Bíblia
Salmos 36
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | A transgressão do perverso diz ao meu coração que não há temor a Deus perante seus olhos. | Diz a Transgressão no coração do iníquo: Não há medo de Deus diante dos seus olhos. | A prevaricação do impio diz no intimo do seu coração: Não ha temor de Deus perante os seus olhos. |
| 2 | Porque ele é tão orgulhoso diante de seus olhos que não achar nem odiar sua própria maldade. | Porque ela o lisonjeia no seu coração, dizendo que a sua iniquidade não há de ser descoberta e detestada. | Porque em seus olhos se lisongeia, até que a sua iniquidade se descubra ser detestavel. |
| 3 | As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de fazer o que é sábio e bom. | As palavras da sua boca são iniquidade e dolo; deixou de ser sábio e de fazer o bem. | As palavras da sua bocca são malicia e engano: deixou de entender e de fazer o bem. |
| 4 | Ele planeja maldade em sua cama; fica no caminho que não é bom; não rejeita o mal. | Maquina a iniquidade no seu leito; detém-se em caminho que não é bom; não dá de mão o mal. | Projecta a malicia na sua cama; põe-se no caminho que não é bom: não aborrece o mal |
| 5 | SENHOR, tua bondade alcança os céus, e tua fidelidade chega até as mais altas nuvens. | A tua benignidade, Jeová, chega aos céus; a tua fidelidade, até as nuvens. | A tua misericordia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até ás mais excelsas nuvens. |
| 6 | Tua justiça é como as montanhas de Deus, teus juízos como um grande abismo; tu, SENHOR, guardas a vida dos homens e dos animais. | A tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos são um abismo profundo. Tu, Jeová, preservas os homens e os animais. | A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juizos são um grande abysmo; Senhor, tu conservas os homens e os animaes. |
| 7 | Como é preciosa, SENHOR, a tua bondade! Porque os filhos dos homens se abrigam à sombra de tuas asas. | Quão preciosa é a tua benignidade, ó Deus! Os filhos dos homens refugiam-se debaixo da sombra das tuas asas. | Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam á sombra das tuas azas. |
| 8 | Eles se fartam da comida de tua casa, e tu lhes dás de beber do ribeiro de teus prazeres. | Eles serão saciados com a gordura da tua casa. Far-lhes-ás beber da torrente das tuas delícias. | Elles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delicias; |
| 9 | Porque contigo está a fonte da vida; em tua luz vemos a luz verdadeira . | Pois em ti está a fonte da vida; na tua luz, veremos a luz. | Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz. |
| 10 | Estende tua bondade sobre os que te conhecem; e tua justiça sobre os corretos de coração. | Continua a tua benignidade aos que te conhecem, e a tua justiça, aos retos de coração. | Estende a tua benignidade sobre os que te conhecem, e a tua justiça sobre os rectos de coração. |
| 11 | Não venha sobre mim o pé dos arrogantes, e que a não dos perversos não me mova. | Não venha contra mim o pé de soberba. E não me repila a mão dos iníquos. | Não venha sobre mim o pé dos soberbos, e não me mova a mão dos impios. |
| 12 | Ali cairão os que praticam a maldade; eles foram lançados, e não podem se levantar. | Ali, estão caídos os que obram a iniquidade; estão derrubados e não se poderão levantar. | Ali caem os que obram a iniquidade; cairão, e não se poderão levantar. |