Bíblia
Rute 3
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | E disse-lhe sua sogra Noemi: Filha minha, não tenho de buscar descanso a ti, para que fiques bem? | Disse-lhe Noemi, sua sogra: Não te procurarei descanso, minha filha, para que te vá bem? | E disse-lhe Noemi, sua sogra: Minha filha, não hei de eu buscar descanço, para que fiques bem? |
| 2 | Não é Boaz nosso parente, com cujas moças tu tens estado? Eis que ele aventa esta noite a os grãos de cevada. | Não é Boaz, com cujas moças estiveste, nosso parente? Eis que esta noite vai joeirar a cevada na eira. | Ora pois, não é Boaz, com cujas moças estiveste, de nossa parentela? eis que esta noite padejará a cevada na eira. |
| 3 | Tu te lavarás, pois, e te ungirás, e vestindo-te tuas vestes, passarás à eira; mas não te darás a conhecer ao homem até que ele tenha acabado de comer e de beber. | Lava-te, unge-te e, vestindo-te, desce a eira: porém não te dês a conhecer ao homem, antes que ele tenha acabado de comer e de beber. | Lava-te pois, e unge-te, e veste os teus vestidos, e desce á eira: porém não te dês a conhecer ao homem, até que tenha acabado de comer e beber. |
| 4 | E quando ele se deitar, repara tu o lugar de onde ele se deitará, e irás, e descobrirás os pés, e te deitarás ali; e ele te dirá o que tenhas de fazer. | Quando ele se deitar, notarás o lugar, entrarás, descobrir-lhe-ás os pés e deitar-te-ás; e ele te dirá o que deves fazer. | E ha de ser que, quando elle se deitar, notarás o logar em que se deitar; então entra, e descobrir-lhe-has os pés, e te deitarás, e elle te fará saber o que deves fazer. |
| 5 | E lhe respondeu: Farei tudo o que tu me mandares. | Respondeu-lhe Rute: Farei tudo quanto disseres. | E ella lhe disse: Tudo quanto me disseres, farei. |
| 6 | Desceu, pois à eira, e fez tudo o que sua sogra lhe havia mandado. | Tendo descido à eira, fez conforme tudo o que sua sogra lhe ordenara. | Então foi para a eira, e fez conforme a tudo quanto sua sogra lhe tinha ordenado. |
| 7 | E quando Boaz havia comido e bebido, e seu coração esteve contente, retirou-se para dormir a um lado do amontoado. Então ela veio caladamente, e revelou os pés, e deitou-se. | Depois que Boaz tinha comido e bebido, estando o seu coração alegre, foi deitar-se ao pé da meda: e vindo ela de mansinho, descobriu-lhe os pés, e deitou-se. | Havendo pois Boaz comido e bebido, e estando já o seu coração alegre, veiu deitar-se ao pé de uma meda; então veiu ella de mansinho, e lhe descobriu os pés, e se deitou. |
| 8 | E aconteceu, que à meia noite se estremeceu aquele homem, e apalpou: e eis que, a mulher que estava deitada a seus pés. | Pela meia noite o homem assustou-se, e se voltou; e eis que uma mulher estava deitada aos seus pés. | E succedeu que, pela meia noite, o homem estremeceu, e se voltou: e eis que uma mulher jazia a seus pés. |
| 9 | Então ele disse: Quem és? E ela respondeu: Eu sou Rute tua serva: estende a borda de tua capa sobre tua serva, porquanto és parente próximo. | perguntou-lhe: Quem és tu? Respondeu-lhe ela: Sou Rute, tua serva. Estende a tua capa sobre a tua serva; porque tu és parente chegado. | E disse elle: Quem és tu? E ella disse: Sou Ruth, tua serva; estende pois tua aba sobre a tua serva, porque tu és o remidor. |
| 10 | E ele disse: Bendita sejas tu do SENHOR, filha minha; que fizeste melhor tua última bondade que a primeira, não indo atrás dos rapazes, sejam pobres ou ricos. | Ele disse: Bendita sejas de Jeová, minha filha. Mostraste mais bondade agora do que em outro tempo, visto que não escolheste mancebos pobres ou ricos. | E disse elle: Bemdita sejas tu do Senhor, minha filha; melhor fizeste esta tua ultima beneficencia do que a primeira, pois após de nenhuns mancebos foste, quer pobres quer ricos. |
