Bíblia
Salmos 17
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Ouve, SENHOR, a minha justiça; presta atenção ao meu choro, dá ouvidos à minha oração de lábios que não enganam. | Ouve, Jeová, a justa causa; atende ao meu clamor. Dá ouvidos à minha oração, que não é proferida por lábios enganosos. | Ouve, Senhor, a justiça, attende ao meu clamor; dá ouvidos á minha oração, que não é feita com labios enganosos. |
| 2 | De diante de teu rosto saia o meu julgamento; teus olhos observarão o que é justo. | Da tua presença saia a minha sentença; os teus olhos veem com equidade. | Saia o meu juizo de diante do teu rosto; attendam os teus olhos á razão. |
| 3 | Tu já provaste o meu coração, tu me visitaste de noite; tu me investigaste, e nada achaste; decidi que minha boca não transgredirá. | Provas o meu coração; visitas-me de noite; examinas-me e nada achas. Determinado estou que não transgredirá a minha boca. | Provaste o meu coração; visitaste-me de noite; examinaste-me, e nada achaste; propuz que a minha bocca não transgredirá. |
| 4 | Quanto às obras dos homens, conforme a palavra de teus lábios eu me guardei dos caminhos do violento; | Quanto às ações dos homens, pela palavra dos teus lábios, eu me tenho guardado dos caminhos do homem violento. | Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus labios me guardei das veredas do destruidor. |
| 5 | Guiando meu andar em teus caminhos, para que meus passos não tropecem. | Os meus passos apegaram-se às tuas veredas, não resvalaram os meus pés. | Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pégadas não vacillem. |
| 6 | Eu clamo a ti, ó Deus, porque tu me respondes; inclina teus ouvidos a mim, escuta a minha palavra. | Eu te invoco, porque me responderás, ó Deus; inclina a mim os teus ouvidos e ouve as minhas palavras. | Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos, e escuta as minhas palavras. |
| 7 | Revela maravilhosamente tuas misericórdias, tu salvas aos que confiam em ti com tua mão direita daqueles se se levantam contra ti . | Faze maravilhosas as tuas benignidades, ó tu que por tua destra salvas os que em ti se refugiam, daqueles que se levantam contra eles. | Faze maravilhosas as tuas beneficencias, ó tu que livras aquelles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua mão direita. |
| 8 | Guarda-me como a pupila do olho; esconde-me debaixo da sombra de tuas asas, | Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me debaixo da sombra das tuas asas, | Guarda-me como á menina do olho, esconde-me debaixo da sombra das tuas azas, |
| 9 | De diante dos perversos que me oprimem; dos meus mortais inimigos que me cercam. | dos iníquos que me despojam, meus mortais inimigos que me cercam. | Dos impios que me opprimem, dos meus inimigos mortaes que me andam cercando. |
| 10 | Eles se enchem de gordura; com sua boca falam arrogantemente. | Cerram o seu coração estulto; com a sua boca falam arrogantemente. | Na sua gordura se encerram, com a bocca fallam soberbamente. |
| 11 | Agora eles têm nos cercado em nossos passos; eles fixam seus olhos para nos derrubar ao chão. | Andam-nos agora rodeando os nossos passos; assestam os seus olhos para nos deitar por terra. | Teem-nos cercado agora nossos passos; e abaixaram os seus olhos para a terra; |
| 12 | Semelhantes ao leão, que deseja nos despedaçar, e ao leãozinho, que fica em esconderijos. | Ele é semelhante ao leão que deseja prear e ao leãozinho que espreita em lugares ocultos. | Parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua preza, e com o leãosinho que se põe em esconderijos. |
| 13 | Levanta-te, SENHOR, confronta-o, derruba-o; livra minha alma d as mãos do perverso com tua espada. | Levanta-te, Jeová, sai-lhe à frente, derruba-o. Livra do iníquo a minha vida, pela tua espada; | Levanta-te, Senhor, detem-n'a, derriba-o, livra a minha alma do impio, com a espada tua, |
| 14 | Dos homens com tua mão, SENHOR, dos homens que são do mundo, cuja parte está n esta vida, cujo ventre enches de teu secreto tesouro ; os filhos se fartam, e deixam sua sobra para suas crianças. | sim, dos homens, Jeová, pela tua mão, dos homens mundanos, cujo quinhão está nesta vida, e cujo ventre tu enches dos teus bens. Eles fartam-se de filhos e o que sobra deixam por herança aos seus pequeninos. | Dos homens que são a tua mão, Senhor, dos homens do mundo, cuja porção está n'esta vida, e cujo ventre enches do teu thesouro occulto: estão fartos de filhos e dão os seus sobejos ás suas creanças. |
| 15 | Mas eu olharei para teu rosto em justiça; serei satisfeito de tua semelhança, quando eu despertar. | Quanto a mim, veja eu em retidão o teu rosto; seja eu, quando acordar, satisfeito com a tua semelhança. | Emquanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; satisfazer-me-hei da tua similhança quando acordar. |