Bíblia
Cantares de Salomão 6
| BLIVRE | TB | ALM1911 | |
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| 1 | Moças : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo? | Para onde foi o teu amado, Ó tu, a mais bela das mulheres? Para onde se retirou o teu amado, A fim de que o busquemos juntamente contigo? | Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? para onde virou a vista o teu amado, e o buscaremos comtigo? |
| 2 | Ela : Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar seu rebanho nos jardins, e para colher lírios. | O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, Para apascentar nos jardins, e para colher as açucenas. | O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros da especiaria, para se apascentar nos jardins e para colher os lyrios. |
| 3 | Eu sou do meu amado, e meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios. | Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu, Ele apascenta entre as açucenas. | Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu: elle se apascenta entre os lyrios. |
| 4 | Ele : Tu és bela, minha querida, como Tirza, agradável como Jerusalém; és formidável como bandeiras de exércitos . | Formosa és, amada minha, como Tirza, Bela como Jerusalém, Terrível como um exército com bandeiras. | Formosa és, amiga minha, como Tirza, aprazivel como Jerusalem, formidavel como um exercito com bandeiras. |
| 5 | Afasta teus olhos de mim, pois eles me deixam desconcertado. Teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem de Gileade. | Desvia de mim os teus olhos, Porque eles já me tomaram de assalto. Os teus cabelos são como os rebanhos das cabras, Que repousam nos flancos de Gileade. | Desvia de mim os teus olhos, porque elles me perturbam. O teu cabello é como o rebanho das cabras que pastam em Gilead. |
| 6 | Teus dentes são como um rebanho de ovelhas, que sobem do lavatório; todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas. | Os teus dentes são como um rebanho de ovelhas, Que sobem do lavadouro, Das quais cada uma tem gêmeos, E nenhuma delas é desfilhada. | Os teus dentes são como o rebanho d'ovelhas que sobem do lavadouro, e todas produzem gemeos, e não ha esteril entre ellas. |
| 7 | Como um pedaço de romã, assim são as laterais de teu rosto abaixo de teu véu. | As fontes da tua cabeça são como um pedaço de romã, Por detrás do teu véu. | Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre as tuas tranças. |
| 8 | Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas; e as donzelas são inúmeras; | Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, E donzelas sem número. | Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas, e as virgens sem numero. |
| 9 | Porém uma é a minha pomba, minha perfeita, a única de sua mãe, a mais querida daquela que a gerou. As moças a viram, e a chamaram de bem-aventurada; as rainhas e as concubinas a elogiaram. | Uma só é a minha pomba, a minha imaculada; Ela é a única de sua mãe, a escolhida da que lhe deu à luz. As mulheres viram-na, e chamaram-lhe bem-aventurada; Viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na. | Porém uma é a minha pomba, a minha perfeita, a unica de sua mãe, e a mais querida de aquella que a pariu: vendo-a, as filhas a chamarão bemaventurada, as rainhas e as concubinas a louvarão. |
| 10 | Quem é esta, que aparece como o nascer do dia, bela como a lua, brilhante como o sol, formidável como bandeiras de exércitos ? | Quem é esta que aparece como a aurora, Formosa como a lua, Pura como o sol, Terrível como um exército com bandeiras? | Quem é esta que apparece como a alva do dia, formosa como a lua, lustrosa como o sol, formidavel como um exercito com bandeiras? |
| 11 | Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale; para ver se as videiras estavam floridas, e se as romãzeiras brotavam. | Desci ao jardim das nogueiras, Para ver os renovos do vale, Para examinar se as vides lançavam olhos, E se as romãs estavam em flor. | Desci ao jardim das nogueiras, para ver os novos fructos do valle, a ver se floresciam as vides e brotavam as romeiras. |
| 12 | Sem eu perceber, minha alma me pôs nas carruagens de meu nobre povo. | Sem que eu soubesse como, pôs-me a minha alma Nos carros do meu nobre povo. | Antes de eu o sentir, me poz a minha alma nos carros do meu povo voluntario. |
| 13 | Moças : Volta! Volta, Sulamita! Volta! Volta, e nós te veremos! Ele : Por que quereis ver a Sulamita, como a dança de duas companhias? | Volta, volta, ó Sulamita; Volta, volta, para que te contemplemos. Por que quereis contemplar a Sulamita, Como a dança de Maanaim? | Volta, volta, ó Sulamitha, volta, volta, para que nós te vejamos. Porque olhas para a Sulamitha como para as fileiras de dois exercitos? |