Bíblia
Salmos 74
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | Deus, por que nos rejeitaste para sempre? Por que tua ira fumega contra as ovelhas do teu pasto? | Ó Deus, por que nos rejeitas para sempre? Por que se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto? | Ó Deus, porque nos rejeitaste para sempre? Porque se accende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto? |
| 2 | Lembra-te do teu povo, que tu compraste desde a antiguidade; a tribo de tua herança, que resgataste; o monte Sião, em que habitaste. | Lembra-te da tua congregação, que desde a antiguidade adquiriste, que remiste para ser a tribo da tua herança; e do monte Sião, no qual tens habitado. | Lembra-te da tua congregação que compraste desde a antiguidade, da vara da tua herança que remiste, este monte de Sião, em que habitaste. |
| 3 | Percorre as ruínas duradouras, tudo que o inimigo destruiu no santuário. | Dirige os teus passos para as perpétuas ruínas, para todo o mal que o inimigo tem feito no santuário. | Levanta os teus pés para as perpetuas assolações, para tudo o que o inimigo tem feito de mal no sanctuario. |
| 4 | Os teus inimigos rugiram no meio de tuas assembleias; puseram por sinais de vitória os símbolos deles. | Os teus adversários bramiram no meio da tua assembleia; puseram por sinais as suas próprias insígnias. | Os teus inimigos bramam no meio das tuas synagogas; põem n'ellas as suas insignias por signaes. |
| 5 | Eles eram como o que levantam machados contra os troncos das árvores. | Pareciam homens que, de machados alçados, rompem através de espessa mata de árvores. | Cada qual se fez afamado, conforme levantara o machado contra a espessura do arvoredo. |
| 6 | E agora, com machados e martelos, quebraram todas as obras entalhadas. | Agora, a esses lavores de escultura, à uma, eles os estão despedaçando a machado e martelos. | Mas agora toda a obra entalhada por uma vez quebram com machados e martellos. |
| 7 | Puseram fogo no teu santuário; profanaram levando ao chão o lugar onde o teu nome habita. | Deitaram fogo ao teu santuário; profanaram, derrubando-a até o chão, a morada do teu nome. | Lançaram fogo no teu sanctuario; profanaram, derribando-a até ao chão, a morada do teu nome. |
| 8 | Disseram em seus corações: Nós os destruiremos por completo; serão queimadas todas as assembleias de Deus na terra. | Disseram no seu coração: Acabemos com eles de uma vez. Incendiaram todas as casas de Deus na terra. | Disseram nos seus corações: Despojemol-os d'uma vez. Queimaram todas as synagogas de Deus na terra. |
| 9 | Já não vemos os nossos sinais; já não há mais profeta; e ninguém entre nós sabe até quando será assim. | Os nossos símbolos, não os vemos; não há mais profeta; não há entre nós quem saiba até quando. | Já não vemos os nossos signaes, já não ha propheta: nem ha entre nós alguem que saiba até quando isto durara. |
| 10 | Deus, até quando o adversário insultará? O inimigo blasfemará o teu nome para sempre? | Até quando, ó Deus, ultrajará o adversário? Acaso, blasfemará o inimigo o teu nome para sempre? | Até quando, ó Deus, nos affrontará o adversario? Blasphemará o inimigo o teu nome para sempre? |
| 11 | Por que está afastada a tua mão direita? Tira-a do teu peito! | Por que retrais a tua mão, a tua destra? Tira-a do teu seio e dá cabo deles. | Porque retiras a tua mão, a saber, a tua dextra? tira-a de dentro do teu seio, e consome-os. |
| 12 | Deus é o meu Rei desde a antiguidade; ele opera salvação no meio da terra. | Todavia, Deus é o meu Rei desde a antiguidade, obrando a salvação no meio da terra. | Todavia Deus é o meu Rei desde a antiguidade, obrando a salvação no meio da terra. |
| 13 | Tu dividiste o mar com a tua força; quebraste as cabeças dos monstros nas águas. | Foste tu o que, pela tua força, dividiste o mar; esmigalhaste a cabeça dos monstros marinhos sobre as águas. | Tu dividiste o mar pela tua força; quebrantaste as cabeças dos dragões nas aguas. |
| 14 | Despedaçaste as cabeças do leviatã; e o deste como alimento ao povo do deserto. | Foste tu o que despedaçaste as cabeças do Leviatã e o deste por comida aos habitantes do deserto. | Fizeste em pedaços as cabeças do leviathan, e o déste por mantimento aos habitantes do deserto. |
| 15 | Tu dividiste a fonte e o ribeiro; tu secaste os rios perenes. | Foste tu o que abriste fontes e torrentes; tu o que fizeste secar rios perenes. | Fendeste a fonte e o ribeiro: seccaste os rios impetuosos. |
| 16 | A ti pertence o dia, a noite também é tua; tu preparaste a luz e o sol. | Teu é o dia, também tua é a noite. Tu formaste a luz e o sol. | Teu é o dia e tua é a noite: preparaste a luz e o sol. |
| 17 | Tu estabeleceste todos os limites da terra; tu formaste o verão e o inverno. | Foste tu o que determinaste todos os limites da terra; o verão e o inverno, tu os fizeste. | Estabeleceste todos os limites da terra; verão e inverno tu os formaste. |
| 18 | Lembra-te disto: que o inimigo insultou ao SENHOR; e um povo tolo blasfemou o teu nome. | Lembra-te disso, de como o inimigo tem ultrajado a Jeová, e de como um povo insensato tem blasfemado o teu nome. | Lembra-te d'isto: que o inimigo affrontou ao Senhor, e que um povo louco blasphemou o teu nome. |
| 19 | Não entregues a vida da tua pombinha para os animais selvagens; não te esqueças para sempre da vida dos teus pobres. | Não entregues a alma da tua rola a feras; não te olvides para sempre da vida dos teus aflitos. | Não entregues ás feras a alma da tua rola: não te esqueças para sempre da vida dos teus afflictos. |
| 20 | Olha para o teu pacto, porque os lugares escuros da terra estão cheios de habitações violentas. | Considera tu a tua aliança, pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios das moradas de violência. | Attende ao teu concerto; pois os logares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de crueldade. |
| 21 | Não permitas que o oprimido volte humilhado; que o aflito e o necessitado louvem o teu nome. | Não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado. | Oh, não volte envergonhado o opprimido: louvem o teu nome o afflicto e o necessitado. |
| 22 | Levanta-te, Deus; luta em favor de tua causa; lembra-te do insulto que o tolo faz a ti o dia todo. | Levanta-te, ó Deus, pleiteia a tua própria causa; lembra-te de como o insensato te ultraja continuamente. | Levanta-te, ó Deus, pleiteia a sua propria causa; lembra-te da affronta que o louco te faz cada dia. |
| 23 | Não te esqueças da voz dos teus adversários; o barulho dos que se levantam contra ti sobe cada vez mais. | Não te esqueças da gritaria dos teus adversários; o tumulto dos que se levantam contra ti sobe continuamente. | Não te esqueças dos gritos dos teus inimigos: o tumulto d'aquelles que se levantam contra ti augmenta continuamente. |