| 11 | Agora, pois, não temas, filha minha: eu farei contigo o que tu disseres, pois que toda a porta de meu povo sabe que és mulher virtuosa. | Agora, minha filha, não temas; eu farei tudo o que disseres, porque todo o povo da minha cidade sabe que és mulher virtuosa. | Agora pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa. |
| 12 | E agora, ainda que seja certo que eu sou parente próximo, contudo isso há parente mais próximo que eu. | Ora é verdade que sou parente chegado: contudo há outro mais chegado do que eu. | Porém agora é muito verdade que eu sou remidor: mas ainda outro remidor ha mais chegado do que eu. |
| 13 | Repousa esta noite, e quando for de dia, se ele te redimir, bem, redima-te; mas se ele não te quiser redimir, eu te redimirei, vive o SENHOR. Descansa, pois, até a manhã. | Fica-te aqui esta noite, e pela manhã se ele cumprir fielmente os deveres dum parente para contigo, que o faça; mas se ele não o quiser, eu o farei tão certamente como Jeová vive: deita-te até pela manhã. | Fica-te aqui esta noite, e será que, pela manhã, se elle te redimir, bem está, elle te redima; porém, se te não quizer redimir, vive o Senhor, que eu te redimirei: deita-te aqui até ámanhã. |
| 14 | E depois que repousou a seus pés até a manhã, levantou-se, antes que ninguém pudesse conhecer a outro. E ele disse: Não se saiba que tenha vindo mulher à eira. | Ela se deitou aos pés dele até pela manhã; e levantou-se antes que se pudesse reconhecer um ao outro. Pois ele disse: Não se saiba que esta mulher veio à eira. | Ficou-se pois deitada a seus pés até pela manhã, e levantou-se antes que podesse um conhecer a outro, porquanto disse: Não se saiba que alguma mulher veiu á eira |
| 15 | Depois lhe disse: Aproxima o lenço que trazes sobre ti, e segura-o. E enquanto ela o segurava, ele mediu seis medidas de cevada, e as pôs às costas: e veio ela à cidade. | Acrescentou: Traze a capa com que te cobres, e segura-a. Ela a segurou, ele lhe mediu seis medidas de cevada, e lhas pôs em cima: e entrou na cidade. | Disse mais: Dá cá o roupão que tens sobre ti, e tem mão n'elle. E ella teve mão n'elle; e elle mediu seis medidas de cevada, e lh'as poz em cima; então entrou na cidade, |
| 16 | Assim que veio à sua sogra, esta lhe disse: Que houve, minha filha? E ela lhe declarou ela tudo o que com aquele homem lhe havia acontecido. | Quando chegou à casa de sua sogra, esta lhe perguntou: Quem és tu, minha filha? Ela lhe referiu tudo o que o homem lhe fizera. | E veiu á sua sogra, a qual disse: Quem és tu, minha filha? E ella lhe contou tudo quanto aquelle homem lhe fizera. |
| 17 | E disse: Estas seis medidas de cevada me deu, dizendo-me: Porque não vás vazia à tua sogra. | Acrescentou: Estas seis medidas de cevada ele mas deu; pois disse: Não voltes vazia para tua sogra. | Disse mais: Estas seis medidas de cevada me deu, porque me disse: Não vás vazia a tua sogra. |
| 18 | Então Noemi disse: Repousa, filha minha, até que saibas como a coisa se sucede; porque aquele homem não parará até que hoje conclua o negócio. | Noemi disse-lhe: fica quieta, minha filha, até saberes como vai terminar o negócio; porque não descansará o homem até que o tenha concluído hoje. | Então disse ella: Está quieta, minha filha, até que saibas como irá o caso, porque aquelle homem não descançará até que conclua hoje este negocio |