Bíblia
Cantares de Salomão 1
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Cântico dos cânticos, que é de Salomão. | Cântico dos cânticos, de Salomão. | Cantico de canticos, que é de Salomão. |
| 2 | Ela : Beije-me ele com os beijos de sua boca, porque teu amor é melhor do que o vinho. | Beije-me ele com os beijos de sua boca; Pois melhor é o teu amor do que o vinho. | Beije-me elle com os beijos da sua bocca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. |
| 3 | O cheiro dos teus perfumes é agradável; teu nome é como perfume sendo derramado, por isso as virgens te amam. | Os teus perfumes têm um odor suave, O teu nome é como unguento derramado, Por isso as donzelas te amam. | Para cheirar são bons os teus unguentos, como o unguento derramado o teu nome é; por isso as virgens te amam. |
| 4 | Toma-me contigo, e corramos; traga-me o rei aos seus quartos.Moças : Em ti nos alegraremos e nos encheremos de alegria; nos agradaremos mais de teu amor do que do vinho;Ela : Elas estão certas em te amar; | Atrai-me tu; correremos após ti: O rei acaba de me introduzir nos seus aposentos; Nós nos alegraremos e regozijaremos em ti, Faremos menção do teu amor mais do que do vinho; É com razão que te amam. | Leva-me tu, correremos após ti. O rei me introduziu nas suas recamaras: em ti nos regozijaremos e nos alegraremos: do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho: os rectos te amam. |
| 5 | Eu sou morena, porém bela, ó filhas de Jerusalém: morena como as tendas de Quedar, bela como as cortinas de Salomão. | Trigueira sou, mas formosa, Ó filhas de Jerusalém, Como as tendas de Quedar, Como os pavilhões de Salomão. | Morena sou, porém aprazivel, ó filhas de Jerusalem, como as tendas de Kedar, como as cortinas de Salomão. |
| 6 | Não fiquem me olhando por eu ser morena, pois o sol brilhou sobre mim; os filhos de minha mãe se irritaram contra mim, e me puseram para cuidar de vinhas; porém minha própria vinha, que me pertence, não cuidei. | Não admireis de eu ser morena, Porque o sol me mudou a cor. Os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, Puseram-me por guarda das vinhas; A minha vinha, porém, não a guardei. | Não olheis para o eu ser morena; porque o sol resplandeceu sobre mim: os filhos de minha mãe se indignaram contra mim, pozeram-me por guarda de vinhas; a minha vinha que me pertence não guardei. |
| 7 | Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas o teu gado ? Onde o recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas? | Dize-me, ó tu, a quem a minha alma ama: Onde é que apascentas o teu rebanho, onde o fazes descansar ao meio dia: Pois por que, junto ao rebanho dos teus companheiros, Seria eu como a que se cobre de véu? | Dize-me, ó tu, a quem a minha alma ama: Onde apascentas o teu rebanho, onde o recolhes pelo meio-dia: pois por que razão seria eu como a que se cobre ao pé dos rebanhos de teus companheiros? |
| 8 | Ele : Se tu, a mais bela entre as mulheres, não sabes, sai pelos rastros das ovelhas, e apascenta tuas cabras junto às tendas dos pastores. | Se não o sabes, ó tu, a mais bela das mulheres, Vai-te em seguimento das pisadas dos rebanhos, E apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores. | Se tu o não sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sae-te pelas pizadas das ovelhas, e apascenta as tuas cabras junto ás moradas dos pastores. |
| 9 | Eu te comparo, querida, às éguas das carruagens de Faraó. | A um cavalo dos carros de Faraó Eu te comparo, ó amada minha. | Ás eguas dos carros de Pharaó te comparo, ó amiga minha. |
| 10 | Agradáveis são tuas laterais da face entre os enfeites, teu pescoço entre os colares. | Formosas são as tuas faces entre as madeixas, O teu pescoço com os colares. | Agradaveis são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os collares. |
| 11 | Enfeites de ouro faremos para ti, com detalhes de prata. | Nós te faremos umas tranças de ouro Marchetadas de pontinhos de prata. | Enfeites d'oiro te faremos, com bicos de prata. |
| 12 | Ela : Enquanto o rei está sentado à sua mesa, meu nardo dá a sua fragrância. | Enquanto o rei estava sentado à sua mesa, Deu o meu nardo o seu cheiro. | Emquanto o rei está assentado á sua mesa, dá o meu nardo o seu cheiro. |
| 13 | Meu amado é para mim como um saquinho de mirra que passa a noite entre meus seios; | O meu amado é para mim como um saquitel de mirra, Que está posta entre os meus seios. | O meu amado é para mim um ramalhete de myrrha, morará entre os meus peitos. |
| 14 | Meu amado é para mim como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi. | O meu amado é para mim como um ramalhete da hena, Nas vinhas de En-Gedi. | Um cacho de Chypre nas vinhas d'Engedi é para mim o meu amado. |
| 15 | Ele : Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos são como pombas. | Como és formosa, amada minha, como és formosa! Os teus olhos são como pombas. | Eis que és formosa, ó amiga minha, eis que és formosa: os teus olhos são como os das pombas. |
| 16 | Ela : Como tu és belo, meu amado! Como tu és agradável! E o nosso leito se enche de folhagens. | Como és formoso, amado meu, como és amável! O nosso leito é de viçosa relva. | Eis que és gentil e agradavel, ó amado meu; o nosso leito é viçoso. |
| 17 | As vigas de nossa casa são os cedros, e nossos caibros os ciprestes. | As traves da nossa casa são cedros, E as tábuas do nosso teto são ciprestes. | As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas de cypreste. |