Bíblia
Apocalipse 6
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
|---|---|---|---|
| 1 | E eu vi quando o Coreiro abriu um dos selos; e ouvi um dos quatro animais dizendo com voz como de trovão: Vem, e vê. | Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi uma das quatro criaturas viventes dizendo como em voz de trovão: Vem! | E, havendo o Cordeiro aberto um dos sellos, olhei, e ouvi um dos quatro animaes, que dizia como com voz de trovão: Vem, e vê. |
| 2 | E eu olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado sobre ele tinha um arco; e uma coroa lhe foi dada, e ele saiu como conquistador, e para que conquistasse. | Olhei, e eis um cavalo branco, e o que estava montado sobre ele tinha um arco; foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para vencer. | E olhei, e eis um cavallo branco: e o que estava assentado sobre elle tinha um arco; e foi-lhe dada uma corôa, e saiu victorioso, para que vencesse. |
| 3 | E quando ele abriu o segundo selo, eu ouvi o segundo animal dizendo: Vem, e vê. | Quando ele abriu o segundo selo, ouvi a segunda criatura vivente dizendo: Vem! | E, havendo aberto o segundo sello, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. |
| 4 | E saiu outro cavalo vermelho; e ao que estava sentado sobre ele foi concedido que tirasse a paz da terra, e que uns aos outros se matassem; e uma grande espada lhe foi dada. | Saiu outro cavalo, vermelho, e ao que estava montado sobre ele, foi-lhe dado que tirasse da terra a paz e que os homens se matassem uns aos outros. Foi-lhe entregue uma grande espada. | E saiu outro cavallo, vermelho; e ao que estava assentado sobre elle foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada. |
| 5 | E quando ele abriu o terceiro celo, eu ouvi o terceiro animal dizer: Vem, e vê.E olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava sentado sobre ele tinha uma balança na mão dele. | Quando abriu o terceiro selo, ouvi a terceira criatura vivente dizendo: Vem! Olhei, e eis um cavalo preto, e o que estava montado sobre ele tinha uma balança na mão. | E, havendo aberto o terceiro sello, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavallo preto: e o que sobre elle estava assentado tinha uma balança na sua mão. |
| 6 | E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, dizendo: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques ao azeite e ao vinho. | Ouvi uma como voz no meio das quatro criaturas viventes dizendo: Um queniz de trigo por um denário e três quenizes de cevada por um denário; mas não faças dano ao azeite nem ao vinho. | E ouvi uma voz no meio dos quatro animaes, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e tres medidas de cevada por um dinheiro; e não damnifiques o azeite e o vinho. |
| 7 | E quando ele abriu o quarto selo, eu ouvi a voz do quarto animal dizendo: Vem, e vê. | Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz da quarta criatura vivente dizendo: Vem! | E, havendo aberto o quarto sello, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem e vê. |
| 8 | E eu olhei, e eis um cavalo amarelo-esverdeado, e o que estava sentado sobre ele, seu nome era Morte; e o mundo dos mortos o seguia. E foi-lhes dada autoridade para matar a quarta parte da terra, com espada, com fome, com morte por doença ,e com os animais ferozes da terra. | Olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava montado sobre ele chamava-se a Morte; o Hades seguia com ele, e foi-lhes dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, com a fome, com a peste e pelas feras da terra. | E olhei, e eis um cavallo amarello, e o que estava assentado sobre elle tinha por nome Morte; e o inferno o seguiu; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com mortandade, e com as feras da terra. |
| 9 | E quando ele abriu o quinto selo, eu vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por causa da palavra de Deus, e por causa do testemunho que tinham. | Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que mantinham. | E, havendo aberto o quinto sello, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. |
| 10 | E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, Santo e Verdadeiro Soberano, não julgas e vingas nosso sangue daqueles que habitam sobre a terra? | Clamaram com uma grande voz: Até quando, Senhor, santo e verdadeiro, deixas de julgar os que habitam sobre a terra e deles vingar o nosso sangue? | E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó Dominador, e sancto verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? |
| 11 | E foram dados a cada um deles compridas roupas brancas; e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que se completassem os seus companheiros servos e seus irmãos, que ainda viriam a ser mortos. | A cada um deles foi dada uma vestidura branca; e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que deviam ser mortos como eles o foram. | E deram-se-lhes a cada um vestidos brancos compridos, e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que tambem se completasse o numero de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como elles. |
| 12 | E eu vi quando ele abriu o sexto selo, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol se tornou preto como um saco feito de pelos de animais, e a lua se tornou como sangue. | Vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; o sol tornou-se negro como um saco de cilício, | E, havendo aberto o sexto sello, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como sacco de cilicio, e a lua tornou-se como sangue. |
| 13 | E as estrelas do céu caíram sobre a terra como a figueira lança de si seus figos verdes, abalada por um grande vento. | a lua toda tornou-se como sangue, as estrelas do céu caíram sobre a terra como a figueira, agitada de um grande vento, deixa cair os seus figos verdes; | E as estrellas do céu cairam sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte. |
| 14 | E o céu se removeu como um rolo de livro que se enrola; e todos os montes e ilhas se moveram de seus lugares. | o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola, e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares. | E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas se moveram dos seus logares. |
| 15 | E os reis da terra, e os grandes, e os rigos, e os comandantes, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas. | Os reis da terra, e os príncipes, e os quiliarcas, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre se esconderam nas cavernas e entre os penhascos dos montes; | E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; |
| 16 | E diziam aso montes, e às rochas: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está sentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; | e diziam aos montes e aos rochedos: Cai sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro, | E diziam aos montes e aos rochedos: Cahi sobre nós, e escondei-nos do rosto d'aquelle que está assentado sobre o throno, e da ira do Cordeiro; |
| 17 | Porque chegou o dia da grande ira dele; e quem pode rá ficar a salvo? | porque é chegado o Grande Dia da ira deles; e quem pode subsistir? | Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir? |