o povo que assim lhe acontece ; bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR! | Feliz é o povo a quem assim sucede! Sim feliz é o povo cujo Deus é Jeová! | Bemaventurado o povo, ao qual assim acontece: bemaventurado é o povo cujo Deus é o Senhor. |